Como o moral muda com o crescimento de uma startup

Como o moral muda com o crescimento de uma startup.

Ao pensar em cultura organizacional de startups, imaginamos mesas de pingue-pongue, uma chopeira elétrica e armas de brinquedo da linha Nerf. E mais ainda, fantasiamos um esprit de corps que impulsiona os funcionários a, felizes da vida, “queimarem as pestanas”, rumo à próxima grande descoberta.

No entanto, invariavelmente, entre o terceiro e o quarto ano cerca de 70% das startups passam por uma fase difícil ao serem atingidas por essa utopia na cultura organizacional, independentemente da felicidade que a equipe sentia antes. Chamamos essa etapa de “abismo cultural”.

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As cadeias de suprimentos estão prestes a melhorar graças à Blockchain

As cadeias de suprimentos estão prestes a melhorar graças à Blockchain.

Em 2015, quando um surto de E.coli na rede de fast food americana Chipotle Mexican Grill levou à contaminação de 55 clientes, as notícias, o fechamento de algumas unidades e as investigações arruinaram a reputação da empresa. As vendas diminuíram rapidamente, e o preço das ações da Chipotle caíram 42%, mantendo-se em baixa por três anos, situação da qual a empresa não se recuperou.

O problema central da crise na Chipotle, sediada em Denver, é recorrente em empresas que dependem de vários fornecedores para entregar peças e ingredientes: a falta de transparência e definição de responsabilidade em uma cadeia de suprimentos complexa. Sem conseguir monitorar os fornecedores em tempo real, a Chipotle não conseguiu evitar a contaminação nem contê-la de forma objetiva depois que foi descoberta.

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A dura realidade das culturas inovadoras

A dura realidade das culturas inovadoras.

Culturas que favorecem a inovação são valiosas não só para a última linha do balancete, mas também para líderes e funcionários que prezam sua empresa.

Em seminários corporativos do mundo todo, eu perguntava informalmente a centenas de executivos se eles gostariam de trabalhar numa organização onde a norma eram comportamentos inovadores. Não consigo me lembrar de uma única vez que alguém tivesse dito “não, não gostaria”. Quem pode culpá-los: as culturas inovadoras geralmente são descritas como muito divertidas. Quando pedi aos mesmos executivos que descrevessem essas culturas, eles imediatamente forneceram uma lista de características idênticas àquelas apregoadas nos livros de administração: tolerância ao fracasso, disposição para experimentar, segurança psicológica, ambiente altamente colaborativo e não hierárquico. As pesquisas corroboram a ideia de que essas características se traduzem em desempenho inovador.

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A natureza da liderança deve mudar quanto mais decisões a IA tomar

A natureza da liderança deve mudar quanto mais decisões a IA tomar.

É tentador considerar a inteligência artificial (IA) uma ameaça para a liderança humana. Afinal, o intento primordial da IA é aumentar, melhorar e, em última instância, substituir a inteligência humana, ainda amplamente vista, ao menos por nós humanos, como nossa principal vantagem competitiva. Não há motivo para acreditar que a liderança não será atingida pelo impacto da IA. De fato, é bastante provável que a IA irá suplantar muitos dos aspectos mais “rígidos” da liderança, isto é, as partes responsáveis pelo processamento cognitivo puro de fatos e informações. Concomitantemente, prevemos que a IA também fará com que uma ênfase maior seja dada aos elementos “flexíveis” da liderança — os traços de personalidade, atitudes e comportamentos que permitem às pessoas ajudar os outros a atingir um objetivo comum ou propósito compartilhado.

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Como o software está ajudando o domínio das grandes empresas

Como o software está ajudando o domínio das grandes empresas

Em toda a economia global, grandes empresas estão ficando maiores. Estão mais produtivas, lucrativas, inovadoras e pagam melhor. As pessoas com sorte o bastante para trabalhar nelas estão indo relativamente bem, ao contrário daquelas que atuam na concorrência.

Os legisladores notaram. Observa-se uma retomada do interesse pelas políticas antitruste e da concorrência, com audiências recentes sobre o assunto na Federal Trade Commission. As manchetes de publicações como The Nation, The Atlantic e Bloomberg alertam sobre o problema do “monopólio” nos EUA, com apelos para o desmembramento de grandes corporações como Google, Amazon ou Facebook. “Imagine um dia na vida de um americano típico”, escreve Derek Thompson em The Atlantic. “Quanto tempo leva para interagir com um mercado que não seja quase monopolizado?”

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Netshoes é modelo de varejo digital?

Levantamentos obtidos mostram que a Netshoes, de calçados e artigos esportivos, é a varejista brasileira nascida online que mais intensamente investe em transformação digital. Conduzido pela E-Consulting, consultoria especializada em varejo, o estudo avaliou cerca de 200 redes e sites de comércio eletrônico. Considerou uma dezena de aspectos, como investimentos em TI e uso de big data. Médias ponderadas foram geradas para cada empresa e deram origem aos rankings. “Várias iniciativas no setor são só imitação dos concorrentes”, afirma Daniel Domeneghetti, sócio da consultoria. “O objetivo foi identificar empresas onde as iniciativas digitais são parte de decisões estratégicas alinhadas ao modelo de negócio.” Leia Mais

Onde focar para ser mais produtivo: ambiente, expectativas e exemplos

Onde focar para ser mais produtivo: ambiente, expectativas e exemplos

Em 2008, eu desenvolvia produtos publicitários na Google. Pela primeira vez em minha curta carreira, participava de muitas reuniões, portanto, o trabalho passou a exigir muito mais poder de convencimento, persuasão e coordenação devido a minha área de atuação. Um dia, meu chefe falou de um grupo do Fórum de Suporte que precisava de um designer e pensou que o projeto seria uma boa experiência para mim, já que o produto tinha relação direta com o consumidor. A iniciativa em si não tinha grande destaque a não ser por uma característica: meu trabalho deveria ser aprovado por Marissa Mayer.

