Energia, alimentos e meio ambiente devem ser foco para tecnologia no Brasil, diz Peter Diamands

Energia, alimentos e meio ambiente devem ser foco para tecnologia no Brasil

Graças à tec­nolo­gia e aos avanços expo­nen­ci­ais pro­duzi­dos pela ino­vação, a humanidade está viven­do o momen­to mais extra­ordinário de sua história. Com essa visão otimista, o fun­dador da Sin­gu­lar­i­ty Uni­ver­si­ty, Peter Dia­man­dis, acred­i­ta que o Brasil é um dos país­es que mais se ben­e­fi­cia­rá de tais trans­for­mações. “Não con­si­go pen­sar em nen­hu­ma nação no plan­e­ta que pode se ben­e­fi­ciar mais das tec­nolo­gias expo­nen­ci­ais do que o Brasil. E eu pos­so diz­er que, estando na Sin­gu­lar­i­ty Uni­ver­si­ty, todas as aulas têm mais brasileiros do que qual­quer out­ro país do mun­do. Então a fome está aqui”, afir­mou ele durante o HSM Expo, em São Paulo.

As prin­ci­pais áreas nas quais o Brasil poderá se desen­volver e se destacar em questões tec­nológ­i­cas são ener­gia, ali­men­tos e meio ambi­ente, con­forme avalia Dia­man­dis. “Temos que pen­sar no Brasil não como uma nação petro­quími­ca, mas como uma nação de ener­gia”, afir­ma o espe­cial­ista, defend­en­do a visão de que mudanças sig­ni­fica­ti­vas acon­te­ce­r­am no setor e con­tin­uarão acon­te­cen­do.

Novas visões a respeito da for­ma como pro­duz­i­mos ali­men­tos – jus­ta­mente por ser o país “respon­sáv­el por ali­men­tar o mun­do”, segun­do Dia­man­dis – tam­bém dev­erão sur­gir nas ino­vações tec­nológ­i­cas do Brasil. O meio ambi­ente tam­bém é um assun­to cen­tral para o espe­cial­ista. “O mun­do está fam­into por tec­nolo­gias para o meio ambi­ente e o Brasil deve estar na lid­er­ança dis­so.”

Segun­do Dia­man­dis, um dos prin­ci­pais desafios para empre­sas e pes­soas será apren­der a lidar com ques­tion­a­men­tos con­stantes. “Nun­ca hou­ve uma época mais poderosa para se viv­er do que ago­ra. A questão é o que você quer faz­er com isso e qual prob­le­ma vai quer­er resolver”, afir­ma.

A própria natureza do mun­do atu­al – expo­nen­cial e glob­al – impõe mudanças na for­ma que esta­mos acos­tu­ma­dos a pen­sar. “Hoje vemos mudanças a cada mês. Não é mais uma lóg­i­ca local e lin­ear”, expli­ca. Em relação aos negó­cios, o ques­tion­a­men­to con­stante será em bus­ca de for­mas de “faz­er difer­ente, mais bara­to e mel­hor”.

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