Quanto Custa Publicar um Aplicativo para Smart TV em Samsung, LG e Roku?

Saiba quanto custa publicar um aplicativo para Smart TV Samsung, LG e Roku.

Quan­to cus­ta colo­car um aplica­ti­vo na Smart TV?

Uma WebTV, emis­so­ra, igre­ja, pro­du­to­ra, empre­sa de stream­ing ou cri­ador de con­teú­do pode ter uma exce­lente trans­mis­são pela inter­net e, ain­da assim, con­tin­uar depen­den­do de YouTube, redes soci­ais ou de um site para alcançar sua audiên­cia.

É jus­ta­mente nesse momen­to que surge uma per­gun­ta cada vez mais comum:

Quan­to cus­ta pub­licar um aplica­ti­vo para Smart TV em Sam­sung, LG e Roku?

A respos­ta cur­ta é: depende do está­gio em que o pro­je­to se encon­tra e da com­plex­i­dade do aplica­ti­vo.

Um canal que já pos­sui sua trans­mis­são fun­cio­nan­do e pre­cisa ape­nas de uma apli­cação sim­ples com tela de aber­tu­ra e play­er pode ter um inves­ti­men­to muito menor do que uma empre­sa que dese­ja con­stru­ir uma platafor­ma com­ple­ta com catál­o­go de vídeos, login, assi­nat­uras, pub­li­ci­dade, pro­gra­mação, múlti­p­los canais e con­teú­do sob deman­da.

Tam­bém existe out­ra difer­ença impor­tante.

Desen­volver um aplica­ti­vo e pub­licá-lo na loja da Smart TV não são exata­mente o mes­mo serviço.

Um aplica­ti­vo pode estar tec­ni­ca­mente pron­to, mas ain­da pre­cis­ar de ade­quações, doc­u­men­tação, testes, cri­ação de mate­ri­ais grá­fi­cos, con­fig­u­ração das con­tas de desen­volve­dor, cor­reção de incom­pat­i­bil­i­dades e acom­pan­hamen­to do proces­so de homolo­gação.

É por isso que empre­sas espe­cial­izadas como a SmartLives atu­am não ape­nas no desen­volvi­men­to, mas tam­bém nos proces­sos de homolo­gação e pub­li­cação de aplica­tivos para Smart TVs.

Con­heça a SmartLives – desen­volvi­men­to de aplica­tivos para Smart TV

Afinal, qual é o preço para publicar um aplicativo?

Não existe uma tabela uni­ver­sal que deter­mine que “pub­licar um aplica­ti­vo na Sam­sung cus­ta X” ou que “pub­licar na LG cus­ta Y”.

O cus­to que uma empre­sa efe­ti­va­mente terá nor­mal­mente é for­ma­do por difer­entes com­po­nentes:

desen­volvi­men­to + preparação + testes + cor­reções + homolo­gação + pub­li­cação + pos­síveis serviços pos­te­ri­ores.

Em pro­je­tos sim­ples do mod­e­lo FAST TV, nos quais o obje­ti­vo é disponi­bi­lizar uma WebTV com iden­ti­dade visu­al, tela de aber­tu­ra e play­er profis­sion­al, a pub­li­cação pode par­tir de val­ores sig­ni­fica­ti­va­mente mais acessíveis.

Na SmartLives, por exem­p­lo, exis­tem pro­je­tos de FAST TV a par­tir de R$ 350

0 por platafor­ma, depen­den­do das car­ac­terís­ti­cas do aplica­ti­vo, da estru­tu­ra que o cliente já pos­sui e do serviço necessário.

Esse val­or não deve ser con­fun­di­do com o desen­volvi­men­to de uma platafor­ma OTT com­ple­ta.

É uma solução de entra­da des­ti­na­da prin­ci­pal­mente a empre­sas que querem levar um canal que já existe para a tele­visão conec­ta­da sem cri­ar, logo no iní­cio, uma estru­tu­ra exces­si­va­mente com­plexa.

