Publicação de Aplicativos LG webOS: Como Funciona o Processo do Início à Loja

Entenda como funciona a publicação de aplicativos LG webOS.

Publicar um aplicativo LG webOS é muito mais do que enviar um arquivo

Desenvolver um aplicativo para Smart TV é apenas uma parte da jornada.

Depois que a interface está pronta, o player funciona, os menus respondem corretamente ao controle remoto e todos os recursos foram implementados, ainda existe uma etapa fundamental:

fazer com que o aplicativo chegue oficialmente aos televisores LG.

É aí que começa o processo de publicação de aplicativos LG webOS.

Diferentemente de colocar um site no ar, não basta enviar arquivos para um servidor e divulgar um endereço.

Um aplicativo destinado à distribuição oficial precisa passar pelo ecossistema da LG, fornecer informações e documentos específicos, cumprir requisitos técnicos e de experiência do usuário, passar por testes de qualidade e finalmente ser aprovado para disponibilização.

A própria LG divide oficialmente esse processo em três grandes etapas:

Submission → Testing → Approval.

Ou, em português:

submissão → testes → aprovação.

Só depois de concluir esse ciclo o aplicativo pode ser disponibilizado no ambiente de aplicativos da LG.

Para empresas, WebTVs, emissoras, plataformas de streaming, universidades, igrejas e produtores de conteúdo, compreender esse processo antes de iniciar o projeto pode evitar atrasos, reprovações e custos desnecessários.

A SmartLives atua justamente nos processos de desenvolvimento, homologação e publicação para Smart TVs. Em seu site oficial, a empresa informa ser brasileira, possuir mais de 15 anos de experiência no segmento e trabalhar com LG, Samsung, Roku, Google TV e Amazon Fire.

Conheça a SmartLives e seus projetos para Smart TVs


🧩 O que significa publicar um aplicativo LG webOS?

Publicar significa tornar a aplicação oficialmente disponível através do ecossistema de distribuição da LG.

Antes disso, o aplicativo pode existir apenas em ambiente de desenvolvimento ou ser instalado em uma televisão utilizada para testes.

Durante o desenvolvimento, é possível utilizar ferramentas como simulador, CLI, webOS Studio e o Developer Mode em um televisor real.

Mas isso não significa que qualquer pessoa com uma LG conseguirá encontrar o aplicativo.

Para chegar aos consumidores, o projeto precisa ser submetido através do LG Seller Lounge e passar pelo processo de aprovação da fabricante.

Esse processo existe principalmente para preservar a qualidade das aplicações disponibilizadas aos usuários.

A LG não avalia somente se o pacote abre.

Ela verifica aspectos de funcionamento, conteúdo e experiência.

Portanto, quando uma empresa contrata apenas “o desenvolvimento” e não conversa sobre publicação, existe o risco de terminar com um software pronto, mas ainda não disponível para seu público.


🏪 O que é o LG Seller Lounge?

O LG Seller Lounge é o ambiente utilizado por desenvolvedores e empresas para administrar o processo de publicação.

É nele que o responsável se registra como seller, fornece os dados do aplicativo, envia arquivos e documentação e acompanha o andamento da aprovação.

A LG atualmente trabalha com dois tipos principais de vendedor:

Individual Seller, registrado em nome de uma pessoa;

e

Corporate Seller, registrado em nome de uma empresa legalmente constituída.

Essa decisão merece atenção.

Para projetos empresariais, normalmente é importante definir antecipadamente:

quem será proprietário da conta?

quem será responsável pelo aplicativo?

em nome de quem o aplicativo aparecerá?

quem manterá o acesso depois da publicação?

Esses pontos são tão importantes quanto o desenvolvimento técnico.

Uma relação profissional saudável deve deixar clara a titularidade do projeto.


👤 Quem deve possuir a conta de publicação?

Quando uma empresa contrata uma desenvolvedora, existem diferentes maneiras de organizar o processo.

Uma abordagem bastante transparente é manter a aplicação associada à organização proprietária do conteúdo e conceder à equipe técnica os acessos necessários para executar as atividades de desenvolvimento e publicação.

Isso reduz a dependência do fornecedor no futuro.

Imagine uma emissora que investiu em seu aplicativo, conquistou milhares de usuários e, anos depois, decide mudar de prestador de serviços.

Se todas as contas e ativos estiverem sob controle exclusivo de um terceiro, a transição pode se tornar muito mais complicada.

