Quanto tempo o Brasil tem para ficar ‘rico’ antes de ficar ‘velho’?

Quanto tempo o Brasil tem para ficar rico antes de ficar velho

Imagine uma casa onde vive uma família formada por pai, mãe e cinco filhos. Com o decorrer dos anos, os pais se aposentam. As crianças, já adultas, trabalham. Mas só uma delas decide ter filhos. Ou seja, se no passado duas pessoas sustentavam cinco, o quadro se inverteu: agora, cinco (filhos) sustentam três pessoas: os dois avós e o neto.

Com mais pessoas trabalhando e menos dependentes, a situação financeira da família melhora consideravelmente. Leia Mais

Desnacionalização de empresas avança no Brasil

Desnacionalização de empresas avança no Brasil

Nos últimos cinco anos, quase 400 empresas brasileiras passaram para as mãos de estrangeiros no País. Eles desembolsaram R$ 133 bilhões nesse período para comprar participações em companhias nacionais. O movimento vem crescendo desde 2014, mas ganhou destaque no ano passado, quando as transações envolvendo capital externo avançaram 40% – de 75, em 2016, para 108.

Neste ano, a expectativa é que, definido o cenário eleitoral na próxima semana, novas operações sejam anunciadas, elevando ainda mais a presença de grupos internacionais no País. Na lista de anúncios esperados, estão operações envolvendo duas gigantes nacionais: Embraer e Braskem. Leia Mais

Crise, país perdeu 70,8 mil empresas em 2016 e dispensou de 1,6 milhão

Crise, país perdeu 70,8 mil empresas em 2016 e dispensou de 1,6 milhão

Em meio à recessão econômica, o Brasil registrou fechamento de 70,8 mil empresas no ano de 2016, segundo o levantamento Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O saldo total de empresas ficou negativo pelo terceiro ano consecutivo, com uma queda de 1,6% em relação a 2015. Ao todo, havia 4,5 milhões de empresas ativas em 2016, que ocupavam 38,5 milhões de pessoas, sendo 32,0 milhões de assalariados e 6,5 milhões de sócios ou proprietários. Em relação ao ano anterior, porém, o pessoal assalariado encolheu 4,8%, o equivalente a 1,6 milhão de trabalhadores a menos, a segunda queda seguida. Leia Mais

Trump: o Brasil cobra de nós o que querem…

Trump: o Brasil cobra de nós o que querem

O anúncio, nos EUA, de um novo acordo de livre-comércio entre EUA, Canadá e México acabou servindo de oportunidade para o presidente americano, Donald Trump, alfinetar o Brasil e sua política comercial.

Ao dizer a um jornalista que a Índia cobra “tarifas tremendas” dos EUA, Trump acrescentou que o Brasil é outro caso. (…) Eles cobram de nós o que querem. Se você perguntar a algumas empresas, elas dirão que o Brasil está entre os mais duros do mundo (em comércio exterior), talvez o mais duro”.

Será verdade o que diz Trump – o Brasil é “muito duro” no comércio internacional e “cobra o que quer” dos EUA?

De fato, o Brasil é considerado, pelos padrões internacionais, um dos países mais fechados do mundo em comércio exterior, por adotar barreiras protecionistas a importações. Leia Mais

Subway: expansão de 2,3 mil lojas até o fim do ano

Subway fast Food Brasil

Nos os últimos 3 anos o brasileiro Michel Chaim Machado foi o responsável por preparar o terreno para a entrada da cadeia de restaurantes Taco Bell no Brasil, em 2016, além de liderar a escalada local da empresa. No fim de junho deste ano, ele decidiu que era o momento de variar o cardápio e poucos dias depois de deixar rede de fast food de tacos e burritos, assumiu o comando da Subway no País.

Dona de um faturamento global de US$ 17 bilhões, a rede americana é conhecida por ser uma verdadeira máquina de abrir franquias. No mundo, são mais de 43 mil lojas, em 112 países. Com 2.222 unidades e uma receita estimada em cerca de R$ 2 bilhões, o Brasil é o seu quarto maior mercado, atrás apenas de Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. E, ao que tudo indica, o apetite pelo crescimento está longe de ser saciado. “Queremos chegar ao segundo posto”, diz Machado. “Ainda temos muito espaço para crescer, mas faremos isso com uma ciência muito mais elaborada.” Leia Mais

Startup brasileira cria casa inteligente que fica pronta em 180 dias

Startup cria casa inteligente que fica pronta em 180 dias

Que tal uma casa sustentável e inteligente, que fica pronta em 6 meses?. Esta é a proposta da SysHaus, startup brasileira com foco na construção de casas de alto padrão.