O que é uma aplicação FAST TV?

Nesse con­tex­to, FAST TV rep­re­sen­ta uma abor­dagem sim­ples e obje­ti­va para colo­car um canal den­tro da Smart TV.

O aplica­ti­vo pode fun­cionar da seguinte maneira:

usuário abre o aplica­ti­vo → visu­al­iza a iden­ti­dade do canal → play­er é car­rega­do → trans­mis­são começa.

Para muitas WebTVs, isso é exata­mente o que o públi­co neces­si­ta.

Nem todo tele­spec­ta­dor quer nave­g­ar por dezenas de menus antes de assi­s­tir ao canal.

Da mes­ma maneira, nem toda empre­sa pre­cisa inve­stir ime­di­ata­mente em:

login, cadas­tro, per­fis, recomen­dação de con­teú­do, sis­tema de assi­nat­uras, mil­hares de vídeos, históri­co, favoritos e dezenas de cat­e­go­rias.

Às vezes, uma apli­cação ráp­i­da, leve e bem con­struí­da entre­ga uma exper­iên­cia mel­hor.

Depois, con­forme a audiên­cia cresce, novos recur­sos podem ser adi­ciona­dos.

Publicação não é simplesmente enviar um arquivo

Um dos maiores equívo­cos de quem nun­ca pub­li­cou aplica­tivos para tele­visão é imag­i­nar um proces­so semel­hante ao envio de um arqui­vo para hospedagem.

Na práti­ca, cada fab­ri­cante pos­sui seu próprio ecos­sis­tema.

A Sam­sung uti­liza o Sam­sung Apps TV Sell­er Office para cer­ti­fi­cação, envio, geren­ci­a­men­to de ver­sões e dis­tribuição de aplica­tivos para suas tele­visões.

A doc­u­men­tação ofi­cial da empre­sa mostra um proces­so que envolve reg­istro do aplica­ti­vo, envio do pacote, pre-testes automáti­cos, cadas­tro de infor­mações, solic­i­tação de dis­tribuição e pos­te­ri­or­mente testes de ver­i­fi­cação con­duzi­dos pela Sam­sung.

Con­heça o proces­so ofi­cial de pub­li­cação da Sam­sung

Isso aju­da a enten­der por que existe um serviço profis­sion­al de pub­li­cação.

O fornece­dor não está sim­ples­mente “cli­can­do em pub­licar”.

Ele pre­cisa preparar o aplica­ti­vo para pas­sar pelo proces­so esta­b­ele­ci­do pelo fab­ri­cante.

Quanto custa publicar um aplicativo Samsung Tizen?

As Smart TVs Sam­sung mod­er­nas uti­lizam o ecos­sis­tema Tizen.

O aplica­ti­vo pre­cisa estar prepara­do de acor­do com os req­ui­si­tos da platafor­ma e ser envi­a­do ao Sam­sung Apps TV Sell­er Office.

Entre os ele­men­tos solic­i­ta­dos no proces­so ofi­cial estão pacote do aplica­ti­vo, ícones, screen­shots, descrições e doc­u­men­tação da inter­face. A Sam­sung tam­bém exe­cu­ta pre-testes antes da solic­i­tação for­mal de dis­tribuição.

Depois da sub­mis­são, a apli­cação entra no proces­so de cer­ti­fi­cação.

Se forem iden­ti­fi­ca­dos defeitos, o desen­volve­dor pre­cisa cor­ri­gir os prob­le­mas e sub­me­ter uma nova ver­são. A própria Sam­sung expli­ca que a pub­li­cação somente acon­tece depois da aprovação nos testes de ver­i­fi­cação.

Por­tan­to, o preço de um serviço de pub­li­cação Sam­sung pode vari­ar bas­tante.

Se o aplica­ti­vo estiv­er total­mente pron­to e ade­qua­do, o tra­bal­ho tende a ser menor.

