9 de 10 pessoas estão dispostas a ganhar menos dinheiro para realizar um trabalho mais significativo

Em sua intro­dução do livro Work­ing, a históri­ca nar­ra­ti­va oral do tra­bal­ho de 1974, Studs Terkel posi­cio­nou o sig­nifi­ca­do como uma con­tra­parti­da igual à remu­ner­ação finan­ceira na moti­vação do tra­bal­hador norte-amer­i­cano. “[O tra­bal­ho] con­sti­tui uma bus­ca … tan­to pelo sig­nifi­ca­do diário quan­to pelo ali­men­to diário, tan­to pelo recon­hec­i­men­to quan­to pelo din­heiro, pelo assom­bro em vez do tédio”, escreveu. Entre os “poucos que eram felizes”, con­heceu algu­mas pes­soas que real­mente gostavam de tra­bal­har e obser­vou um atrib­u­to comum: “viam um sig­nifi­ca­do em seu tra­bal­ho além da rec­om­pen­sa salar­i­al”.

Mais de quarenta anos depois, uma grande quan­ti­dade de estu­dos cor­roborou a afir­mação de que os tra­bal­hadores amer­i­canos esper­am algo mais pro­fun­do do que um salário em tro­ca do tra­bal­ho. Os níveis atu­ais de remu­ner­ação mostram ape­nas uma relação mín­i­ma com a sat­is­fação no tra­bal­ho. Em con­tra­parti­da, des­de 2005, a importân­cia do tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo na seleção de empre­gos tem cresci­do con­stan­te­mente. “O sig­nifi­ca­do é o novo din­heiro”, argu­men­tou o autor de um arti­go pub­li­ca­do em 2011 pela HBR. Por que, então, mais empre­sas não realizaram ações conc­re­tas para focar suas respec­ti­vas cul­turas na cri­ação de tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo?

Até o momen­to, os líderes empre­sari­ais care­cem de duas infor­mações essen­ci­ais para agir de acor­do com a descober­ta de que o sig­nifi­ca­do impul­siona a pro­du­tivi­dade. Em primeiro lugar, qual­quer estu­do de caso depende da capaci­dade de traduzir sig­nifi­ca­do, como uma abstração, em din­heiro. Quan­to valereal­mente o tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo? Quan­to de inves­ti­men­to nes­sa área é jus­ti­fi­ca­do em vista dos retornos prometi­dos? E em segun­do lugar: como as empre­sas podem real­mente pro­mover o tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo?

Nós nos pro­puse­mos a respon­der a essas per­gun­tas na Bet­terUp no ano pas­sa­do, como uma con­tin­u­ação de nos­so estu­do sobre a solidão no tra­bal­ho. Nos­so relatório de Sig­nifi­ca­do e Propósi­to no Tra­bal­ho, divul­ga­do nes­ta data, pesquisou a exper­iên­cia do sig­nifi­ca­do no local de tra­bal­ho entre 2.285 profis­sion­ais amer­i­canos, em 26 setores indus­tri­ais e difer­entes faixas de remu­ner­ação, taman­hos de empre­sas e dados demográ­fi­cos. O alto val­or que os tra­bal­hadores atribuem ao tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo sur­preen­deu a todos nós.

O val­or (e o sen­ti­do) do tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo

