As 5 empresas mais valiosas do mundo na disputa pela liderança da próxima revolução tecnológica – A saúde

As 5 empresas mais valiosas do mundo na disputa pela liderança da próxima revolução tecnológica - A saúde
Na última década, o smartphone deixou de ser apenas um aparelho para comunicação, tornando-se um poderoso portal
capaz de gerenciar nossas vidas. As pessoas cada vez mais vem usando estes aparelhos para comprar, compartilhar, estudar, trabalhar, jogar, pesquisar e se relacionar. Agora, além desta série de atividades, a tecnologia digital, móvel e conectada vai se expandir para uma esfera ainda maior e mais vital – A saúde.

A Apple comunicou recentemente que passou três anos preparando seus aparelhos para processar dados médicos, oferecendo produtos e recursos avançados para equipes de profissionais da área médica.
Segundo a empresa, a próxima atualização do sistema para iPhone incluirá um recurso chamado “Health Records” capaz de fazer com que os próprios usuários gerenciem e compartilhem seus diagnósticos. Integrado no aplicativo o “Apple’s Health”, um novo recurso que reunirá informações sobre médicos, hospitais e clínicas. Permitindo pela primeira vez que milhões pessoas tenham total controle dos próprios diagnósticos médicos. Seria o começo do fim dos médicos? Leia Mais

90% dos médicos adotarão tecnologias móveis no leito do paciente.

90% dos médicos adotarão tecnologias móveis no leito do paciente.
Um estudo realizado pela Zebra Technologies junto à comunidade médica aponta que dentro de cinco anos, 90% dos médicos e profissionais de saúde esperam estar usando tecnologias móveis no leito dos pacientes de hospitais de terapia intensiva. A pesquisa, chamada Futuro da Saúde: 2022 – Estudo Hospitalar, identificou o aumento do uso de laptops, tablets, scanners de código de barras sem fio e impressoras portáteis nos hospitais.

Mais de 2/3 dos entrevistados (72%) acreditam que a vantagem do uso desses equipamentos é melhorar a qualidade dos serviços prestados por oferecer informações atualizadas no leito dos pacientes e, com isso, reduzir a probabilidade de erros e diminuir a burocracia. Como efeito colateral positivo, os entrevistados indicam também um aumento do tempo de contato entre o médico e seus pacientes. Do lado dos pacientes, o interesse é reforçado: oito entre dez pacientes disseram sentir-se mais seguros por causa da tecnologia adotada.

Segundo dados da pesquisa, quase todos os hospitais participantes do estudo planejam adotar dispositivos móveis perto dos pacientes, seja por enfermeiros (97%) ou por médicos (98%), até 2022. Um dado interessante é que os hospitais esperam estender tais tecnologias para todo o ecossistema ligado a eles, como farmacêuticos, radiologistas, técnicos de laboratório e responsáveis pelo transporte de pacientes. Leia Mais

De professores a advogados estão virando moradores de rua

Moradores de rua também têm sua “classe média”, gente outrora mais abastada que entrou numa espiral de decadência da qual não conseguiu sair e, hoje, acode aos albergues da Prefeitura de São Paulo em busca de segurança e de apoio para sobreviver com as próprias pernas. É um subgrupo que não pratica a mendicância, evita dormir ao ar livre e usufrui da estrutura pública de assistência social por meses, às vezes, anos.

Sua penúria tem as mesmas origens de quase toda população excluída –desemprego, despejo, separação conjugal, doenças psiquiátricas e vício em álcool e drogas.

Mas seu tombo social costuma ser maior: até se verem sem nada e atingirem o esgotamento, passaram a maior parte da vida com trabalho e carteira assinada, fizeram cursos universitários, tiveram uma família, falam duas línguas ou mais e viajaram o mundo por conta da carreira ou por aventura.

“A gente vê que muitos moradores de rua são qualificados –tem ex-advogado, dono de posto de gasolina, piloto de avião”, diz o secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Filipe Sabará, que substituiu a vereadora Soninha Francine (PPS) no comando da pasta na gestão João Doria (PSDB) há seis meses. Leia Mais

Microchip simulador de ressonância magnética pode ajudar a diagnosticar e tratar doenças com precisão

Microchip simulador de ressonância magnética

Os pesquisadores da Caltech desenvolveram um microchip estilo “Viagem fantástica” que poderá no futuro ser ingeridos como “pílulas inteligentes” para diagnosticar e tratar doenças.

Chamados de ATOMS (transmissores endereçáveis operados como rotações magnéticas), estes microchips poderão um dia monitorar o trato gastrointestinal, o sangue e até mesmo os cérebros dos pacientes, medindo fatores que indicam problemas de saúde – como também seu pH, temperatura, pressão e taxa de glicose no sangue.

Uma matéria publicada na edição de setembro da revista Nature Biomedical Engineering descreve como funciona o novo dispositivo criado pelo cientista Manuel Monge, que agora trabalha na nova empresa Neuneink de Elon Musk. Leia Mais