Se apre­sen­tar prob­le­mas de:

nave­g­ação pelo con­t­role remo­to, repro­dução de vídeo, com­pat­i­bil­i­dade, con­fig­u­ração, per­for­mance ou estru­tu­ra do pacote,

o cus­to pode aumen­tar porque pas­sa a exi­s­tir tra­bal­ho de desen­volvi­men­to e cor­reção.

Um detalhe importante na publicação Samsung

Existe uma par­tic­u­lar­i­dade que empre­sas brasileiras pre­cisam con­hecer.

Segun­do a doc­u­men­tação atu­al da Sam­sung, uma con­ta ini­cial­mente reg­istra­da como Pub­lic Sell­er pode dis­tribuir apli­cações ape­nas nos Esta­dos Unidos.

Para disponi­bi­liza­ção em out­ros país­es, pode ser necessário avançar para o nív­el Part­ner Sell­er, que envolve proces­so de aprovação e rela­ciona­men­to com um Con­tent Man­ag­er da Sam­sung.

Isso sig­nifi­ca que pub­licar um aplica­ti­vo Sam­sung no Brasil não deve ser trata­do ape­nas como uma questão de pro­gra­mação.

Exis­tem tam­bém pro­ced­i­men­tos com­er­ci­ais e admin­is­tra­tivos.

Uma empre­sa que já con­hece esse proces­so con­segue ori­en­tar o cliente sobre con­ta, doc­u­men­tação e eta­pas necessárias.

Quanto custa publicar um aplicativo na LG webOS?

A LG pos­sui out­ro ecos­sis­tema.

Aplica­tivos des­ti­na­dos às tele­visões LG são sub­meti­dos através do LG Sell­er Lounge.

A doc­u­men­tação ofi­cial da LG divide a aprovação em três grandes eta­pas:

sub­mis­são → testes → aprovação.

Durante a sub­mis­são, o desen­volve­dor pre­cisa fornecer o aplica­ti­vo e infor­mações adi­cionais, incluin­do doc­u­men­tos como cenário de UX e self-check­list.

Depois, a LG real­iza testes de qual­i­dade.

Se o aplica­ti­vo reprovar, ele retor­na ao respon­sáv­el com os prob­le­mas que pre­cisam ser cor­rigi­dos. Após as cor­reções, uma nova sub­mis­são deve ser real­iza­da.

Veja o proces­so ofi­cial de aprovação de aplica­tivos LG webOS

É por isso que sim­ples­mente pos­suir um arqui­vo do aplica­ti­vo não sig­nifi­ca estar pron­to para pub­li­cação.

Por que aplicativos LG podem precisar de ajustes?

A LG webOS per­mite desen­volver apli­cações uti­lizan­do tec­nolo­gias web con­heci­das, como HTML, CSS e JavaScript.

Entre­tan­to, isso não trans­for­ma a tele­visão em um nave­g­ador comum.

Exis­tem car­ac­terís­ti­cas especí­fi­cas da platafor­ma.

A própria LG recomen­da que o proces­so profis­sion­al envol­va pro­je­to da apli­cação, desen­volvi­men­to, testes e depu­ração, análise através de check­list e somente depois sub­mis­são ao Sell­er Lounge.

Doc­u­men­tação para desen­volve­dores LG webOS TV

O aplica­ti­vo pre­cisa lidar cor­re­ta­mente com nave­g­ação, con­t­role remo­to, car­rega­men­to, mídia, memória e com­por­ta­men­to da inter­face.

Quan­do uma apli­cação foi cri­a­da sem con­sid­er­ar essas car­ac­terís­ti­cas des­de o iní­cio, a eta­pa de pub­li­cação pode acabar rev­e­lando prob­le­mas.

Nesse caso, o cus­to deixa de ser ape­nas “pub­licar”.

Pas­sa a envolver ade­quação téc­ni­ca.

Quanto custa publicar um aplicativo Roku?