Nos­so primeiro obje­ti­vo con­sis­tiu em enten­der a dimen­são da crença, ampla­mente difun­di­da, de que o tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo envolve val­or mon­etário. Mais de 9 em cada 10 fun­cionários que encon­tramos estão dis­pos­tos a nego­ciar uma por­cent­agem de seus rendi­men­tos ao lon­go da vida por um tra­bal­ho mais sig­ni­fica­ti­vo. Em todos os gru­pos etários e salari­ais, os tra­bal­hadores aspi­ram tan­to a um tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo que estão dis­pos­tos a pagar por ele. A per­gun­ta de um tril­hão de dólares, por­tan­to, era qual o val­or do sig­nifi­ca­do para o tra­bal­hador indi­vid­ual? Se con­seguisse encon­trar um emprego que lhe ofer­e­cesse sig­nifi­ca­do con­stante, de quan­to de seu salário atu­al você estaria dis­pos­to a abrir mão? Per­gun­ta­mos isso a mais de 2.000 entre­vis­ta­dos. Em média, nos­so grupo de tra­bal­hadores amer­i­canos afir­mou estar dis­pos­to a abrir mão de 23% de todos os seus rendi­men­tos ao lon­go da vida para ter um tra­bal­ho que fos­se sem­pre sig­ni­fica­ti­vo. A mag­ni­tude desse número apoia uma das descober­tas do estu­do recente de Shawn na Con­fer­ên­cia para as Mul­heres. Em uma pesquisa com par­tic­i­pantes des­ta, desco­briu que quase 80% das entre­vis­tadas preferiri­am ter um chefe que se impor­tasse com o fato de elas encon­trarem sig­nifi­ca­do e suces­so no tra­bal­ho a rece­ber um aumen­to de 20% no salário. Levan­do esse número em con­sid­er­ação, notem que os amer­i­canos gas­tam quase 21% da ren­da em mora­dia. Como as pes­soas estão dis­postas a gas­tar mais em tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo do que arran­jar uma casa para morar, a lista de itens essen­ci­ais do sécu­lo 21 pode pre­cis­ar de uma atu­al­iza­ção: “comi­da, roupa, abri­go e tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo”.

Uma segun­da questão rela­ciona­da a esse assun­to é: quan­to vale o tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo para a empre­sa? Desco­b­ri­mos que os fun­cionários com um tra­bal­ho muito sig­ni­fica­ti­vo pas­sam uma hora a mais por sem­ana tra­bal­han­do e recebem menos dois dias de licença remu­ner­a­da por ano. Em ter­mos de quan­ti­dade com­ple­ta de horas de tra­bal­ho, as empre­sas verão mais tem­po de tra­bal­ho investi­do pelos fun­cionários que encon­trarem maior sig­nifi­ca­do no tra­bal­ho. Entre­tan­to, ain­da mais impor­tante, os fun­cionários que encon­tram uma exper­iên­cia de tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­va aumen­tam con­sid­er­av­el­mente a sat­is­fação com o tra­bal­ho, o que está rela­ciona­do ao aumen­to da pro­du­tivi­dade. Com base nos índices esta­b­ele­ci­dos de sat­is­fação com a pro­du­tivi­dade no tra­bal­ho, esti­mamos que o tra­bal­ho alta­mente sig­ni­fica­ti­vo ger­ará um adi­cional de US$9.078 por tra­bal­hador ao ano.

Val­or orga­ni­za­cional agre­ga­do vem na for­ma de tal­en­to reti­do. Apren­demos que os fun­cionários que con­sid­er­am o tra­bal­ho alta­mente sig­ni­fica­ti­vo têm 69% menos prob­a­bil­i­dade de plane­jar sair do emprego nos próx­i­mos seis meses e nele têm esta­bil­i­dade de mais 7,4 meses em média do que os fun­cionários que acred­i­tam que o tra­bal­ho não é sig­ni­fica­ti­vo. Traduzin­do essas con­statações em resul­ta­dos finais, esti­mamos que as empre­sas econ­o­mizam uma média de US$ 6,43 mil­hões em cus­tos anu­ais rela­ciona­dos à rota­tivi­dade para cada 10 mil fun­cionários, quan­do todos eles sen­tem que o tra­bal­ho deles é alta­mente sig­ni­fica­ti­vo.