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Os varejistas estão desperdiçando sua arma mais poderosa

Os varejistas estão desperdiçando sua arma mais poderosa

Enquanto lutam pela sobrevivência na era do comércio online,varejistas de lojas físicas estão adotando uma estratégia antiquíssima: cortar gastos com os funcionários. No segmento de lojas de departamentos dos EUA, por exemplo, o número de funcionários por loja caiu mais de 10% na última década, enquanto o salário por empregado caiu 4%. E a folha de pagamento não é a única coisa que está sendo desbastada: também o orçamento de capacitação foi cortado. Uma pesquisa da Axonify, fornecedora de software de treinamento, descobriu que quase um terço dos vendedores de lojas de varejo não recebe treinamento formal — o maior déficit de todos os setores pesquisados. Deixar as lojas com poucos funcionários e com treinamento insuficiente nunca foi uma boa ideia, mas é especialmente ruim agora, porque tira a maior vantagem das lojas tradicionais em relação aos e-varejistas: uma pessoa de carne e osso com a qual o cliente pode conversar cara a cara e ao vivo.

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9 de 10 pessoas estão dispostas a ganhar menos dinheiro para realizar um trabalho mais significativo

Em sua introdução do livro Working, a histórica narrativa oral do trabalho de 1974, Studs Terkel posicionou o significado como uma contrapartida igual à remuneração financeira na motivação do trabalhador norte-americano. “[O trabalho] constitui uma busca … tanto pelo significado diário quanto pelo alimento diário, tanto pelo reconhecimento quanto pelo dinheiro, pelo assombro em vez do tédio”, escreveu. Entre os “poucos que eram felizes”, conheceu algumas pessoas que realmente gostavam de trabalhar e observou um atributo comum: “viam um significado em seu trabalho além da recompensa salarial”.

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Qual o valor de uma venda cognitiva

Vivemos em uma era dinâmica com relação à informação. As informações que nos servem como parâmetros ou premissas para uma decisão hoje podem estar desatualizadas em uma semana, um dia ou até mesmo no tempo que levaremos para ler este artigo.

Da mesma forma, quando conduzimos uma interação de negócios, precisamos ficar atentos às nuances transformacionais que podem nos levar a uma decisão inadequada.

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O alto custo da eficiência

Eliminar o desperdício é o santo graal da ciência da gestão, mas enfatizá-lo causa uma infinidade de problemas. As empresas deveriam dispensar a mesma atenção para a resiliência.

Em seu trabalho referencial de 1776 A riqueza das nações, Adam Smith mostrou que divisão inteligente de trabalho poderia tornar as empresas comerciais extremamente mais produtivas se cada trabalhador assumisse pessoalmente o encargo de construir produtos acabados. Quatro décadas depois, em Sobre os princípios da economia política e taxação, David Ricardo estendeu esse argumento. Segundo ele, como os trabalhadores portugueses produziam vinho com mais eficiência e os trabalhadores ingleses eram mais eficientes na fabricação de tecidos, ambos os grupos trabalhariam melhor se cada um focasse em sua área de vantagem competitiva e se ambos negociassem entre si.

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Por que as empresas estão usando M&A para se reinventarem?

Por que as empresas estão usando M&A para se reinventarem

Uma loja de varejo tradicional adquire uma plataforma de comércio eletrônico. Uma empresa do mundo da Internet compra uma fabricante de telefones. Uma cadeia de farmácias anuncia planos de adquirir uma seguradora de saúde.

As operações de aquisição têm como meta nos dias de hoje cada vez mais transformar os negócios da empresa compradora, em vez de apenas reforçá-los. E quais são a razões? Alguns apontam para mudanças significativas no conjunto de competências de que as empresas necessitam atualmente. Outros notam que, com uma diminuição do número de alvos atrativos para aquisições dentro de um determinado setor em meio ao avanço dos processos de consolidação, investidores buscam alternativas para aplicar seus recursos. Essas são boas respostas, mas é também preciso observar outros fatores.

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Se seus funcionários não se expressam, culpe a cultura da empresa

Se seus funcionários não se expressam, culpe a cultura da empresa

As empresas se beneficiam quando os funcionários se expressam. Quando os funcionários se sentem à vontade para expressar suas opiniões, sugestões ou preocupações, as empresas lidam melhor com ameaças e oportunidades.

Mas os funcionários geralmente permanecem em silêncio em relação às suas opiniões, preocupações ou ideias. Geralmente, existem dois pontos de vista sobre uma questão: um é a perspectiva da personalidade, que sugere que esses funcionários inerentemente não têm disposição para se levantar e se posicionar sobre questões críticas, que podem ser muito introvertidos ou tímidos para efetivamente articular seus pontos de vista à equipe. Essa perspectiva dá origem a soluções como a contratação de funcionários com disposição pró-ativa e que estão mais propensos a falar a verdade a quem está no comando.

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Como MEI deve emitir Nota Fiscal Eletrônica

O Brasil tem muitos trabalhadores informais e a Lei Complementar nº 128/2008, que alterou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar nº 123/2006), veio como um incentivo para casos onde o empreendedor tem uma receita bruta igual ou inferior a R$ 81 mil ao ano, não faz parte de nenhuma outra sociedade, possui até um funcionário que receba salário mínimo ou piso da categoria e exerça uma das atividades previstas no Anexo XI, da Resolução CGSN nº 140, de 2018. Apesar de muitos benefícios, a criação do MEI (Microempreendedor Individual) trouxe também alguns deveres, como a emissão de notas fiscais. Continue lendo nosso post e entenda melhor.

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7 produtos que fracassaram por ‘excesso de inovação’ e falta de utilidade

7 produtos que fracassaram por 'excesso de inovação' e falta de utilidade

A inovação de produtos é uma das formas pelas quais as grandes empresas mantêm a competividade em um mercado que muda rapidamente. No entanto, isso nem sempre ocorre quando as grandes marcas tentam se modernizar.

Quando o excesso de inovação atrapalha a usabilidade do produto ou simplesmente não agrega valor ao artigo, o resultado é um verdadeiro fracasso.

Confira abaixo sete exemplos de investimentos que deram errado: Leia Mais

Veja quais startups Facebook, Amazon, Apple e Google compraram em 2018

Veja quais startups Facebook, Amazon, Apple e Google compraram em 2018

Algumas das empresas de tecnologia mais importantes do mercado, Facebook, Apple, Amazon, Netflix e Google têm suas movimentações sempre observadas de perto por investidores e pelo restante das companhias. Como acabam ditando os rumos do setor e têm apresentado um grande apetite em aquisições, essas companhias foram classificadas em um grupo próprio: o FAANG, com as iniciais de cada um delas.