Roku pos­sui uma arquite­tu­ra bas­tante difer­ente de Sam­sung e LG.

O ecos­sis­tema Roku uti­liza tec­nolo­gias próprias para con­strução das apli­cações, incluin­do BrightScript e Scene­Graph.

Depois que o aplica­ti­vo é desen­volvi­do e tes­ta­do, sua pub­li­cação é admin­istra­da através do Roku Devel­op­er Dash­board.

A Roku dis­tingue apli­cações beta e públi­cas.

Uma apli­cação beta pode ser com­par­til­ha­da para testes, mas não aparece pub­li­ca­mente na Stream­ing Store.

Uma apli­cação públi­ca pre­cisa pas­sar pelo proces­so de cer­ti­fi­cação e revisão antes de chegar à loja.

Doc­u­men­tação ofi­cial de pub­li­cação Roku

Um pon­to espe­cial­mente impor­tante está rela­ciona­do à pro­priedade do aplica­ti­vo.

A conta Roku deveria pertencer ao cliente

A própria doc­u­men­tação da Roku ori­en­ta que o aplica­ti­vo seja pub­li­ca­do uti­lizan­do uma con­ta per­ten­cente à orga­ni­za­ção que detém o con­teú­do.

Quan­do uma empre­sa ter­ce­i­riza o desen­volvi­men­to, a recomen­dação da Roku é que o desen­volve­dor rece­ba per­mis­sões admin­is­tra­ti­vas den­tro da con­ta do pro­pri­etário, em vez de pub­licar per­ma­nen­te­mente o aplica­ti­vo den­tro da própria con­ta da soft­ware house.

Isso é uma boa práti­ca.

O cliente man­tém a pro­priedade do aplica­ti­vo e pode con­ced­er à empre­sa respon­sáv­el aces­so para:

desen­volvi­men­to, manutenção, atu­al­iza­ção e admin­is­tração.

Antes de con­tratar um pro­je­to, por­tan­to, vale per­gun­tar:

Em nome de quem ficará o aplica­ti­vo?

Essa per­gun­ta é tão impor­tante quan­to o preço.

Samsung, LG e Roku custam a mesma coisa?

Não nec­es­sari­a­mente.

Mes­mo quan­do o aplica­ti­vo aparente­mente pos­sui exata­mente a mes­ma inter­face, cada platafor­ma exige um proces­so difer­ente.

Imag­ine uma WebTV chama­da TV Exem­p­lo.

Ela dese­ja um aplica­ti­vo extrema­mente sim­ples:

logo → tela de aber­tu­ra → trans­mis­são ao vivo.

Visual­mente, o Sam­sung, LG e Roku podem pare­cer idên­ti­cos.

Nos basti­dores, entre­tan­to, são apli­cações exe­cu­tadas em ambi­entes difer­entes e sub­meti­das a proces­sos difer­entes.

Sam­sung pos­sui Tizen e Sell­er Office.

LG pos­sui webOS e Sell­er Lounge.

Roku pos­sui BrightScript/SceneGraph e Devel­op­er Dash­board.

Por isso, desen­volver ou pub­licar em três platafor­mas não sig­nifi­ca sim­ples­mente aper­tar três vezes o mes­mo botão.

Por que publicar separadamente em cada plataforma?

Imag­ine que uma empre­sa já ten­ha uma exce­lente audiên­cia em TVs Sam­sung.

Ain­da assim, usuários com tele­vi­sores LG não encon­trarão auto­mati­ca­mente o mes­mo aplica­ti­vo.

Da mes­ma for­ma, quem uti­liza Roku pre­cis­ará de uma apli­cação disponív­el naque­le ecos­sis­tema.

É por isso que empre­sas que dese­jam maior alcance geral­mente ado­tam uma estraté­gia mul­ti­platafor­ma.

No entan­to, não existe obri­gação de começar com tudo ao mes­mo tem­po.

Uma WebTV pode começar em uma platafor­ma e pos­te­ri­or­mente ampli­ar a dis­tribuição.

