Veja como o mundo será em 2038

Veja como o mundo será em 2038

Recen­te­mente, Peter Dia­man­dis, cofun­dador e mem­bro exec­u­ti­vo da Sin­gu­lar­i­ty Uni­ver­si­ty, e sua comu­nidade ten­taram desen­har uma pre­visão de mudanças até 2038, quan­do “o dia a dia já não será mais recon­hecív­el”.

O mun­do irrecon­hecív­el em 2038, pre­vê o grupo, acon­te­cerá com a dis­sem­i­nação da inteligên­cia arti­fi­cial em diver­sos cam­pos, com a pop­u­lar­iza­ção dos robôs, além da chega­da de tec­nolo­gias que pare­cem ape­nas um son­ho dis­tante hoje. Já para 2020, a equipe pre­vê a chega­da da tec­nolo­gia de comu­ni­cação 5G ao redor do mun­do. Car­ros voadores devem começar a riscar os céus de alguns país­es. A inteligên­cia arti­fi­cial deve ser usa­da em diag­nós­ti­cos e recomen­dações ter­apêu­ti­cas em cen­tros médi­cos amer­i­canos.

Dois anos depois, em 2022, os robôs gan­harão espaço na sociedade, ocu­pan­do car­gos de recep­cionista ou assis­tente em lojas. Tare­fas domés­ti­cas tam­bém serão real­izadas por máquinas. Car­ros autônomos começam a con­quis­tar os EUA e impres­so­ras 3D per­mi­tirão que con­sum­i­dores “fab­riquem” roupas e obje­tos em casa, mudan­do a lóg­i­ca do con­sumo. As via­gens a Marte devem começar em 2024. Neste ano ver­e­mos drones sendo usa­dos, inclu­sive para entre­gas de pacotes a tel­ha­dos de casas. Fontes de ener­gia solar e eóli­ca terão espaço — e, prin­ci­pal­mente, cus­to acessív­el. Os car­ros elétri­cos, por sua vez, serão metade da fro­ta mundi­al. O tra­bal­ho exi­girá preparo para lidar com inteligên­cia arti­fi­cial.

Peter Diamandis

Ser dono de um car­ro, em 2026, será algo estran­ho, já que veícu­los autônomos farão o trans­porte de pes­soas. Isso quan­do não forem usa­dos veícu­los voadores com deco­lagem ver­ti­cal — a pre­visão é de 100 mil pes­soas usan­do esse trans­porte em cidades como Los Ange­les (EUA), São Paulo e Tóquio. Ali­men­tação será um desafio e agri­cul­tura ver­ti­cal em grandes cen­tros urbanos será vital. Com 8 bil­hões de pes­soas conec­tadas a inter­net de alta veloci­dade, a real­i­dade vir­tu­al será uma tec­nolo­gia comum no mun­do.

Em 2028, ener­gia solar e eóli­ca serão respon­sáveis por quase 100% do con­sumo glob­al, pre­vê o grupo. Esse ano tam­bém mar­ca o ápice da deman­da por petróleo. Dois anos depois, as emis­sões de car­bono devem começar a cair, ricos terão à dis­posição tec­nolo­gias para pro­longa­men­to da vida e a inteligên­cia arti­fi­cial super­ará a inteligên­cia humana. Robôs serão comuns em todos os locais de tra­bal­ho em 2032. Será pos­sív­el trans­ferir a con­sciên­cia para robôs avatares para estar em locais remo­tos do mun­do. Profis­sion­ais terão mod­i­fi­cações, como coproces­sadores ou comu­ni­cação web em tem­po real.

Conexões entre o cór­tex humano e a nuvem serão sig­ni­fica­ti­vas em 2034, de acor­do com as pre­visões da Sin­gu­lar­i­ty. Prob­le­mas globais como câncer e pobreza serão coisas do pas­sa­do. Trata­men­tos para longev­i­dade serão comuns em 2036. Cidades inteligentes, por sua vez, serão comuns — super­efi­cazes no uso de ener­gia solar, além de seguras e abun­dantes em ali­men­tos.

Daqui 20 anos, em 2038, a real­i­dade vir­tu­al e a inteligên­cia arti­fi­cial servirão para ala­van­car a vida humana no mun­do todo. E o dia a dia será irrecon­hecív­el para nós.

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