Em 2018, entretanto, essa voracidade parece ter diminuído, segundo dados do Crunchbase, base de informações sobre aquisições, fusões e investimentos em startups. Pela primeira vez desde 2011, mostra o banco de dados, todas elas fizeram menos que dez aquisições durante o ano – a Netflix, inclusive, passou pela primeira vez um ano sem fazer nenhuma operação do tipo no mercado. Leia Mais

Mercado aposta no potencial da bike elétrica

Mercado aposta no potencial da bike elétrica

Veterano no segmento de bicicletas no Brasil – seu pai construiu a primeira fábrica da Caloi em 1945 -, o empresário Bruno Antonio Caloi Júnior, mais conhecido por Tito, vai inaugurar em maio uma fábrica na Zona Franca de Manaus para produção de modelos elétricos. Orçada em R$ 10 milhões, terá capacidade inicial para 3 mil unidades ao ano.

O segmento de e-bikes no Brasil hoje é apenas um nicho, com participação de 0,35% das vendas totais. Investidores brasileiros, contudo, apostam em comportamento similar ao que ocorre na Europa, que vem crescendo nos últimos dez anos e hoje responde por 30% a 40% das vendas totais. “Achamos que essa tendência vai chegar aqui e quem estiver pronto para atender a essa demanda sairá na frente”, afirma Tito, presidente da Tito Bikes. Leia Mais

A razão por que as fusões não dão certo: culturas incompatíveis

A razão por que as fusões não dão certo: culturas incompatíveis

A aquisição da Whole Foods pela Amazon em 2017 foi muito celebrada. O acordo permitiria que a Amazon crescesse além do e-commerce e vendesse mantimentos em centenas de lojas, além de coletar dados significativos dos compradores. Ao mesmo tempo, a Whole Foods poderia baixar os preços (abacates orgânicos por apenas $1,69!) e retomar o crescimento depois das recentes quedas nas vendas e na participação no mercado. Nas palavras do CEO da Whole Foods, John Mackey, a parceria foi “amor à primeira vista”.

Passado um ano, não vemos mais tanto otimismo por parte da Whole Foods. Rumores de funcionários literalmente chorando para realizar suas funções depois das mudanças feitas pela empresa adquirente começaram a circular. Leia Mais

O ‘vale tudo’ das livrarias

O vale tudo das livrarias

Em menos de um mês, duas das maiores livrarias do país entraram em recuperação judicial, com dívidas que, somadas, chegam perto de R$ 1 bilhão. A Cultura recorreu à medida no fim de outubro. Na sexta-feira (23/11), foi a vez da líder Saraiva seguir o mesmo caminho. Ainda que editoras e outros varejistas do setor insistam que não se trata de uma crise de demanda por livros – que está em discreta expansão -, os problemas das duas varejistas obrigam o mercado editorial a desarmar uma bomba a poucas semanas do Natal: a missão agora é convencer o cliente acostumado a comprar livros nessas duas empresas a procurar o produto em sites, clubes de assinatura ou outras redes.Não se trata de um volume pequeno: Saraiva e Cultura respondem por cerca de 35% das vendas do setor. Leia Mais

Vendas online da Black Friday neste ano caminham para superar 2017

Vendas online da Black Friday neste ano caminham para superar 2017

As vendas online da Black Friday somavam R$ 2,1 bilhões pouco depois das 17h desta sexta-feira, já igualando o faturamento total de 2017, mostraram dados do grupo de pesquisa em comércio eletrônico Ebit|Nielsen.

Conforme o levantamento, o volume de pedidos já ultrapassava a marca de 3,23 milhões, um crescimento de 14% em relação ao mesmo horário do ano passado, enquanto o valor médio das transações subiu 10% na mesma comparação, para R$ 641. Leia Mais

Qual será o destino da Sky

Qual será o destino da Sky

Uma prolongada guerra de ofertas de 34 bilhões de dólares pela empresa europeia de mídia Sky entre as rivais norte-americanas Comcast e Twenty-First Century Fox poderia ser resolvida por um rápido leilão sábado, disseram reguladores britânicos nesta quinta-feira.

O Painel Britânico de Aquisições disse que estava preparado para dar um raro passo e intervir na disputa pela Sky promovendo um leilão que dure no máximo três rodadas.

O processo vai começar se nem a Comcast ou a Fox tiverem admitido derrota na briga pela Sky até as 17h (horário de Londres) de sexta-feira. Leia Mais

Seis dicas para se dar bem na Black Friday

Seis dicas para se dar bem na Black Friday

Quem não gosta de barganhar para conseguir um desconto?

Com a Black Friday nessa sexta-feira (23/11), as lojas e sites de comércio têm diminuído seus preços à medida que as vendas aumentam.
Porém, a Black Friday carrega um perigo: você pode acabar gastando um bom dinheiro em coisas que você não quer, nem realmente precisa.

Mas o que fazer para sobreviver ao caos das lojas lotadas e também ao desejo de comprar sem parar? Confira algumas dicas: Leia Mais

O que os anunciantes online sabem sobre você?

O que os anunciantes online sabem sobre você

A maioria das pessoas já sabe que os anúncios que aparecem em sites e redes sociais são personalizados. É só pesquisar “aspirador de pó” uma vez para ficar semanas recebendo ofertas sobre eletrodomésticos. Mas será que as pessoas sabem o quanto os anunciantes realmente sabem sobre elas? A especialista em exploração de dados da organização Privacy International, Frederike Kaltheuner, resolveu fazer um teste: pediu à empresa de publicidade Quantcast todas as informações que tinham sobre ela.

Você pode nunca ter ouvido o nome Quantcast, mas provavelmente a Quantcast já ouviu (e muito) sobre você. A empresa, com base em São Francisco, coleta informações em tempo real sobre os usuários e afirma conseguir fazê-lo em mais de 100 milhões de sites. Leia Mais

Volkswagen vai investir US$50 bi em veículos elétricos

Volkswagen vai investir US$50 bi em veículos elétricos

A Volkswagen espera se tornar a mais lucrativa fabricante de veículos elétricos graças a um plano multibilionário de expansão rumo à produção em massa de carros movidos com baterias elétricas, disse o presidente-executivo da companhia, Herbert Diess, nesta sexta-feira.