Um desafio e uma opor­tu­nidade

Ape­sar dos bene­fí­cios bidi­re­cionais do tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo, as empre­sas estão aquém de fornecê-los. Desco­b­ri­mos em nos­so estu­do que as pes­soas hoje acred­i­tam que seu tra­bal­ho tem ape­nas cer­ca da metade da importân­cia que pode­ria ter. Tam­bém desco­b­ri­mos que ape­nas um em cada 20 dos entre­vis­ta­dos clas­si­fi­cou seu emprego atu­al como o tra­bal­ho mais sig­ni­fica­ti­vo que pode­ri­am imag­i­nar.

Essa lacu­na apre­sen­ta um desafio e uma opor­tu­nidade para os empre­gadores. Os mel­hores tal­en­tos podem exi­gir o que quis­erem, inclu­sive tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo, e aban­donarão o navio se não o con­seguirem. Os empre­gadores devem rea­gir à altura ou perderão tal­en­tos e pro­du­tivi­dade. Con­stru­ir mais sig­nifi­ca­do no ambi­ente de tra­bal­ho não é mais um bene­fí­cio, é uma obri­gação.

Entre as recomen­dações que fornece­mos em nos­so relatório estão estas três cru­ci­ais:

Reforce as redes de apoio social que cri­am sig­nifi­ca­do com­par­til­ha­do.

Os fun­cionários que exper­i­men­tam forte apoio social no local de tra­bal­ho encon­tram maior sig­nifi­ca­do no tra­bal­ho. Aque­les que relataram os mais altos níveis desse tipo de apoio tam­bém tiver­am um aumen­to de 47% nas medi­das de sig­nifi­ca­do em relação aos fun­cionários que clas­si­ficaram a cul­tura de apoio social dos respec­tivos locais de tra­bal­ho como precária. O sen­so de cole­tivi­dade e propósi­to com­par­til­ha­do que surge nas cul­turas cor­po­ra­ti­vas mais fortes agre­ga um impul­so ain­da maior ao sig­nifi­ca­do no local de tra­bal­ho. Para os fun­cionários que exper­i­men­tam tan­to apoio social quan­to um sen­so de propósi­to com­par­til­ha­do, o risco médio de rota­tivi­dade reduz em 24% e a prob­a­bil­i­dade de obter um aumen­to sobe para 30%, com­para­da a fun­cionários que recebem apoio social, mas sem um sen­so comum de propósi­to com­par­til­ha­do.

Táti­cas sim­ples podem ampli­ar a conexão social e o sen­so de propósi­to com­par­til­ha­do. Com­par­til­har de for­ma explíci­ta as exper­iên­cias de tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo é uma for­ma impor­tante de apoio social. As empre­sas podem incen­ti­var os ger­entes a con­ver­sar com os sub­or­di­na­dos dire­tos sobre que aspec­tos do tra­bal­ho são sig­ni­fica­tivos e con­seguir que os ger­entes tam­bém com­par­til­hem suas per­spec­ti­vas com os fun­cionários. Os ger­entes ain­da podem incor­po­rar tem­po durante as reuniões de equipe para artic­u­lar com clareza a conexão entre os pro­je­tos atu­ais e o propósi­to ger­al da empre­sa. Os fun­cionários podem enx­er­gar com mais facil­i­dade como o tra­bal­ho deles é sig­ni­fica­ti­vo quan­do as metas do pro­je­to da equipe se vin­cu­lam à visão mais ampla da empre­sa.

Ado­tar ess­es hábitos, bem como incen­ti­var essas ativi­dades, pode exi­gir algum treina­men­to para os ger­entes, mas podem ser muito úteis na cri­ação de um propósi­to cole­ti­vo den­tro das equipes e entre elas.
Como demon­stra o livro Big Poten­tial, de Shawn, o apoio social tam­bém é um dos indi­cadores-chave de feli­ci­dade ger­al e suces­so no tra­bal­ho. Seu recente estu­do sobre uma con­fer­ên­cia de net­work­ing entre mul­heres demon­strou que esse apoio fora do local de tra­bal­ho gera resul­ta­dos profis­sion­ais essen­ci­ais, como pro­moções.