Isso pode ser espe­cial­mente inter­es­sante para oper­ações menores que dese­jam val­i­dar o inter­esse do públi­co antes de aumen­tar o inves­ti­men­to.

É necessário trocar o servidor de streaming?

Na maio­r­ia dos casos, não.

Essa talvez seja uma das infor­mações mais impor­tantes para uma WebTV.

Se o canal já pos­sui uma infraestru­tu­ra de trans­mis­são fun­cio­nan­do ade­quada­mente e fornece uma URL com­patív­el, pode ser pos­sív­el inte­grar o aplica­ti­vo dire­ta­mente ao stream­ing atu­al.

O cliente não pre­cisa nec­es­sari­a­mente con­tratar:

out­ro servi­dor, out­ro CDN ou out­ro fornece­dor de trans­mis­são

ape­nas porque decid­iu cri­ar um aplica­ti­vo para Smart TV.

Na SmartLives, a pro­pos­ta pode ser jus­ta­mente inte­grar a apli­cação à infraestru­tu­ra exis­tente.

Con­heça as soluções SmartLives para Sam­sung, LG e Roku

Essa abor­dagem reduz cus­to e evi­ta migrações desnecessárias.

Quando o streaming influencia no preço?

Emb­o­ra o aplica­ti­vo e a infraestru­tu­ra de stream­ing sejam coisas difer­entes, um depende do out­ro para entre­gar uma boa exper­iên­cia.

Se o cliente pos­sui um link HLS estáv­el, com­patív­el e cor­re­ta­mente con­fig­u­ra­do, a inte­gração tende a ser sim­ples.

Por out­ro lado, prob­le­mas como:

stream instáv­el, codecs inad­e­qua­dos, cer­ti­fi­ca­do HTTPS incor­re­to, servi­dor lento, URL que muda fre­quente­mente ou blo­queios de aces­so

podem ger­ar tra­bal­ho adi­cional.

Isso pre­cisa ser iden­ti­fi­ca­do antes do orça­men­to defin­i­ti­vo.

A mel­hor abor­dagem é tes­tar a fonte de stream­ing durante o desen­volvi­men­to.

E se o aplicativo tiver vídeos sob demanda?

A com­plex­i­dade aumen­ta.

Um aplica­ti­vo com ape­nas canal ao vivo pode pre­cis­ar de uma úni­ca fonte prin­ci­pal.

Uma apli­cação com VOD pre­cisa car­regar:

capas, títu­los, cat­e­go­rias, descrições, arquiv­os de vídeo, duração e out­ras infor­mações.

Se hou­ver tem­po­radas e episó­dios, a estru­tu­ra se tor­na ain­da maior.

Tam­bém pode exi­s­tir neces­si­dade de:

bus­ca, favoritos, históri­co, recomen­dação, aut­en­ti­cação e con­t­role de aces­so.

Por­tan­to, ao per­gun­tar “quan­to cus­ta pub­licar meu aplica­ti­vo?”, é impor­tante explicar o que existe den­tro dele.

O preço de uma apli­cação FAST TV não deve ser uti­liza­do como refer­ên­cia para uma platafor­ma semel­hante a Net­flix.

São pro­du­tos difer­entes.

Login aumenta o custo?

SIM! Pode aumen­tar.

Cadas­trar um usuário uti­lizan­do uma tele­visão não é tão con­ve­niente quan­to faz­er isso pelo celu­lar.

Por esse moti­vo, apli­cações profis­sion­ais fre­quente­mente tra­bal­ham com QR Code ou códi­go de ati­vação.

O usuário abre o aplica­ti­vo.

A TV exibe um códi­go.

Ele pega o celu­lar, aces­sa uma pági­na e aut­en­ti­ca sua tele­visão.

Esse recur­so mel­ho­ra bas­tante a exper­iên­cia, mas exige inte­gração entre aplica­ti­vo, back­end, ban­co de dados e sis­tema de usuários.

