WhatsApp ganhará proteção a conversas por senha e biometria

WhatsApp ganhará proteção a conversas por senha e biometria
O WhatsApp pode finalmente atender um pedido antigos dos usuários: o suporte a proteção de conversas por senha ou biometria. De acordo com prints vazados nesta segunda-feira, a versão do app para iPhone deve ganhar suporte a autenticação via impressão digital ou reconhecimento facial em breve. O recurso já estaria em desenvolvimento, mas ainda não tem data para ser lançado.

De acordo com a publicação do WABetaInfo, famoso por vazar novidades do WhatsApp, o suporte à biometria aumentaria a segurança das conversas dos usuários. Ao ativar o recurso, o aplicativo passaria a exigir que o usuário encostasse o dedo no botão home ou olhasse para a câmera frontal. Só então, o conteúdo do programa seria exibido ao usuário. Leia Mais

WhatsApp criará ‘modo férias’ para silenciar conversas

WhatsApp criará 'modo férias' para silenciar conversas

O aplicativo de mensagens WhatsApp criará um “modo férias”, o qual silenciará os usuários e grupos escolhidos, mas de uma forma diferente da disponível hoje em dia. A novidade foi anunciada na última quarta-feira (17) pelo site WABetaInfo, que costuma acertar previsões sobre a plataforma. A informação não foi confirmada oficialmente, e a data de lançamento também não foi mencionada.

Hoje, no modo silencioso, ao arquivar uma conversa, ela sai da lista de chat padrão. Mas, quando se recebe uma nova mensagem na conversa arquivada, ela retorna para a lista normal e gera uma notificação. Leia Mais

Vendi a privacidade de meus usuários

Brian Acton

Com uma simples decisão, em setembro do ano passado, Brian Acton deixou para trás US$ 850 milhões. Cofundador do WhatsApp, Acton deixava o Facebook antes do período que lhe garantiria ficar com o máximo possível de ações da rede social, segundo acordo firmado entre ele e Mark Zuckerberg. Pouco mais de três anos antes, o Facebook havia anunciado ter comprado o WhatsApp em um acordo de US$ 22 bilhões.

Depois de quase um ano da saída de Acton do Facebook, o fundador de um dos aplicativos mais populares do mundo falou à Forbes sobre o episódio e sua relação com o alto escalão da companhia, mais precisamente, com Mark Zuckeberg, CEO e cofundador do Facebook, e Sheryl Sandberg, chefe de operações da companhia e número 2 da empresa. À publicação norte-americana, Acton disse ter uma visão diferente daquela do Facebook sobre como monetizar o produto. “No final das contas, eu vendi minha empresa”, afirmou Acton à Forbes. “Eu vendi a privacidade de meus usuários por mais benefícios. Eu fiz uma escolha e um acordo. E vivo com isso todos os dias. Leia Mais

Golpistas fingem ser técnicos para roubar dinheiro através do WhatsApp

Recentemente golpistas estão se passando por treinadores que disputam competições estaduais para extorquir dinheiro de atletas por meio do mensageiro para supostamente sacramentar uma negociação.

Um dos que teve o nome envolvido na ação foi João Vallim, treinador que comanda atualmente a Inter de Limeira, tradicional equipe do interior de São Paulo. De acordo com ele, o golpe chegou ao seu conhecimento pela primeira vez há três meses, mas voltou a ser aplicado recentemente.

“Os caras mandam mensagem para as pessoas se passando por treinadores e dizendo que o clube tem interesse nele. Aí dizem que a equipe passa por uma situação financeira ruim e que a transferência seria por conta do atleta”, denunciou João Vallim.

Segundo o treinador, as vítimas costumam mora fora do Estado de São Paulo, especialmente no Norte e Nordeste. Há uma engenharia social por trás do golpe, já que são buscados diretamente atletas jovens ou sem clube – o golpista demonstra até conhecimento da posição em que a vítima atua. Leia Mais

WhatsApp descobriu uma forma de ganhar dinheiro

WhatsApp descobriu uma forma de ganhar dinheiro

O WhatsApp foi comprado pelo Facebook em 2014 por quase US$ 22 bilhões, mas até hoje a empresa não conseguiu encontrar uma boa forma de lucrar com isso. Mas parece que isso pode mudar.

O serviço de mensagens, que já tem 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo, agora vai usar a sua versão de negócios para gerar receita.

As empresas que usarem o WhatsApp Business, que tem mais de 3 milhões de usuários ativos, serão cobradas se demorarem para responder ao cliente. No mês passado, a empresa já havia sinalizado os esforços em tornar a versão para negócios uma saída importante para ganhar dinheiro.

Segundo o Facebook, a nova versão do WhatsApp Business é voltada para empresas de médio e grande porte. Os pequenos negócios que já utilizavam o serviço não serão impactados pela cobrança e poderão fazer tudo de graça.

Na prática, as grandes empresas vão poder tirar dúvidas, responder comentários, dar informações sobre cobranças, entregas, etc. O prazo máximo para responder gratuitamente é de até 24h. Depois disso, elas serão cobradas.

A cobrança de cada mensagem tardia vai variar de 0,5 centavo a 9 centavos de dólar, dependendo do país, segundo informações da Reuters. Leia Mais

Quer ficar invisível para escrever no WhatsApp

Truque deixa você invisível para escrever no WhatsApp – Flychat

Quer deixar ligada a confirmação de “mensagem lida” no WhatsApp, mas não quer mostrar que está lendo o que recebeu da família ou do crush? O app Flychat pode resolver isso para você. Disponível apenas para Android, o programa permite o envio e a leitura de mensagens de forma anônima, sem que você precise abrir o aplicativo.

Funciona da seguinte maneira: o Flychat lê suas notificações e as disponibiliza em uma bolha, tipo aquela que o Messenger abre na tela do Android. Clicando nela, você consegue ver o que te mandaram e responder naquele momento, sem que a outra pessoa receba aquele aviso de que você está “digitando”.

O Flychat não funciona só com o Messenger ou o WhatsApp, pelo contrário. Telegram, Skype, Slack, Hangouts e até Twitter são outros aplicativos que recebem os benefícios da invisibilidade, segundo promove a empresa – ela diz que 12 mensageiros funcionam com o serviço.

A gente testou com os que mais importam e os resultados foram mistos. Mais popular, o WhatsApp operou em sincronia com o app, sem alertar que eu estava digitando ou recebendo mensagens da pessoa com quem eu conversei.

Já o Messenger teve seus probleminhas: eu via as mensagens enviadas e conseguia respondê-las, mas o Flychat não permitia o envio de uma segunda mensagem. Um aviso de “ops, um erro aconteceu” impedia que eu continuasse a me comunicar. Tentei contorná-lo e não funcionou. Leia Mais