A Volkswagen espera investir quase 44 bilhões de euros (US$ 50 bilhões) no desenvolvimento de carros elétricos e autônomos e em novos serviços de mobilidade até 2023, além de explorar outras áreas de cooperação com a norte-americana Ford. Leia Mais

O que o People Analytics não consegue captar

O que o People Analytics não consegue captar

Depois de dar uma palestra em uma consultoria global sobre como lidar melhor com as tensões de viagens longas e clientes exigentes, uma das consultoras me chamou de lado e confidenciou que não são apenas os clientes que os deixam loucos ― seu próprio chefe era um tirano intimidador que gritava com as pessoas caso houvesse a menor falha. Ele tornava a vida de seus subordinados diretos tão infeliz que muitos dos melhores se mudavam para outras empresas.

Esse encontro me veio à mente quando li a recente reportagem de capa da TIME sobre a última moda em recursos humanos, o uso de análises de big data e testes de personalidade para prever quem é melhor para um determinado trabalho ― o chamado “QX”. Leia Mais

Conselho da TIM demite CEO e abre guerra de acionistas

Conselho da TIM demite CEO e abre guerra de acionistas

O conselho de administração da operadora de telefonia italiana TIM revogou nesta terça-feira (13/11) o mandato do CEO do grupo, Amos Genish, que estava no cargo desde julho de 2017.

Segundo fontes da empresa, Genish, que havia sido nomeado pelo grupo francês Vivendi, maior acionista da companhia, perdeu o apoio da gestora de recursos norte-americana Elliott, que controla o conselho de administração.

O cargo de CEO será assumido interinamente pelo presidente da TIM, Fulvio Conti, até 18 de novembro, quando o conselho se reunirá novamente para definir o substituto de Genish. Por meio de uma nota, a empresa agradeceu ao executivo pelo “trabalho desenvolvido no interesse da sociedade e de todos os seus stakeholders”. Leia Mais

Como vender novos produtos – Líderes em vendas contam os segredos

Como vender novos produtos

Quando conversamos com as empresas sobre as maiores dificuldades que elas enfrentam para aumentar a receita, ouvimos uma queixa sistemática: os líderes seniores confiam muito em sua capacidade de desenvolver inovações, mas não em sua capacidade de comercializá-las. Nossa pesquisa indica que esse gap resulta de falta de processos formais e de estratégias efetivas de gestão de talento. Isso é um grande problema, porque limita os lucros que as empresas colhem de seus investimentos em P&D. Dizendo de forma mais simples, as empresas que investiram milhões sonhando com inovações para o mundo precisam de mais capacitação para vendê-las aos clientes.

Para entendermos por que isso é tão difícil, vasculhamos a literatura acadêmica, realizamos inúmeras entrevistas com líderes seniores de vendas e vários estudos por nossa conta. Leia Mais

Carrefour quer mudar seu modelo de crescimento

Carrefour quer mudar seu modelo de crescimento

Um dos maiores varejistas do País, o Carrefour está disposto a mudar o modelo de crescimento no mercado brasileiro. De olho no bom desempenho das redes regionais, o grupo francês quer não só adquirir essas empresas, o que fez ao longo do tempo no Brasil, mas também fechar parcerias. “Vamos estudar tudo. Qualquer forma de aliança que possamos fazer com grupos regionais nos interessa, diz o presidente do Carrefour Brasil, Noël Prouix.

O formato já é comum para a varejista na França. De mil supermercados do grupo no país de origem, 50% são do próprio Carrefour, enquanto a outra metade são parcerias. Leia Mais

Disney revela detalhes de serviço de streaming que vai desafiar a Netflix

Disney revela detalhes de serviço de streaming que vai desafiar a Netflix

O presidente do conselho e CEO da Walt Disney Company’s, Bob Iger, revelou — em conferência para comentar os resultados trimestrais da empresa — os tão esperados detalhes sobre a nova plataforma de streaming que vem sendo especulada há algum tempo: o Disney+.

O sistema deve ser lançado, segundo o gestor do estúdio, no segundo semestre de 2019 nos Estados Unidos — ainda não há confirmação de quando ele será expandido para o resto do mundo. Leia Mais

A China vai dar um fim no Vale do Silício?

A China vai dar um fim no Vale do Silício

Será o fim do Vale do Silício? O começo do reinado chinês no mundo da inovação? Uma coisa é certa: os investimentos de venture capital em startups chinesas já ultrapassam os feitos na região americana. Mas daí a dizer que quem passará a dar as cartas em inovação é a China “é um exagero”, afirma Yang Ge, editora sênior do Financial Times na China, em painel no Web Summit 2018, em Lisboa.

E por qual motivo é um exagero? “A China é o líder dos seguidores[do Vale do Silício], não o verdadeiro líder”, diz Yang. Para ela, a aplicação da tecnologia nas empresas chinesas costuma replicar um modelo já existente, mas não criar algo novo. Leia Mais

Por que a Amazon não consegue crescer no Brasil

Por que a Amazon não consegue crescer no Brasil

A Amazon planeja expandir suas operações no Brasil para entregar produtos diretamente aos consumidores. Mas a gigante norte-americana vem enfrentando grandes dificuldades e já adiou algumas vezes o lançamento da loja própria.

A Amazon começou vendendo apenas livros por aqui. No ano passado, a empresa passou a oferecer produtos através de um marketplace. Nesta modalidade, pequenas lojas usam o sistema da Amazon para vender seus produtos e entregar para consumidores. Para a Amazon, a vantagem desse serviço é que a empresa não precisa de estoque, já que os produtos são todos de outros comerciantes. Leia Mais

China em queda – Lucro industrial desacelera pelo quinto mês seguido

China em queda - Lucro industrial desacelera pelo quinto mês seguido

Pelo quinto mês consecutivo, a indústria chinesa mostrou desaceleração nos lucros. Em setembro, as vendas de matéria-prima e produtos manufaturados caíram, apontando uma baixa demanda doméstica na segunda maior economia do mundo.

A desaceleração acompanha dados da semana passada, que mostraram que a produção industrial teve, em setembro, o menor crescimento desde fevereiro de 2016.