O projeto utiliza apenas peças feitas de materiais recicláveis, como o alumínio e o MDF, sem gerar resíduos ou consumir água. Como são pré-fabricadas, é possível garantir a agilidade do processo, que envolve três meses de fabricação e três de montagem.

A casa inclui placas de energia solar, um sistema de captação e reúso de água da chuva e um biodigestor, que transforma lixo orgânico em gás para abastecer a cozinha e a lareira. A partir do modelo inicial é possível optar, por exemplo, por um com sistema energético autossuficiente – que leva um maior número de placas. Leia Mais

Comércio eletrônico cresce 12% e fatura R$ 23,6 bilhões no primeiro semestre

Comércio eletrônico cresce 12% e fatura R$ 23,6 bilhões no primeiro semestre

O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 23,6 bilhões no primeiro semestre de 2018, alta de 12,1% ante os R$ 21 bilhões registrados mesmo período de 2017. O número de pedidos aumentou 8%, de 50,3 milhões para 54,4 milhões. O tíquete médio foi de R$ 433, aumento de 3,8%.

As informações são do relatório Webshoppers, produzido pela Ebit|Nielsen e divulgado nesta quarta-feira (29), na Fecomércio, em São Paulo.

Para a Ebit|Nielsen, a expectativa é que o comércio eletrônico feche 2018 com vendas de R$ 53,4 bilhões, alta de 12%, diante dos R$ 47,7 bilhões registrados em 2017.

O número de pedidos deverá crescer 8%, atingindo a marca de 120 milhões, e o tíquete médio pode ter alta de 4%. Leia Mais

Uber fará testes com helicóptero elétrico no Brasil

Uber fará testes com helicóptero elétrico no Brasil

Não é nenhuma novidade que a Uber quer diversificar suas atividades para além dos carros. Por terra, a companhia quer usar bicicletas e patinetes elétricos, como já falamos há alguns dias. Mas a empresa quer ir além, ocupando também os ares, com helicópteros — e o Brasil está entre os candidatos para receber os testes do serviço nos próximos cinco anos.

A Uber dá o nome de Uber Air ao serviço de “veículos elétricos baseado em decolagem e aterrissagem vertical (VTOL)” — favor não confundir com o Ubercopter, que funcionou no Brasil por um mês. A empresa já havia confirmado Dallas e Los Angeles como primeiras cidades a receber os testes, durante o 2º Encontro Anual do Uber Elevate, ocorrido em maio. Agora, a empresa procura uma terceira cidade, fora do país.

São cinco países entre os candidatos: Brasil, Japão, Índia, Austrália e França. Por aqui, São Paulo e Rio de Janeiro são as potenciais cidades para receber os testes. Segundo a empresa, alguns dos motivos são a proximidade com a principal operação da Embraer, o uso dos serviços já oferecidos pela Uber e as grandes frotas de helicópteros já existentes nas duas cidades, que mostram que existe demanda por um serviço do tipo. Leia Mais

A Europa já tem 1 milhão de carros elétricos, e o Brasil?

A Europa já tem 1 milhão de carros elétricos

Os carros elétricos são a maior aposta para o transporte do futuro, e cada dia estão expandindo sua presença no mercado europeu. O continente já ultrapassou a marca de 1 milhão de veículos desse tipo — com crescimento em todos os países, muitos deles acima de 100%. É o que mostra um estudo divulgado pela EV-Volumes, uma base de dados sobre veículos elétricos. O total foi atingido graças às 195 mil unidades vendidas no primeiro semestre de 2018 — 42% a mais do que no mesmo período de 2017.

Segundo a análise, a Alemanha é a principal responsável pelo crescimento do continente em termos de volume. No país, houve uma alta de 52% nas vendas do primeiro semestre.

Com os resultados obtidos nos primeiros seis meses do ano, a Europa deve alcançar, até o final do ano, um total de 1,35 milhão de veículos elétricos. Leia Mais

Bye, bye,… Brasil, só em 2017 mais de 2 mil milionários deixaram o país

2 mil milionários deixaram o país

Dois mil milionários brasileiros fizeram as malas e deixaram o país com suas fortunas em 2017, segundo dados da empresa global de pesquisa de mercado New World Wealth. Pelo terceiro ano consecutivo, o Brasil ficou no top 10 de países com maior fuga de indivíduos donos de US$ 1 milhão ou mais em ativos, somando 12 mil “emigrantes classe A” desde 2015.

O ranking faz parte do Global Wealth Report Review 2018, produzido pela consultoria com o apoio do AfrAsia Bank e com dados referentes ao ano anterior. Sediada em Johanesburgo, na África do Sul, a empresa vem rastreando o movimento da riqueza no mundo desde 2013.