Por isso, antes do início do projeto, vale documentar:

🔐 propriedade das contas;

📦 propriedade do código;

🖼️ propriedade dos materiais gráficos;

🔑 credenciais e permissões;

🔄 responsabilidade pelas futuras atualizações.

A publicação deve fazer parte da estratégia de propriedade digital da empresa.


💻 A publicação começa ainda durante o desenvolvimento

Um erro frequente é imaginar que primeiro se desenvolve tudo e somente depois alguém começa a pensar nas regras da loja.

Na prática, uma boa publicação começa no primeiro dia.

A própria LG orienta os desenvolvedores a consultar especificações da plataforma e diretrizes de design antes da implementação, justamente para reduzir erros que possam aparecer posteriormente. Depois vêm desenvolvimento, testes, monitoramento de recursos, checklist e distribuição.

Portanto, o fluxo ideal é:

planejar pensando na homologação desde o início.

Isso influencia:

  • navegação;
  • botão voltar;
  • controle remoto;
  • player;
  • desempenho;
  • resolução;
  • arquitetura;
  • recursos gráficos;
  • privacidade;
  • credenciais;
  • comportamento quando não existe internet;
  • tratamento de erros.

Corrigir esses pontos no início costuma ser muito mais econômico do que reconstruir partes do aplicativo depois de uma reprovação.


🧱 Como um aplicativo webOS é construído?

Aplicativos web para webOS TV podem utilizar tecnologias conhecidas do desenvolvimento web, principalmente:

HTML, CSS e JavaScript.

A documentação atual da LG explica que aplicações webOS são semelhantes a aplicações web tradicionais, mas recebem acesso a recursos específicos da televisão e do sistema operacional.

Isso facilita bastante a entrada de desenvolvedores web.

Mas não significa:

“Pegue um site responsivo e coloque na televisão.”

Smart TV possui uma experiência própria.

O usuário normalmente está a metros da tela.

Em vez do toque, utiliza controle remoto.

Existem limitações diferentes de memória e processamento.

E determinadas APIs, comportamentos e engines variam de acordo com a geração do webOS.

Portanto, publicação bem-sucedida começa com uma aplicação realmente projetada para televisão.


📦 Antes de publicar: o aplicativo precisa ser empacotado

Depois do desenvolvimento, a aplicação precisa ser preparada para distribuição.

O ambiente webOS possui ferramentas para:

criação, execução, debugging, instalação e packaging da aplicação. A CLI oficial documenta o fluxo de criação até depuração e empacotamento.

O pacote utilizado no processo de submissão é um arquivo de aplicativo webOS.

A LG identifica o pacote da aplicação como parte dos arquivos necessários para submissão no Seller Lounge.

O packaging é importante porque reúne a aplicação e seus recursos de maneira compatível com a plataforma.

Isso inclui elementos como:

HTML;

JavaScript;

CSS;

imagens;

ícones;

configurações;

appinfo.json;

recursos locais.

Uma configuração incorreta pode funcionar durante um teste local e falhar quando a aplicação é distribuída oficialmente.


🖼️ Ícones e recursos gráficos também fazem parte da publicação

O aplicativo não existe apenas dentro do player.

Ele também precisa se apresentar corretamente ao usuário no ambiente da televisão.

A documentação da LG exige recursos de aplicação destinados à identificação visual e integração com a interface do sistema.

Esses materiais precisam ser planejados como parte do projeto.

É comum precisar preparar:

🖼️ ícone;

🎨 identidade visual;

📸 imagens;

📝 descrições;

📺 telas representativas da experiência;

📦 recursos do aplicativo.

Uma empresa que deixa isso para o último dia corre o risco de atrasar a submissão por algo que aparentemente não tinha relação com programação.

Por isso, o ideal é criar uma pasta de publicação ainda durante o desenvolvimento e ir reunindo tudo progressivamente.


⚠️ Cuidado com caminhos de arquivos

Existe um detalhe técnico interessante na documentação da LG.

A fabricante alerta que determinados caminhos absolutos de assets podem funcionar durante testes no Developer Mode, mas falhar quando a aplicação for publicada pelo Seller Lounge.

Os caminhos dos recursos precisam ser configurados corretamente em relação à raiz da aplicação.

Esse é um ótimo exemplo de problema que pode passar despercebido no desenvolvimento.

O desenvolvedor instala a aplicação localmente.

Tudo parece perfeito.

Quando a versão destinada à loja é utilizada, algum recurso desaparece.