Lucros menores das empresas devem pressionar o emprego e impactar o consumo das famílias e o crescimento geral do país. Leia Mais

Como Warren Buffett consegue ganhar tanto dinheiro

Como Warren Buffett consegue ganhar tanto dinheiro

A Berkshire Hathaway Inc, conglomerado liderado pelo bilionário Warren Buffett – investidor de empresas brasileiras como a startup de pagamentos Stone e parceiro de Jorge Paulo Lemann – disse neste sábado que seu lucro operacional dobrou no terceiro trimestre, conforme seu negócio de seguros conseguiu evitar impactos de furacões e se beneficiar de menores impostos.

O forte resultado garante a Buffett mais dinheiro para desenvolver seus negócios, embora o investidor conhecido por sua estratégia de “caçar barganhas” tenha admitido que tem sido difícil encontrar onde aplicar seus lucros, recorrendo à recompra de US$ 928 milhões em ações de sua própria companhia no último trimestre. Leia Mais

Entenda por que a Apple não se importa se você acha o iPhone muito caro

Entenda por que a Apple não se importa se você acha o iPhone muito caro

Todo mundo sabe que a Apple faz produtos caros. É parte da estratégia da empresa desde sempre, e o problema não é só aqui no Brasil, onde os custos são exacerbados; as reclamações sobre os preços praticados pela companhia são globais.

Recentemente, no entanto, os preços da empresa deram uma disparada. A transição começou de 2016 para 2017, quando o iPhone mais barato passou de US$ 650 para US$ 700. De 2017 para 2018, o valor subiu para US$ 750, com a chegada do iPhone XR. Já em 2017, o iPhone mais caro chegou à casa dos US$ 1.150, e em 2018 o preço máximo bateu na casa dos US$ 1.450. A curva ascendente é óbvia, e também pode ser vista no Brasil de forma mais acentuada, especialmente devido à crise enfrentada no país, o que nos permitiu chegar à gloriosa marca de um modelo de iPhone custando R$ 10 mil. Leia Mais

Lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco soma R$ 6,454 bi no 3º trimestre

Lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco soma R$ 6,454 bi no 3º trimestre

O Itaú Unibanco teve lucro líquido recorrente de R$ 6,454 bilhões no terceiro trimestre deste ano, cifra 3,20% superior à vista no mesmo intervalo de 2017, de R$ 6,254 bilhões. Em relação aos três meses imediatamente anteriores, quando o montante foi de R$ 6,382 bilhões, foi identificado aumento de 1,1%.

O desempenho do banco no terceiro trimestre foi influenciado, conforme o Itaú explica em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras, por um menor custo do crédito da instituição e crescimento da margem financeira com clientes. No critério atribuível aos acionistas controladores (IFRS), o lucro da instituição foi de R$ 6,126 bilhões de julho a setembro, com leve alta de 1,34% ante igual período do ano passado. Leia Mais

O livro impresso agoniza, Livraria Saraiva fecha 20 lojas

O livro impresso agoniza, Livraria Saraiva fecha 20 lojas

Depois de a Livraria Cultura entrar com pedido de recuperação judicial, agora foi a vez da Livraria Saraiva tomar uma medida mais drástica. Nesta segunda-feira, 29, ela está fechando 20 lojas espalhadas pelo Brasil. A empresa não confirma a relação das livrarias fechadas, mas segundo fontes do mercado, estão entre elas as lojas de Londrina, Santos (Avenida Ana Costa), Campinas (Galeria Shopping), Alphaville, Tamboré, Granja Viana, Mogi das Cruzes e dos shoppings Anália Franco, West Plaza e Plaza Sul.

Em comunicado, a Saraiva disse que vem tomado “medidas voltadas à evolução da operação e perenidade do negócio”. Isso inclui o fechamento das 20 lojas e o fortalecimento do seu e-commerce, que hoje representa, segundo a empresa, 38,4% do negócio. A rede tem, no momento, 84 livrarias. Leia Mais

Os 100 melhores CEOs do mundo em 2018

Os 100 melhores CEOs do mundo em 2018

Em momentos turbulentos, a estabilidade e consistência podem ser virtudes importantes. Foi isso que a Harvard Business Review buscou para escolher os 100 melhores CEOs do mundo em 2018. Esses líderes enfrentam uma série de forças externas, como concorrência, clientes exigentes, investidores que pressionam por lucros maiores e cenário político e econômico desfavorável. Mesmo assim, suas empresas mostraram uma capacidade notável de sustentar o crescimento.

Entre os 100 escolhidos do ano, 70 estavam na lista de 2017 – incluindo Pablo Isla, CEO da empresa de varejo espanhola Inditex, que pela segunda vez é o primeiro colocado. Leia Mais

IBM compra Red Hat por US$ 34 bilhões

IBM compra Red Hat

IBM coloca mais fichas no mercado de nuvem com a aquisição da empresa de nuvem e software livre Red Hat. A aquisição, que foi confirmada ontem (28/10) pelas empresas, será no valor aproximado de US$ 34 bilhões. O acordo, o maior na história da IBM, ajuda a companhia a se colocar como um player relevante nesse mercado. A empresa centenária não foi ágil no desenvolvimento e oferta de tecnologia de nuvem, mercado dominado por companhias como Microsoft e Amazon, com a AWS (Amazon Web Services).

“A aquisição da Red Hat é um divisor de águas”, disse em pronunciamento Ginni Rometty, CEO da IBM. “Isso muda tudo em relação ao mercado de nuvem.” Leia Mais

Fracos resultados da Amazon e Alphabet geram preocupações com crescimento

Fracos resultados da Amazon e Alphabet geram preocupações com crescimento

As ações da Amazon.com tiveram a maior queda em quatro anos nesta sexta-feira, depois que suas perspectivas para as vendas no período de festas do fim do ano não atingiram as metas, gerando preocupações de que os queridinhos de tecnologia de Wall Street estejam finalmente começando a enfrentar uma concorrência mais forte.

Este foi o segundo trimestre consecutivo em que a empresa do bilionário Jeff Bezos não conseguiu atingir as metas de vendas e, em conjunto com a decepção semelhante gerada pela proprietária do Google, a Alphabet, chacoalharam os mercados acionários. Leia Mais

Um terço de vendas da Black Friday será antecipação para Natal

Um terço de vendas da Black Friday será antecipação para Natal

Um pouco mais de um terço (37%) das compras da Black Friday deste ano, a megaliquidação do varejo marcada para a penúltima sexta-feira de novembro, é antecipação de compras de Natal.