Faça de cada tra­bal­hador um tra­bal­hador do con­hec­i­men­to.

Em nos­so estu­do desco­b­ri­mos que os tra­bal­hadores do con­hec­i­men­to exper­i­men­tam um sig­nifi­ca­do maior no tra­bal­ho do que out­ros, e que obtêm um sen­so de sig­nifi­ca­do espe­cial­mente forte de um sen­ti­men­to de cresci­men­to profis­sion­al con­tín­uo. Os tra­bal­hadores do con­hec­i­men­to tam­bém são mais propen­sos a se sen­tir inspi­ra­dos pela visão que suas empre­sas estão se esforçan­do para alcançar e humildes pela opor­tu­nidade de tra­bal­har a serviço de out­ros.

A pesquisa mostra que todo tra­bal­ho se tor­na tra­bal­ho de con­hec­i­men­to, quan­do os fun­cionários têm a chance de fazê-lo. Essa é uma boa notí­cia para empre­sas e fun­cionários. Porque quan­do os tra­bal­hadores viven­ci­am o tra­bal­ho como tra­bal­ho de con­hec­i­men­to, este parece mais sig­ni­fica­ti­vo.

Como tal, todos os tra­bal­hadores podem se ben­e­fi­ciar de uma maior ênfase na cria­tivi­dade em suas respec­ti­vas funções. Ofer­eça aos fun­cionários opor­tu­nidades de se enga­jarem cria­ti­va­mente no tra­bal­ho, com­par­til­harem con­hec­i­men­to e sen­tirem que estão par­tic­i­pan­do da cri­ação do proces­so de real­iza­ção do tra­bal­ho.

Muitas vezes, as pes­soas “nas lin­has de frente” (fun­cionários de vare­jo, tra­bal­hadores da lin­ha de mon­tagem) têm infor­mações valiosas sobre as for­mas pelas quais as oper­ações podem ser mel­ho­radas. Envolver os fun­cionários solic­i­tan­do feed­back pode ter enorme impacto na exper­iên­cia de sig­nifi­ca­do dos fun­cionários, e aju­da a mel­ho­rar os proces­sos da empre­sa. Um estu­do de caso de tra­bal­hadores da indús­tria siderúr­gi­ca de nív­el bási­co desco­briu que, quan­do a admin­is­tração insti­tu­iu políti­cas para tirar proveito do con­hec­i­men­to espe­cial­iza­do dos fun­cionários e suas soluções opera­cionais cria­ti­vas, o tem­po de pro­dução aumen­tou 3,5%, resul­tan­do em um aumen­to de US$ 1,2 mil­hão nos lucros opera­cionais anu­ais.

Coach­ing e men­tor­ing são fer­ra­men­tas valiosas para aju­dar os tra­bal­hadores em todas as funções e níveis a encon­trar uma inspi­ração mais pro­fun­da no tra­bal­ho. Ger­entes treina­dos em téc­ni­cas de coach­ing que se con­cen­tram em pro­mover a cria­tivi­dade e o enga­ja­men­to tam­bém podem desem­pen­har esse papel.

Um princí­pio mais amp­lo que vale a pena ressaltar aqui é de que o cresci­men­to pes­soal – a opor­tu­nidade de alcançar novas per­spec­ti­vas cria­ti­vas, nesse caso, além do cresci­men­to profis­sion­al – ali­men­ta o sen­so de sig­nifi­ca­do no tra­bal­ho. Este dom­i­na nos­so tem­po e men­tal­i­dade e, em con­tra­parti­da, esper­amos encon­trar val­or pes­soal ness­es esforços. Ger­entes e empre­sas que bus­cam reforçar o sig­nifi­ca­do pre­cis­arão apoiar proa­t­i­va­mente a bus­ca de cresci­men­to e desen­volvi­men­to pes­soal de seus fun­cionários, em con­jun­to com as opor­tu­nidades mais tradi­cionais de desen­volvi­men­to profis­sion­al.