Experiência com o ecossistema webOS ajuda justamente a identificar esse tipo de diferença antes da submissão.


🧪 Testar antes de publicar é obrigatório na prática

Não existe publicação profissional sem testes.

A LG oferece ferramentas para testar a aplicação no computador e também em televisores reais.

No fluxo recomendado pela própria empresa, o desenvolvedor pode utilizar o Simulator ou o Developer Mode App para testar em um aparelho físico. Também existem ferramentas para debugging e acompanhamento de CPU e memória.

Para uma WebTV ou aplicação de streaming, eu consideraria indispensável testar:

✅ abertura;

✅ carregamento;

✅ navegação;

✅ controle remoto;

✅ botão voltar;

✅ player;

✅ streaming;

✅ perda de internet;

✅ retorno da conexão;

✅ encerramento;

✅ retomada;

✅ uso prolongado.

Um aplicativo de streaming que funciona durante cinco minutos não necessariamente funcionará corretamente durante quatro horas.

Essa diferença é importante.


📺 Testes em televisão real são especialmente importantes

O simulador é excelente para acelerar o desenvolvimento.

Mas o dispositivo real continua essencial.

Um computador normalmente possui:

mais memória;

processador mais rápido;

rede diferente;

engine com comportamento ligeiramente diferente;

entrada por teclado e mouse.

Já uma Smart TV possui suas próprias condições.

É no aparelho físico que aparecem problemas relacionados a:

atraso no foco;

reação ao controle remoto;

memória;

player;

decodificação;

suspensão;

retomada;

fechamento inesperado.

Se o aplicativo depende fortemente de vídeo, o teste real ganha ainda mais importância.


✅ O App Self Checklist é uma das peças mais importantes

Antes da submissão, a LG exige uma avaliação do próprio aplicativo através do App Self Checklist.

Esse checklist não é apenas uma sugestão.

A documentação oficial informa que ele deve ser preenchido e enviado com o aplicativo. Se não for apresentado ou tiver informações insuficientes, a aplicação pode ser rejeitada até mesmo antes do processo normal de QA.

O checklist aborda áreas como:

conteúdo;

UX;

privacidade;

credenciais;

comportamento da aplicação.

Isso significa que homologação profissional não é simplesmente clicar rapidamente em algumas caixas.

A equipe deve testar efetivamente cada item aplicável.

Se algo falhar, o ideal é corrigir antes da submissão.


🕹️ Navegação pelo controle remoto é um critério essencial

Entre os requisitos listados pela LG está a operação das interfaces através das teclas de navegação.

Elementos selecionáveis precisam funcionar com:

⬆️ cima;

⬇️ baixo;

⬅️ esquerda;

➡️ direita;

✅ OK;

↩️ Back.

A LG também exige que elementos selecionáveis apresentem efeito visual de seleção, permitindo que o usuário saiba claramente onde está o foco.

Esse ponto parece simples, mas provoca muitos problemas em aplicativos originalmente pensados para web.

No navegador, existe mouse.

Na televisão, o usuário precisa de uma lógica previsível.

Se o foco “sumir”, a tela pode se tornar praticamente inutilizável.


↩️ O botão Back merece atenção especial

O botão voltar parece algo básico.

Mas sua implementação pode variar de acordo com contexto e versão.

A documentação do Self Checklist descreve inclusive comportamentos específicos esperados em determinadas versões do webOS quando o usuário pressiona Back na página de entrada.

Isso ilustra por que copiar simplesmente o comportamento de uma aplicação mobile não funciona.

Uma televisão possui convenções próprias.

O desenvolvedor precisa conhecer essas expectativas para evitar reprovação e confusão do usuário.


🔐 Privacidade e credenciais também são avaliadas

Outro ponto relevante é segurança.

O Self Checklist inclui verificações relacionadas a informações privadas e credenciais inseridas no código ou em arquivos.

A LG orienta a evitar exposição direta de:

senhas;

tokens;

credenciais;

informações sensíveis

no código-fonte ou em nomes de arquivos.

Esse cuidado é particularmente importante em aplicações de streaming que trabalham com:

tokens de API;

links protegidos;

usuários;

autenticação;

acesso a backend.

Nunca é uma boa prática tratar a televisão como um local seguro para armazenar segredos estáticos.


📝 O UX Scenario ajuda a LG a entender o aplicativo

Além do checklist, a LG também solicita um UX Scenario durante a submissão.