No caso de itens de vestuário, essa fatia é bem maior e chega a 53% do faturamento da megapromoção. Já para os eletrônicos, a participação está abaixo da média e corresponde a 32% das vendas.

Os dados fazem parte de uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) em parceria com a Ferraz Pesquisa de Mercado para saber as grandes tendências do evento deste ano. Leia Mais

Entenda com funciona a Alibaba e o futuro dos negócios

Entenda com funciona a Alibaba e o futuro dos negócios

Em setembro de 2014, a Alibaba virou manchete ao realizar o maior IPO do mundo. Hoje a empresa tem uma das dez maiores capitalizações globais de mercado, superou a Walmart em vendas globais e expandiu-se em todos os principais mercados do mundo. E seu fundador, Jack Ma, é mundialmente conhecido.

A plataforma de e-commerce da Alibaba cresceu enormemente desde o início, em 1999. No entanto, ainda não era campeã mundial em 2007, quando a equipe de gestão — na qual eu já trabalhava havia um ano em período integral — promoveu uma reunião para um off-site de estratégia em um hotel insípido à beira-mar em Ningbo, província de Zhejiang. No decorrer do encontro, as nossas observações e pensamentos desarticulados sobre as tendências de e-commerce começaram a fundir-se em uma visão mais ampla do futuro e, por fim, chegamos a uma visão comum. Nós “promoveríamos o desenvolvimento de um ecossistema de comércio eletrônico aberto, coordenado e próspero”. Foi então que a trajetória da Alibaba começou de fato. Leia Mais

Desnacionalização de empresas avança no Brasil

Desnacionalização de empresas avança no Brasil

Nos últimos cinco anos, quase 400 empresas brasileiras passaram para as mãos de estrangeiros no País. Eles desembolsaram R$ 133 bilhões nesse período para comprar participações em companhias nacionais. O movimento vem crescendo desde 2014, mas ganhou destaque no ano passado, quando as transações envolvendo capital externo avançaram 40% – de 75, em 2016, para 108.

Neste ano, a expectativa é que, definido o cenário eleitoral na próxima semana, novas operações sejam anunciadas, elevando ainda mais a presença de grupos internacionais no País. Na lista de anúncios esperados, estão operações envolvendo duas gigantes nacionais: Embraer e Braskem. Leia Mais

Marcas e consumidores: uma relação nada artificial

Marcas e consumidores: uma relação nada artificial

Só nos últimos dois anos, nós – os seres humanos – produzimos 90% de todo os dados da história da humanidade. Isso inclui fotos, vídeos, mensagens de texto, blogs, likes, compras online, páginas visitadas, check in em restaurantes, corridas de táxis, entre tantos outros. O importante é frisar que todas as nossas ações digitais, ativas e voluntárias, passivas e implícitas, se transformam em algo muito relevante: dados.

Os nossos celulares são o centro desta enorme produção exponencial, contínua e irreversível de criação de… dados! O ponto fundamental é que os dados representam uma nova forma de energia, um novo impulso econômico, uma nova moeda. De certa forma, nós, como usuários, somos parte desta nova economia, estamos participando desse fenômeno e o nosso poder cresce cada vez mais. Hoje, como nunca, temos a chance de nos fazer ser ouvidos e de ter as nossas necessidades atendidas. O consumidor é o protagonista! Leia Mais

Procter & Gamble tem lucro acima do esperado e crescimento de vendas surpreende

Procter & Gamble tem lucro acima do esperado e crescimento de vendas surpreende
A Procter & Gamble relatou um aumento acima do esperado nas vendas do primeiro trimestre nesta sexta-feira (19/10) devido à forte demanda por produtos de beleza e limpeza, ajudando a empresa na concorrência com produtos de marcas mais baratas.

As vendas aumentaram 5% no negócio de beleza da gigante de consumo, impulsionadas pelas receitas de dois dígitos de marcas premium de cuidados com a pele SK-II e Olay. As vendas da divisão de tecidos e cuidados domésticos, a maior unidade em vendas, subiram 2%.

O lucro líquido atribuível à empresa subiu para US$ 3,20 bilhões, ou US$ 1,22 por ação, no primeiro trimestre fiscal encerrado em 30 de setembro, ante US$ 2,85 bilhões, ou US$ 1,06 por ação, um ano antes. Leia Mais

Brasil perde 36 mil milionários de 2017 para 2018

Brasil perde 36 mil milionários de 2017 para 2018

O Brasil perdeu 36 mil milionários nos 12 meses encerrados em meados de 2018, segundo relatório do Credit Suisse divulgado nesta quinta-feira. Eles passaram de 190 mil em 2017 para 154 mil este ano. De acordo com o banco, poucos países registraram recuo nesso grupo, e que o principal fator de queda foi a depreciação cambial.

As maiores perdas de milionários verificadas pelo estudo foram as de Brasil, Austrália (-32 mil), Suécia (-20 mil), Turquia (-16 mil) e Argentina (-9 mil). Já os países que mais ganharam milionários foram Estados Unidos (878 mil), França (259 mil), Alemanha (253 mil), Reino Unido (244 mil) e Itália (200 mil). Leia Mais

PagSeguro lança “Moderninha Smart” com Android e conta digital grátis

Os sistemas de pagamentos eletrônicos têm evoluído bastante nos últimos anos e as famosas maquininhas de crédito e débito também estão recebendo um upgrade. Para não ficar para trás, a PagSeguro lança a Moderninha Smart, que traz integração com Android, apps dedicados ao varejo, conexões WiFi, Bluetooth e 4G, além de leitor de QR Code e NFC.

A Moderninha Smart chega ao mercado por R$ 839 ou 12 parcelas de R$ 69,90, com direito a conta digital grátis — para realizar pagamentos e transferências; fazer empréstimo, recarga de celular e saque no Banco24Horas — e aceita também cartões de refeição. As franquias aceitas são Mastercard, Visa, Elo, American Express, Diner’s, Hipercard, Alelo, Sodexo, Ticket e VR. Leia Mais

Brasil cai três posições no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial

Brasil cai três posições no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial

O Brasil caiu três posições no ranking que avalia a competitividade de 140 países, divulgado nesta terça-feira (16/10) pelo Fórum Econômico Mundial em parceria com a Fundação Dom Cabral. Décimo maior mercado entre os avaliados, o Brasil se destacou pela solidez de seu sistema financeiro. Em capacidade inovadora, embora não se compare às nações mais dinâmicas do mundo, o país fica na metade superior do ranking, em 40º lugar. Mas se colocou muito atrás em termos de dinamismo empresarial e ambiente macroeconômico. Em uma escala de 0 a 100 pontos, o Brasil fez 59,5. Isso depois de avançar um pouco em 2017 e já ter piorado bastante em 2016.