Apoie os mul­ti­pli­cadores de sig­nifi­ca­do em todos os níveis.

Nem todas as pes­soas e profis­sões con­sid­er­am o tra­bal­ho igual­mente sig­ni­fica­ti­vo. Em nos­so estu­do, fun­cionários com mais tem­po de casa, por exem­p­lo, encon­traram mais sig­nifi­ca­do no tra­bal­ho do que os que tra­bal­ham há menos tem­po na empre­sa. E os pais que cri­am fil­hos acred­i­tam que o tra­bal­ho deles é 12% mais sig­ni­fica­ti­vo do que os fun­cionários sem fil­hos. Em nos­so estu­do, as pes­soas em profis­sões voltadas para serviços, como med­i­c­i­na, edu­cação e assistên­cia social, exper­i­men­ta­ram níveis mais ele­va­dos de sig­nifi­ca­do no local de tra­bal­ho do que os fun­cionários que tra­bal­ham no suporte admin­is­tra­ti­vo ou no trans­porte.

Aproveite os fun­cionários que encon­tram níveis mais altos de sig­nifi­ca­do para agir como mul­ti­pli­cadores de sig­nifi­ca­do em toda a orga­ni­za­ção. Conecte men­tores em car­gos alta­mente sig­ni­fica­tivos, por exem­p­lo, para com­par­til­har per­spec­ti­vas sobre o que tor­na o tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo para eles. Forneça mais ori­en­tação para os fun­cionários mais jovens. Aque­les menos instruí­dos – que têm maiores prob­a­bil­i­dades de tra­bal­har nas lin­has de frente – detêm infor­mações valiosas sobre como mel­ho­rar os proces­sos. Eles seri­am os prin­ci­pais can­didatos ao coach­ing que os aju­daria a encon­trar maneiras de se verem como profis­sion­ais do con­hec­i­men­to que con­tribuem para o suces­so da empre­sa.

Incor­pore sig­nifi­ca­do ao tra­bal­ho

O anti­go con­tra­to de tra­bal­ho entre empre­gador e empre­ga­do, com a sim­ples tro­ca de din­heiro pelo tra­bal­ho, expirou; talvez já hou­vesse expi­ra­do na época de Terkel. Em seu lugar há uma nova ordem em que as pes­soas exigem um tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo e, em tro­ca, se doam de for­ma mais pro­fun­da e livre às empre­sas que o fornecem. Não ape­nas dese­jam que o tra­bal­ho seja sig­ni­fica­ti­vo, mas tam­bém o esper­am e estão dis­postas a pagar caro por isso.

O tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo só tem van­ta­gens. Os fun­cionários tra­bal­ham mais, aban­don­am menos os empre­gos e gravi­tam para cul­turas de tra­bal­ho que ofer­e­cem apoio e que os aju­dam a crescer. O val­or do tra­bal­ho sig­ni­fica­ti­vo para os fun­cionários indi­vid­u­ais e para as empre­sas per­manece em espera, pron­to para ser cap­tura­do por aque­las orga­ni­za­ções preparadas para agir.


Shawn Achor é autor best-sell­er do New York Times de  Big Poten­tial, The Hap­pi­ness Advan­tage e de Before Hap­pi­ness. É dire­tor exec­u­ti­vo de exper­iên­cia da Bet­terUp. Sua palestra no TED é uma das mais pop­u­lares, com mais de 11 mil­hões de visu­al­iza­ções. Deu palestras ou pesquisou em mais de um terço das For­tune 100 e em 50 país­es, bem como para a NFL, o Pen­tá­gono e a Casa Bran­ca. Shawn está con­duzin­do uma série de cur­sos sobre “21 Dias para Inspi­rar Mudanças Pos­i­ti­vas” com a Rede Oprah Win­frey.

Por Shawn Achor, Andrew Reece, Gabriel­la Rosen Keller­man e Alexi Robichaux

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