O relatório alerta que a perda de milionários normalmente é “um péssimo sinal” e “geralmente revela sérios problemas em um país”. Se a saída de dinheiro é o primeiro sintoma de que algo não vai bem na economia e na política de um país, a emigração efetiva de indivíduos HNMWI (high net worth individuals, sigla em inglês para quem tem mais de US$ 1 milhão) é visto como sintoma de grave crise. Leia Mais

As lojas automatizadas ainda estão longe da realidade brasileira?

As lojas automatizadas estão dando apenas seus primeiros passos, mas o interesse pela novidade é grande. Nos Estados Unidos, a Amazon inaugurou no início deste ano o Amazon Go, um supermercado sem caixas e filas, e a startup Zippin, de San Francisco, espera abrir a sua loja de conveniência automatizada no próximo mês. E, segundo uma pesquisa do IBOPE Conecta, o brasileiro também tem bastante interesse no conceito.

O IBOPE Conecta consultou dois mil internautas, entre 8 e 13 de março, das classes A, B, C e D, de todas as regiões do Brasil. Ao todo, 87% dos internautas afirmaram que gostariam de comprar em supermercados sem caixa, pela praticidade, velocidade e por quererem novas experiências. Por outro lado, os 13% que não comprariam justificaram sua escolha apontando o receio de que não tenha ninguém por perto para solucionar um eventual problema, além de acharem que não parece tão seguro.
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Brasil ocupa o 9º lugar nos investimentos em TI

Brasil ocupa o 9º lugar nos investimentos em TI

Com investimento de 38 bilhões de dólares em hardwares, softwares e serviços no ano passado, o Brasil ocupa o 9º lugar no ranking mundial, perdendo para Estados Unidos, China, Japão, Reino Unido, Alemanha, França, Canadá e Índia.
Para a associação, o resultado está em linha com a expectativa de melhora do mercado e indica um maior grau de maturidade nos investimentos em tecnologia.

A entidade observa aumento da preocupação dos executivos em manter a eficiência operacional em suas operações, tornando processos mais ágeis e eficientes para manutenção da competitividade.

O mercado é dominado pela produção de hardware (51,2%), seguido pelos serviços (27,4%) e software (21,4%).

O Sudeste é a região mais importante para o segmento, respondendo por 61,4%. Em seguida, estão Sul (13%), Centro-Oeste (10,8%), Nordeste (10,3%) e Norte (4,5%). Leia Mais

Heineken enfrenta dificuldades no Brasil

Heineken enfrenta dificuldades no Brasil

A frabricante de bebidas Heineken NV está estudando a possibilidade de fechar duas fábricas no Nordeste do Brasil, disse uma executiva sênior da empresa em entrevista ao jornal Valor Econômico.

A vice-presidente da empresa, Nelcina Tropardi, disse ao jornal que eles estavam considerando o fechamento de duas fábricas no estado de Pernambuco porque “a operação acumulou uma perda de R$ 90 milhões no último ano”.

O Valor informou que a Heineken atribui as perdas a decisões judiciais obrigando que a empresa holandesa venda cerveja a um distribuidor local abaixo dos preços de mercado.

Enquanto a cervejaria tem dificuldades financeiras em território nacional, ela anunciou no início de agosto a compra de uma aprticipação de US$ 3,1 bilhões da China Resources Beer, a maior cervejaria da China, em uma tentativa de desafiar a posição da Anheuser-Busch InBev como a maior fabricante de cerveja estrangeira do mundo no mercado. Leia Mais

Motorista da Uber passará receber como taxista

A Uber aprimorou seu sistema de pagamentos a motoristas no Brasil a um molde que se assemelha ao do taxímetro. Para o passageiro, nada muda, só que para quem dirige com o aplicativo a mudança pode ser positiva, em especial nas cidades que sofrem com trânsito pesado.

Anteriormente, os motoristas que usavam o aplicativo eram remunerados com um valor pré-estabelecido no momento que a corrida foi confirmada – azar o dele se um congestionamento se formou pela frente ou se a nova rota sugerida pelo Waze era mais longa. Agora, tanto o tempo quanto a quilometragem de cada viagem serão calculados de forma independente, o que pode resultar em uma remuneração mais gorda no final.

A empresa deu como exemplo uma viagem que, com o sistema de preço antecipado, previa um trajeto de 5 km e 15 minutos. Se a viagem levar 5,5 km e 20 minutos, o motorista receberá pelo tempo e distância percorridos. O mesmo vale se a viagem for mais curta e rápida – ou seja, menos dinheiro.

O multiplicador de preço dinâmico e o preço mínimo da viagem permanecem como mecanismos aplicáveis aos usuários e motoristas. Leia Mais