Pela nova metodologia adotada este ano (detalhes mais abaixo), os Estados Unidos são o país mais competitivo do mundo, com 85,6 pontos, destacando-se principalmente em dinamismo empresarial, sistema financeiro e mercado de trabalho. Em seguida vêm Cingapura (83,5 pontos), Alemanha (82,8), Suíça (82,6), Japão (82,5), Holanda (82,4), Hong Kong (82,3), Reino Unido (82), Suécia (81,7) e Dinamarca (80,6).
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LinkedIn anuncia aquisição de startup norte-americana de recursos humanos

LinkedIn anuncia aquisição de startup norte-americana de recursos humanos

O LinkedIn anunciou a compra da Glint, startup norte-americana de recursos humanos baseada em inteligência artificial.

Com sede em Redwood City, na Califórnia (EUA), e escritórios em Londres (Reino Unido) e em Lincoln (EUA), a Glint é uma plataforma organizaciaconal que gera dados sobre desempenho, produtividade e saúde dos funcionários para as empresas.

Os termos do acordo ainda não foram divulgados. No entanto, é público que a Glint já levantou cerca de US$ 80 milhões em rodadas de investimento nos últimos dois anos. Entre os investidores estão Meritech Capital Partners, Bessemer Venture Partners e Norwest Venture Partners. Leia Mais

Conheça a gigante chinesa que vai investir R$ 200 milhões no Nubank

Conheça a gigante chinesa que vai investir R$ 200 milhões no Nubank

Em seu primeiro investimento no Brasil, a gigante chinesa Tencent já fez questão de mostrar o seu tamanho. Ao todo, serão R$ 200 milhões investidos na fintech Nubank, segundo o site The Information – e, graças à operação, a startup brasileira se tornou a mais valiosa da América Latina.

Fundado em 1998, o Tencent fornece serviços de internet para diferentes demandas: comunicação, publicidade online, informação, entretenimento e e-commerce, entre outros. A plataforma mais conhecida da empresa é o aplicativo de mensagens WeChat, lançado em 2011 – o mais popular na China e muito parecido com o WhatsApp. Leia Mais

5 dicas para vender na internet sem ter um e-commerce próprio

Como Ganhar dinheiro online

As vendas do comércio varejista no País cresceram 0,9% em agosto na comparação com o desempenho registrado em julho, segundo indicador do Serasa Experian, e em comparação a agosto de 2017 subiu 7,9%. Mesmo com o mercado em ascensão, os números do varejo físico ainda preocupam os comerciantes que buscam alternativas para alavancar as vendas e conseguir mais clientes. 

Uma alternativa segura e com baixo investimento inicial é optar pelas vendas em shoppings virtuais, conhecidos como marketplaces. No Brasil, existem diversas plataformas que podem ajudar o empreendedor a começar seu negócio online. Segundo Frederico Flores, especialista em marketplace e Head da Becommerce, plataforma para gestão de vendas em marketplaces que integra o grupo Mercado Livre, este mercado já é responsável por cerca de 20% do  faturamento de todo comércio eletrônico no Brasil. Leia Mais

Ford prepara reestruturação mundial

Ford prepara reestruturação mundial

A Ford prepara um grande plano de reestruturação mundial, envolvendo enxugamento de operações e corte de empregos, segundo comunicado divulgado nesta sexta-feira (05/10) pela montadora, segundo veículos de comunicação dos Estados Unidos.

O programa será implantado em prazo de três a cinco anos, envolverá um número ainda não definido de cortes de pessoal e custará em torno de US$ 11 bilhões segundo notícias publicadas pelo “Wall Street Journal”, “Detroit News” e “Automotive News”, publicação voltada ao setor automotivo, entre outros.

“Estamos realmente prestes a redesenhar nosso negócio. O resultado disso é que haverá reduções. O objetivo real é mudar o jeito como trabalhamos”, disse Karen Hampton, porta-voz da companhia, segundo a “Automotive News”. Leia Mais

2018 foi o ano da explosão de novas cervejarias

Com ou sem crise, as pequenas cervejarias brasileiras continuam crescendo em ritmo acelerado. Um levantamento divulgado ontem (4/10) e conduzido pelo geógrafo Eduardo Marcusso e pelo auditor fiscal federal agropecuário Carlos Vitor Müller, ambos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), mostra que a quantidade de cervejarias registradas no órgão – requisito obrigatório para a atuação comercial –, até setembro, já é 23% maior que no ano passado inteiro.

São 835 as empresas produtoras de cerveja registradas no país, contra 679 ao final de 2017. Essas cervejarias totalizam 169.681 produtos registrados – ou seja, rótulos e variedades cerveja vendidas em todo país. Leia Mais

“Ou mudamos ou morremos” declarou o presidente da Microsoft Brasil

PAULA+BELLIZIA,+PRESIDENTE+DA+MICROSOFT

“Nós éramos uma empresa que não falava com nenhuma outra plataforma até quatro anos atrás. Hoje isso é impossível, e nós aprendemos da maneira mais difícil”, diz Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil, sobre a colaboração entre empresas de tecnologia. A executiva integrou um dos paineis do evento Lide Next, na última quarta-feira (03/10), em São Paulo, com o objetivo de abordar os avanços da inteligência artificial (IA).

Bellizia usou o exemplo da própria Microsoft para discutir as mudanças proporcionadas por tecnologias como essa no âmbito das empresas. A tendência, segundo ela, é o mundo ser cada vez mais aberto ao compartilhamento de dados e à formação de parcerias em nome de um desenvolvimento em grande escala. “A missão que estamos aprendendo no mundo de tecnologia é que você precisa abrir mão de posições fixas, se quiser continuar evoluindo. Ou você muda, ou você morre”, diz. Leia Mais

A Microsoft está abraçando o Android como o seu novo Windows Mobile

A Microsoft está abraçando o Android como o seu novo Windows Mobile

Durante o evento da apresentação do novo Surface, a Microsoft também revelou um recurso interessante no Windows. Com o nome de Your Phone, tratase- de um aplicativo que vai espelhar aplicativos móveis do Android nos PCs que tragam o Windows 10.