Esse documento serve como referência para os testadores compreenderem como a aplicação deve funcionar.

A própria LG recomenda preenchê-lo de maneira precisa e detalhada para facilitar o entendimento do fluxo do aplicativo durante o QA.

Imagine um app de WebTV que possua:

Ao Vivo;

Programação;

Vídeos;

Busca;

Configurações.

O documento precisa ajudar o testador a entender como percorrer cada área.

Quanto mais claro estiver o fluxo, menor a chance de uma função ser interpretada incorretamente.


🚀 Etapa 1: Submission

Quando toda a preparação foi concluída, começa oficialmente a primeira etapa:

Submission

A aplicação é submetida no LG Seller Lounge acompanhada dos arquivos e informações necessárias.

A documentação atual menciona especificamente:

pacote da aplicação;

imagens;

UX Scenario;

Self Checklist;

informações relacionadas ao app.

Neste ponto, a responsabilidade da equipe é entregar uma submissão completa.

Uma documentação incompleta pode atrasar o processo antes mesmo de os testes funcionais começarem.


🔍 Etapa 2: Testing

Depois da submissão, a LG realiza os testes.

O processo oficial contempla três tipos principais de avaliação:

🔎 Pretest

Valida informações e aspectos iniciais da submissão.

⚙️ Function Test

Verifica se a aplicação funciona corretamente.

🛡️ Content Test

Analisa se existe conteúdo inadequado ou incompatível com as regras.

Essa etapa é a verdadeira homologação conduzida pela plataforma.

A aplicação precisa demonstrar que oferece qualidade suficiente para ser disponibilizada aos consumidores.


❌ O que acontece se o aplicativo for reprovado?

Reprovação não significa que tudo está perdido.

A documentação da LG explica claramente que, quando o aplicativo falha no QA, ele é rejeitado e devolvido com os problemas identificados.

A equipe precisa:

analisar → corrigir → testar → reenviar.

Portanto, o ciclo pode ser:

Submissão
   ↓
QA LG
   ↓
Reprovação
   ↓
Correções
   ↓
Novos testes internos
   ↓
Nova submissão
   ↓
QA LG

Até que os requisitos sejam atendidos.


🚨 Quais erros podem provocar reprovação?

Os motivos variam conforme o aplicativo.

Alguns exemplos de problemas que devem ser examinados durante homologação incluem:

❌ navegação incorreta;

❌ foco invisível;

❌ botão Back inadequado;

❌ função que não responde;

❌ erro no player;

❌ tela quebrada;

❌ aplicação fechando;

❌ documentação insuficiente;

❌ checklist preenchido incorretamente;

❌ credenciais expostas;

❌ problemas de conteúdo;

❌ fluxo diferente daquele informado no UX Scenario.

Cada caso exige diagnóstico próprio.

Não é recomendável tentar “adivinhar” a correção.

O ideal é reproduzir exatamente a condição observada, identificar a causa e corrigir de forma controlada.


📡 Streaming pode ser um ponto crítico no QA

Para WebTVs e aplicativos com transmissão ao vivo, o streaming é uma das funções centrais.

Se o testador abrir o aplicativo e o canal estiver indisponível, isso pode criar um problema.

Por isso, antes da submissão, é fundamental verificar:

📡 estabilidade;

🔐 HTTPS;

🎥 codec;

🔊 áudio;

📊 bitrate;

🌎 disponibilidade geográfica;

⏱️ inicialização;

🔄 recuperação.

Também é importante que o canal utilizado para homologação esteja disponível durante o processo.

Um aplicativo perfeitamente programado não consegue reproduzir um servidor que está fora do ar.


🎬 Aplicações VOD exigem testes adicionais

Quando existe vídeo sob demanda, aumenta o número de caminhos possíveis.

É preciso testar:

categorias;

capas;

detalhes;

episódios;

player;

retorno;

conteúdo indisponível;

erros de API.

Quanto maior o catálogo e o número de funções, maior tende a ser o número de cenários que precisam ser validados.

É justamente por isso que simplicidade inicial pode ser uma vantagem para pequenas WebTVs.


🟢 Etapa 3: Approval

Quando o aplicativo passa pelos testes, chega a etapa de:

Approval

Segundo a LG, depois da aprovação a aplicação pode ser lançada no ambiente LG Apps e ficar disponível para os clientes encontrarem e instalarem.

Esse é o objetivo final do processo.

O aplicativo deixa de ser apenas um projeto de desenvolvimento.

