O improvável país repleto de ‘minas’ de criptomoedas

O improvável país repleto de 'minas' de criptomoedas

A mineração de moedas virtuais tornou-se um grande negócio, mas o que acontece quando os “mineiros” decidem se estabelecer na sua cidade?

Existem centenas de criptomoedas, e os valores de algumas dispararam nos últimos três anos. Um único Bitcoin, por exemplo, vale hoje mais de US$ 7 mil (cerca de R$ 26 mil). Em 2016, sua cotação ainda estava na casa das centenas.

Isso fez com que a criação de uma criptomoeda se tornasse um mercado potencialmente lucrativo.

O processo, conhecido como “mineração”, envolve usar o poder da computação em escala industrial para resolver algoritmos complexos. Entre os objetivos estão tanto limitar a oferta das novas unidades quanto dificultar sua criação. Leia Mais

Criador do BitTorrent quer lançar versão aperfeiçoada do bitcoin

Criador do BitTorrent quer lançar versão aperfeiçoada do bitcoin

Programador que enfrentou inúmeras ações judiciais com a invenção do BitTorrent, o norte-americano Bram Cohen quer explorar em um novo setor: o das criptomoedas. A nova empreitada é uma startup chamada Chia, que está em fase de pré-lançamento e tem como foco “uma avançada infraestrutura de criptomoedas”. Em entrevista ao site da Wired, Cohen afirma que seu plano é trazer ao mercado uma versão melhor do bitcoin, tornando a criptomoeda aceitável para o setor financeiro.

“Eu gosto de problemas técnicos difíceis”, afirmou Cohen à publicação. A criptomoeda, que deve ter venda pública e lançamento em rede previstos para 2019, será cultivada com espaço de armazenamento, como discos rígidos – em vez de mineração mediante uso de poder de processamento, como acontece com o bitcoin. Leia Mais

Países pobres são alvos das criptomoedas

Países pobres são alvos das criptomoedas

Países pobres ou emergentes com economias fracas costumam afastar empresas e investidores estrangeiros. Salvo raras exceções — como as companhias que têm como estratégia comprar ativos em tempos de crise com a expectativa de uma valorização futura —, um contexto econômico ruim não interessa às multinacionais. Não é o caso das corretoras de criptomoedas. Para essas empresas, que fazem a compra e a venda de moedas digitais, regiões em desenvolvimento representam grande oportunidade.

“Países populosos com moedas fracas são ambientes propícios para o crescimento das criptomoedas”, diz Raquel Vaz, diretora internacional de marketing e desenvolvimento de negócios da corretora chinesa Coinbene, que transaciona US$ 15 bilhões por mês. “No momento em que a economia vai mal, a criptomoeda acaba sendo uma alternativa à moeda local, que muitas vezes está bem depreciada. As incertezas aumentam a compra de criptomoeda.” Um exemplo de como a moeda digital pode virar alternativa à local é a petro, da Venezuela. Leia Mais

Mercado de criptomoedas encolhe 186 bilhões de dólares

Mercado de criptomoedas encolhe 186 bilhões de dólares

O valor de mercado coletivo de todas as moedas criptografadas caiu para US$ 186 bilhões nesta quarta-feira – atingindo seu valor mais baixo no ano e o menor desde novembro 2017.

Podemos considerar que foi uma queda bem acentuada e tudo indica que vai continuar caindo, desde seu pico em janeiro chegando a valer US$ 831 bilhões.

A Bitcoin, a maior criptomoeda do mercado, ainda consegue se manter estável, com valor de US$ 6.281, mesmo assim apresentou uma perda de 1,91% nas últimas 24 horas de acordo com a CoinMarketCap.