O funcionamento do Your Phone é bem simples. Ele espelha a tela do seu smartphone no PC, que exibirá uma lista de aplicativos para Android. Para usá-los no PC, basta tocar na tela (se você tiver um PC com tela sensível ao toque), ou mesmo usar o mouse e ele vai ser executado adaptando-se à tela. Leia Mais

Vendas do e-commerce devem avançar na Black Friday

Vendas do ecommerce devem avançar na Black Friday

O faturamento com as vendas online na Black Friday deste ano deve crescer em relação a 2017, disse nesta quinta-feira o presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), Maurício Salvador.

“Ainda estamos trabalhando nos números, mas vai crescer, até porque a Black Friday ganhou muita força e se tornou a data mais importante para o varejo (depois do Natal)”, afirmou à Reuters durante o Rakuten Expo, em São Paulo. De acordo com ele, a Abcomm deve divulgar as estimativas em meados deste mês. Leia Mais

Dólar e Bolsa perdem fôlego; investidor segue atento à cena eleitoral

Dólar e Bolsa perdem fôlego; investidor segue atento à cena eleitoral

Após chegar a subir mais de 4,5% na abertura e atingir a faixa dos 85 mil pontos, o Ibovespa perdeu parte de seu ímpeto, mas ainda sustenta ganhos próximos a 3% nesta quarta-feira. O cenário eleitoral continua gerando otimismo entre os investidores locais e impulsiona o giro financeiro do índice, em meio às apostas de vitória de Jair Bolsonaro (PSL) — e de um consequente avanço das reformas econômicas.

Por volta de 13h30, o Ibovespa avançava 2,91%, aos 83.990 pontos, após chegar a subir 4,69% na máxima, aos 85.442 pontos — maior pontuação intradiária desde 17 de maio, quando tocou os 86.536 pontos. Com o desempenho de hoje, o índice já acumula ganho de 5,7% nesta semana. Leia Mais

Embraer e Boeing querem fábrica nos EUA

Embraer e Boeing querem fábrica nos EUA

A negociação de uma joint venture na área de defesa entre as fabricantes de avião Embraer e Boeing incluirá a instalação de uma linha de montagem nos Estados Unidos do cargueiro militar KC-390, um dos projetos mais promissores da empresa brasileira. A informação foi antecipada pelo jornal Valor Econômico e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Ao contrário da parceria entre as empresas na área de aviação comercial – anunciada em julho -, a joint venture no setor de defesa terá a Embraer como sócia controladora. A participação exata da brasileira no negócio ainda não foi definida. A fábrica da Embraer em Gavião Peixoto (SP), onde o KC-390 vem sendo desenvolvido, deverá ser mantida e ficará de fora do acordo.

Nos Estados Unidos, a cidade em que a unidade fabril será instalada ainda não foi definida e há conversas em andamento com governos de Estados para obtenção de isenções fiscais. Leia Mais

Trump: o Brasil cobra de nós o que querem…

Trump: o Brasil cobra de nós o que querem

O anúncio, nos EUA, de um novo acordo de livre-comércio entre EUA, Canadá e México acabou servindo de oportunidade para o presidente americano, Donald Trump, alfinetar o Brasil e sua política comercial.

Ao dizer a um jornalista que a Índia cobra “tarifas tremendas” dos EUA, Trump acrescentou que o Brasil é outro caso. (…) Eles cobram de nós o que querem. Se você perguntar a algumas empresas, elas dirão que o Brasil está entre os mais duros do mundo (em comércio exterior), talvez o mais duro”.

Será verdade o que diz Trump – o Brasil é “muito duro” no comércio internacional e “cobra o que quer” dos EUA?

De fato, o Brasil é considerado, pelos padrões internacionais, um dos países mais fechados do mundo em comércio exterior, por adotar barreiras protecionistas a importações. Leia Mais

Mercado de bebidas à base de maconha pode chegar a US$ 600 milhões

Mercado de bebidas à base de maconha pode chegar a US$ 600 milhões

As bebidas com infusões derivadas de compostos da maconha poderiam aumentar até se tornarem um mercado de US$ 600 milhões nos EUA nos próximos quatro anos, superando o crescimento de outras categorias de produtos de cannabis no varejo.

Em nota, Bobby Burleson, analista da Cannacord Genuity, diz que essas bebidas com CBD (Canabidiol) e THC (tetra-hidrocarbinol, principal componente ativo da maconha) poderiam aumentar para conquistar cerca de 20% do mercado americano de produtos comestíveis a base de maconha até 2022, contra 6% vendidos atualmente.

Segundo ele, é uma oportunidade na qual fabricantes de cerveja e refrigerantes estão ansiosos para participar. A Constellation Bbrands, matriz da cerveja Corona, se tornou o maior acionista da Canopy Growth Corp no início deste ano, enquanto a Molson Coors Canada formou uma empresa conjunta com a Hexo Corp. Além disso, a Coca-Cola disse que está explorando a ideia. Leia Mais

BNDES muda regra e pessoas físicas podem investir em energia solar

BNDES muda regra e pessoas físicas podem investir em energia solar

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou mudanças no Programa Fundo Clima. A partir de agora, no subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes, pessoas físicas terão acesso a financiamentos para a instalação de sistemas de aquecimento solar e sistemas de cogeração (placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e equipamentos necessários). Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia. Os recursos poderão ser contratados em operações indiretas somente por meio de bancos públicos.

Economia – A implantação de sistemas de geração de energia solar permitirá aos consumidores reduzirem gastos com a conta de luz, já que passarão a comprar menos energia da concessionária e poderão, dependendo de sua região, fazer até uma conta corrente de energia vendendo o excedente para a distribuidora. Além disso, a geração distribuída traz um benefício para o sistema elétrico, já que conta com vários pontos de geração espalhados por residências e comércio, reduzindo o risco de interrupção do fornecimento de energia Leia Mais