Ele passa a ser um produto distribuído oficialmente.

Para uma WebTV, isso significa poder comunicar:

“Nosso canal está disponível nas Smart TVs LG.”

Esse posicionamento pode ter valor comercial, institucional e de marca.


🌎 A publicação pode envolver diferentes mercados

Empresas que desejam distribuição internacional também precisam planejar mercados e idiomas.

A documentação do ecossistema webOS informa que o LG Apps está disponível em diversos países e idiomas.

Para projetos internacionais, isso pode exigir:

descrições traduzidas;

conteúdo adequado aos mercados;

infraestrutura de streaming acessível em diferentes regiões;

suporte às particularidades comerciais.

Ou seja, “publicar na LG” pode representar desde uma WebTV brasileira até um aplicativo distribuído em múltiplos países.


🔄 E quando o aplicativo precisa ser atualizado?

A publicação não termina para sempre na primeira aprovação.

A LG esclarece que uma aplicação aprovada não significa que suas futuras versões estejam automaticamente aprovadas.

Alterações posteriores precisam passar pelo processo de aprovação correspondente antes de serem disponibilizadas.

Isso é extremamente importante para a arquitetura.

Informações que mudam frequentemente, como:

programação;

banners;

conteúdo;

capas;

URLs;

notícias

deveriam preferencialmente vir de APIs ou CMS.

Dessa forma, a empresa não precisa lançar uma nova versão do aplicativo para cada pequena mudança editorial.


🧠 Aplicativo e conteúdo devem ser separados

Uma boa arquitetura normalmente separa:

software

de

conteúdo.

Imagine que a URL do streaming mude.

Se ela estiver rigidamente gravada no código e não houver mecanismo remoto, talvez seja necessária uma atualização.

Mas se o aplicativo consultar uma API de configuração, a URL pode ser alterada remotamente.

O mesmo vale para:

capas;

textos;

programação;

vídeos;

categorias.

Essa decisão reduz a necessidade de futuras homologações.


💰 Quanto custa publicar um aplicativo LG webOS?

Não existe um preço universal para o serviço profissional.

O custo depende principalmente do estado em que o aplicativo chega.

Cenário 1 — aplicação pronta e homologável

O trabalho pode envolver:

revisão;

checklist;

documentação;

packaging;

submissão;

acompanhamento.

Cenário 2 — aplicação pronta, mas com erros

Será necessário:

auditoria;

correção;

novos testes;

documentação;

publicação.

Cenário 3 — aplicativo ainda não existe

O projeto inclui:

desenvolvimento;

testes;

homologação;

publicação.

Cenário 4 — aplicativo reprovado por outro desenvolvedor

Pode ser necessário compreender código de terceiros e corrigir problemas já apontados pela LG.

São trabalhos bastante diferentes.

Por isso, orçamento precisa vir depois da análise.


⏱️ Quanto tempo demora a publicação?

Também não existe um prazo universal.

O tempo total depende de:

qualidade do aplicativo;

documentação;

complexidade;

disponibilidade dos serviços utilizados;

resultado do QA;

eventuais reprovações;

tempo necessário para correções.

Existe ainda uma etapa sob responsabilidade da própria plataforma.

A empresa desenvolvedora pode preparar tudo rapidamente, mas não controla integralmente o prazo de processamento e análise da LG.

Projetos com data de lançamento crítica devem prever margem.


🧪 Como diminuir o risco de reprovação?

A melhor estratégia é transformar o checklist oficial em parte do desenvolvimento.

Não deixe para abrir o documento na véspera do envio.

Use‑o durante o projeto.

Um fluxo profissional seria:

Desenvolver → testar → checklist parcial → corrigir → testar em TV → checklist final → submissão.

Isso tende a reduzir o ciclo:

envia → reprova → corrige → envia novamente.

A própria LG recomenda utilizar o checklist exatamente porque seus critérios refletem pontos utilizados no QA.


📈 Publicação profissional é investimento, não burocracia

Para uma empresa, a loja não é apenas um destino técnico.

Ela é um canal de distribuição.

Quando o aplicativo está oficialmente disponível, a marca pode promover:

📺 presença na televisão;

🌎 alcance digital;

📡 canal ao vivo;

🎬 conteúdo sob demanda;

🤝 novas oportunidades comerciais.

Para uma emissora, pode significar ampliar a audiência além da região tradicional.

Para uma igreja, facilitar acesso.