A moeda também sofreu forte desvalorização, quando comparamos seu valor em janeiro 2018 – US$ 19.800. Embora o Bitcoin continue firme na casa dos US$ 6.000 este ano, nada indica que sairá ilesa da onda de desvalorização. Leia Mais

Depois dos paraísos fiscais, agora é a vez dos paraísos das criptomoedas

Depois dos paraísos fiscais, agora é a vez dos paraísos das criptomoedas

Nos países, incluindo Bermudas, Malta, Gibraltar e Liechtenstein, autoridades aprovaram recentemente leis ou têm legislação em andamento para tornarem-se mais receptivas a empresas e projetos de criptomoedas. Os locais têm sido o destino dessas companhias que estão à procura de abrigo contra a incerteza regulatória nos Estados Unidos e na Ásia.

Em Malta, o governo aprovou 3 leis no dia 4 de julho com o intuito de que as empresas pudessem emitir facilmente novas criptomoedas e negociar as já existentes. Nas Bermudas, por sua vez, o legislativo aprovou uma lei este ano que permite que empresas iniciantes que façam ofertas iniciais de moedas, solicitem aprovação rápida ao Ministro da Fazenda.

“Somos 65 mil pessoas e pouco mais de 30km quadrados, mas temos uma economia muito avançada”, afirmou o premier de Bermudas, E. David Burt, em entrevista feita na Conferência de criptografia em maio, em Nova York, nos Estados Unidos. “Queremos posicionar as Bermudas como uma incubadora para esse setor”. Leia Mais

Você sabe o que é blockchain?

Você sabe o que é blockchain

A “Blockchain” (corrente de blocos, em tradução literal), é uma espécie de grande “livro contábil” que registra vários tipos de transações e possui seus registros espalhados por vários computadores. No caso das moedas criptografadas, como o bitcoin, esse livro registra o envio e recebimento de valores. Para facilitar, pode-se fazer a seguinte analogia: as “páginas” desse “livro contábil” estão armazenadas em várias “bibliotecas” espalhadas pelo mundo; por isso, apagar o conhecimento presente nele é uma árdua tarefa.

Este sistema é formado por uma “cadeia de blocos”. Um conjunto de transações é colocado dentro de cada um desses blocos, que são trancados por uma forte camada de criptografia. Por outro lado, a blockchain é pública, ou seja, qualquer pessoa pode verificar e auditar as movimentações registradas nela. Leia Mais

Corretoras buscam a todo custo popularizar o bitcoin no Brasil

Corretoras buscam a todo custo popularizar o bitcoin no Brasil

Corretoras buscam a todo custo popularizar o bitcoin, desmitificando a imagem de que moedas digitais são destinadas a operações especulativas, perigosas ou ilegais.

“As criptomoedas devem aumentar cada vez mais seu papel como meios de pagamento”, declarou Edisio Pereira Neto, presidente da Bitblue.

“O bitcoin ainda não tem tanta expressão como um meio de troca porque as pessoas acreditam que ele vai se valorizar muito. Por isso, elas preferem manter a moeda em carteira, como reserva de valor, do que gastar”, disse Pereira.

Ele aposta no potencial das moedas digitais para operações de câmbio e remessa de recursos para o exterior. “Já temos acordo com mais de 200 casas de câmbio. Cada vez mais estabelecimentos estão aceitando.”

A instabilidade nas cotações é outra barreira que dificulta uma maior aceitação do bitcoin e de outras moedas digitais pelo comércio em geral.

Por essa razão, algumas corretoras estão elaborando ferramentas que garantam o valor de venda dos produtos comprados com criptomoedas. Leia Mais

Bitcoin será usada para pagar jogadores de futebol

Bitcoins será usado para pagar jogadores de futebol

O advogado Mauricio Corrêa da Veiga atual presidente da Comissão de Direito Desportivo do (IAB) Instituto de Advogados Brasileiros, destacou em sua pauta a futura discussão sobre pagamento de atletas através de bitcoins.

Além do assunto bitcoins dentro do futebol, ele também defendeu a inclusão do direito desportivo como matéria obrigatória nas universidades e pretende ampliar o debate sobre a presença de transgêneros no esporte.

Sobre o pagamento dos jogadores em moeda virtual, Mauricio lembrou da recente contratação de um jogador por um clube de futebol da Turquia usando essa modalidade. Para ele, esse tipo de contratação deve se tornar uma tendência mundial.

“O Bragantino, por exemplo, já está aceitando o pagamento de patrocínio por meio da moeda virtual. Por isso, é necessário que haja um debate sobre os benefícios e desafios de se adotar este método de pagamento”, afirmou.

Mauricio ressaltou também que a inclusão do direito desportivo nos cursos superiores é a principal medida a ser adotada para que se haja um conhecimento mais amplo sobre o assunto, que é discutido sempre dentro do Brasil. Leia Mais

Hackers atacam roteadores brasileiros para minerar criptomoedas

Hackers atacam roteadores brasileiros para minerar criptomoedas

Recente ataque de Hackers atingiu roteadores brasileirios da MikroTik modificando o tráfego web que passa por esses equipamentos para fornecer um código que minera a criptomoeda Monero diretamente no navegador web.

Embora o ataque tenha se concentrado inicialmente no Brasil, é possível que 170 mil roteadores da MikroTik já tenham sido atacados no mundo todo.

Obtendo o controle dos roteadores, os hackers conseguem inserir um código da CoinHive que minera a criptomoeda Monero durante a navegação web. Isso pode acontecer com um ataque ao equipamento do provedor do internauta, mas também com um ataque na infraestrutura do site que é acessado.

A mineração é um processo inofensivo em si, mas aumenta o consumo de energia e possivelmente a produção de calor do computador, o que pode reduzir a vida útil de certos equipamentos (especialmente notebooks ultrafinos, celular e tablets) e prejudicar o desempenho da máquina nas tarefas em execução.

Esse trabalho de processamento pode render moedas, o que cria retorno financeiro para o criminoso sem que ele próprio precise pagar pela conta de energia elétrica e pelo hardware de processamento. No caso desse ataque aos roteadores, o roteador em si – que tem um poder de processamento limitado — não é usado na mineração. Em vez disso, o hacker se aproveita do controle sobre o tráfego de dados que passa pelo roteador para se aproveitar dos internautas.

Esses códigos costumam ser inseridos por criminosos em sites específicos para que os visitantes comecem a minerar criptomoedas sem perceber o que está acontecendo. Em outros casos, é registrado também o abuso direto do poder de processamento de servidores. Já o ataque detectado esta semana adultera os sites durante a transmissão da página. O ataque aos roteadores é mais abrangente: um roteador atacado pode alterar qualquer página acessada. Leia Mais

Initial Coin Offering você sabe o que é?

Initial Coin Offering

ICO é meio não regulamentado pelo qual os fundos são criados para um novo empreendimento em criptomoeda. Uma oferta inicial de moedas é usada por startups para evitar o rigoroso e regulamentado processo de captação de capital exigido por investidores de risco ou bancos.

As ICOs são semelhantes aos IPOs e crowdfunding. Como nas IPOs, uma participação da startup ou da empresa é vendida para arrecadar dinheiro para as operações da entidade durante uma campanha ICO. No entanto, enquanto os IPOs lidam com investidores, as ICOs lidam com entusiastas que estão interessados em investir em um novo projeto, como em um evento de crowdfunding. Mas as ICOs diferem do crowdfunding. Nas ICOs, os patrocinadores são motivados por um retorno prospectivo em seus investimentos, enquanto, no crowdfunding, os fundos arrecadados são basicamente doações. Por estas razões, as ICOs são referidas como crowdsales.

O modelo é uma espécie de vaquinha on-line, ou crowdfunding, mas o diferencial aqui é que a captação de recursos acontece antes mesmo de o projeto começar.