Para uma universidade, distribuir programação institucional.

Para uma WebTV, ganhar uma presença mais próxima de uma emissora convencional.


🇧🇷 SmartLives: desenvolvimento, homologação e publicação LG webOS

A SmartLives se apresenta como empresa brasileira especializada em desenvolvimento de aplicativos para Smart TVs.

Seu site oficial informa atuação em:

LG webOS; Samsung; Roku; Google TV; Amazon Fire

e experiência nos processos de desenvolvimento, homologação e publicação. A empresa também apresenta diversos aplicativos publicados em seu portfólio público.

Conheça a SmartLives

Esse tipo de experiência é especialmente relevante para empresas que desejam uma solução completa:

projeto → desenvolvimento → teste → homologação → publicação.


🔗 Conteúdos complementares sobre LG webOS

Para uma estratégia de SEO e aprofundamento técnico, este artigo deve ser conectado a conteúdos relacionados.

Um dos principais é:

Como Criar um App para Smart TVs LG

Também é relevante:

LG webOS: o que é, como funciona e como criar apps

E para quem está na fase de testes:

Existe simulador para LG webOS TV?

Esses links criam um cluster natural:

desenvolvimento → teste → homologação → publicação.


❓ Perguntas frequentes sobre publicação LG webOS

Preciso desenvolver o aplicativo antes de criar a conta no Seller Lounge?

É recomendável organizar a conta e requisitos de publicação durante o próprio desenvolvimento, em vez de deixar tudo para o final.

A LG testa o aplicativo?

Sim. A documentação oficial prevê etapas de pretest, function test e content test.

O Self Checklist é obrigatório?

A LG informa que o checklist precisa acompanhar a submissão e que informações ausentes ou insuficientes podem provocar rejeição antes mesmo do QA normal.

O que é UX Scenario?

É um documento que ajuda os testadores a compreender o fluxo e funcionamento do aplicativo durante a avaliação.

O aplicativo pode ser reprovado?

Sim. Se falhar nos testes, a LG devolve a aplicação com os problemas que precisam ser corrigidos.

Posso reenviar depois da correção?

Sim. Depois de corrigir os problemas, o aplicativo pode ser submetido novamente ao processo de testes.

Atualizações futuras são aprovadas automaticamente?

Não. A LG informa que alterações posteriores também precisam passar por aprovação.

Preciso testar em uma TV LG real?

Para um aplicativo comercial, é altamente recomendável. A própria LG oferece o Developer Mode para testes em aparelhos reais.

É possível publicar uma WebTV na LG?

Sim. Desde que a aplicação e sua infraestrutura de streaming estejam adequadas aos requisitos da plataforma.

Posso usar meu streaming HLS atual?

Dependendo da compatibilidade e estabilidade, sim. O ideal é testar a fonte em aparelhos reais antes da publicação.


✅ Conclusão: da primeira linha de código até a loja LG

A publicação de aplicativos LG webOS deve ser enxergada como parte do desenvolvimento, e não como uma tarefa administrativa deixada para o último dia.

Um projeto profissional percorre uma jornada:

planejamento → desenvolvimento → testes → otimização → packaging → recursos → UX Scenario → Self Checklist → Seller Lounge → QA → correções → aprovação → loja.

Cada etapa protege a experiência final.

O desenvolvedor precisa pensar no controle remoto.

A WebTV precisa garantir seu streaming.

Os recursos gráficos precisam estar preparados.

A documentação precisa refletir corretamente o funcionamento.

A aplicação precisa passar pelos testes.

E, quando existe uma reprovação, os problemas precisam ser diagnosticados e corrigidos antes da nova submissão.

A documentação atual da LG deixa claro que o processo oficial está estruturado em Submission, Testing e Approval, com QA envolvendo diferentes categorias de avaliação.

Para uma empresa que deseja reduzir riscos, experiência com esse ciclo pode fazer grande diferença.

A SmartLives atua justamente nos processos de desenvolvimento, homologação e publicação para LG webOS e outras plataformas de Smart TV.

Fale com a SmartLives sobre seu aplicativo para LG webOS

Para consultar diretamente a documentação da fabricante:

LG webOS TV Developer — App Approval Process

LG webOS TV — App Self Checklist

LG webOS TV — Developer Workflow

LG webOS TV — App Resources

📺 SmartLives Sistemas Desenvolvemos seu aplicativo para Smart TVs da Samsung, LG, ROKU e Google TV. Solicitar orçamento

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