Para tanto, aquele que detém a ideia a publica em fóruns de cripomoedas juntamente com detalhes do projeto, como metas, cronograma, desenvolvimento, equipe, experiência do time e no que moeda que será criada difere, ou até complementa, as demais. Geralmente, os fundos são coletados em moedas virtuais e os empreendedores dispostos a fazer um ICO estruturam uma companhia e anunciam a disposição de vender sua moeda. Leia Mais

Bitcoin despenca 70% seis meses após atingir pico de US$ 20 mil

Bitcoin despenca 70% seis meses após atingir pico de US$ 20 mil

A desconfiança do mercado financeiro fez o bitcoin derreter desde o fim do ano passado, quando chegou a ser vendido por US$ 20 mil, a maior cotação da história da criptomoeda. Desde dezembro de 2017, a moeda virtual beira os 70% de queda.

Enquanto a euforia de investidores contribuiu para levar o preço do bitcoin às alturas, o maior escrutínio de autoridades financeiras sobre levantamentos de capita com toda e qualquer moeda criptográfica ajuda a segurar o ânimo com a maior delas.

Soma-se ainda a desconfiança, levantada por acadêmicos e firmas de análise de mercado, de que a guinada do bitcoin foi sustentada artificialmente por um esquema quase tão complexo quanto as próprias moedas digitiais criado por uma das maiores “casas de câmbio” dessa área.

A valorização do bitcoin, que só no ano passado disparou mais de 1.000%, acendeu o sinal vermelho para a formação de uma bolha especulativa.

Se 2017 foi um ano de crescimento astronômico para o bitcoin, o mesmo não ocorre em 2018. Desde o começo do ano, a moeda virtual já caiu 54%. Na última sexta-feira (22), era negociada a US$ 6.198. Já em relação a dezembro do ano passado, quando atingiu os US$ 20 mil, a derrapada é ainda mais intensa: de 69%. Com o declínio, especialistas avaliam que a bolha possa ter estourado. Leia Mais

Economista vencedor do Nobel quer o fim do Bitcoin

Em meio à valorização constante do Bitcoin, que passou dos 10 mil dólares por unidade na semana passada, o premiado economista Joseph Stiglitz, vencedor do Prêmio Nobel em 2001 por sua análise sobre mercados com informações assimétricas, destoou ao criticar recentemente a moeda virtual.

Em entrevista para a Bloomberg, Stiglitz afirmou que o “Bitcoin só é bem-sucedido por conta do seu potencial para fraudes e falta de supervisão”. “É uma bolha que dará muitas emoções para muitas pessoas à medida que sobe e desce.”

Sem a vigilância de órgãos governamentais, aponta o vencedor do Nobel, a criptomoeda “deve ser banida” uma vez que “não serve a nenhuma função social verdadeira”.

Na última semana, para quem não lembra, o Bitcoin teve uma valorização e tanto, superando a barreira dos 11 mil dólares por unidades pela primeira vez. O crescimento da moeda em 2017 é estimado em 933%, segundo WSJ.

Dossiê Bitcoin

Tudo sobre Bitcoins

A moeda virtual não emitida por nenhum governo apareceu em 2008 no grupo de discussão “The Cryptography Mailing”. Naquela época, poucos imaginavam a valorização e importância que teria no futuro.

Hoje, após ter sido a moeda que mais valorizou em 2016, passou a chamar mais a atenção, mas ainda causa dúvidas. Fernando Pavani, CEO da BeeTech, empresa que oferece soluções cambiais 100% online, esclarece algumas das principais questões acerca da criptomoeda.

O que é a Bitcoin?

Tecnologia criada em 2008, a Bitcoin é uma moeda virtual, uma criptomoeda – ou cryptocurrency, porém as “cédulas virtuais” não são emitidas por nenhum governo e não possuem um órgão regulador o que dificulta um pouco seu uso e gera muitas dúvidas sobre o que pode, e o que não se pode fazer com Bitcoin. 

O maior motivo alegado por pessoas que compram Bitcoins é o de investimento, compra-se a moeda esperando que ela se valorize muito e, assim, se assuma um ganho de valor. O uso de Bitcoin é visto, por muitos especialistas, como o futuro e alguns países já estão encontrando um lugar em sua economia para as criptomoedas. O Japão já regularizou a moeda digital como forma de pagamento e a Rússia já anunciou planos para fazer o mesmo em 2018. Leia Mais