Nat­u­ral­mente, isso aumen­ta a com­plex­i­dade do pro­je­to.

E se houver assinatura?

Apli­cações que com­er­cial­izam con­teú­do ou assi­nat­uras podem exi­gir cuida­dos adi­cionais.

A Sam­sung, por exem­p­lo, pos­sui mecan­is­mos próprios de billing através do Sam­sung Check­out, além da pos­si­bil­i­dade de deter­mi­na­dos mod­e­los de cobrança de ter­ceiros. A doc­u­men­tação ofi­cial descreve req­ui­si­tos especí­fi­cos quan­do funções de paga­men­to são uti­lizadas.

Essa é mais uma razão para não exi­s­tir um preço úni­co de pub­li­cação.

Uma apli­cação gra­tui­ta de WebTV e uma platafor­ma paga de stream­ing enfrentam req­ui­si­tos com­er­ci­ais difer­entes.

Quais materiais normalmente são necessários?

Além do aplica­ti­vo em si, as lojas podem exi­gir mate­ri­ais de apre­sen­tação.

Na Sam­sung, por exem­p­lo, a doc­u­men­tação ofi­cial men­ciona difer­entes taman­hos de ícones, screen­shots e uma descrição estru­tu­ra­da da inter­face para aux­il­iar o proces­so de cer­ti­fi­cação.

Na LG tam­bém exis­tem req­ui­si­tos de recur­sos grá­fi­cos e doc­u­men­tos rela­ciona­dos à sub­mis­são. A doc­u­men­tação webOS expli­ca, inclu­sive, taman­hos e car­ac­terís­ti­cas dos ícones que acom­pan­ham o aplica­ti­vo.

Por­tan­to, out­ra per­gun­ta impor­tante no orça­men­to é:

Quem pro­duzirá ess­es mate­ri­ais?

Quan­do o cliente já pos­sui sua iden­ti­dade visu­al orga­ni­za­da, o proces­so cos­tu­ma ser mais sim­ples.

Quanto tempo demora para publicar?

Não existe pra­zo garan­ti­do uni­ver­sal.

O tem­po depende de:

com­plex­i­dade da apli­cação, qual­i­dade do desen­volvi­men­to, disponi­bil­i­dade dos mate­ri­ais, testes inter­nos e even­tu­ais apon­ta­men­tos dos fab­ri­cantes.

Uma apli­cação que pas­sa pela homolo­gação sem defeitos tende nat­u­ral­mente a chegar à loja mais rap­i­da­mente do que out­ra que pre­cisa ser cor­rigi­da e reen­vi­a­da diver­sas vezes.

É impor­tante com­preen­der tam­bém que a empre­sa desen­volve­do­ra não con­tro­la inte­gral­mente o pra­zo de análise da loja.

Depois da sub­mis­são, existe uma eta­pa que depende do fab­ri­cante.

Por isso, pro­je­tos com uma data críti­ca de lança­men­to devem ser ini­ci­a­dos com ante­cedên­cia.

O que acontece quando o aplicativo é reprovado?

Reprovação não sig­nifi­ca nec­es­sari­a­mente que o pro­je­to acabou.

Tan­to Sam­sung quan­to LG doc­u­men­tam proces­sos em que defeitos encon­tra­dos durante QA pre­cisam ser cor­rigi­dos antes de uma nova sub­mis­são.

O impor­tante é inter­pre­tar cor­re­ta­mente o relatório.

Por exem­p­lo:

se o fab­ri­cante infor­ma que o aplica­ti­vo apre­sen­ta prob­le­ma no botão voltar, não bas­ta alter­ar aleato­ri­a­mente a inter­face.

É pre­ciso repro­duzir a situ­ação, com­preen­der o req­ui­si­to, cor­ri­gir e tes­tar nova­mente.

Exper­iên­cia ante­ri­or com proces­sos de homolo­gação aju­da bas­tante nes­sa fase.

Por que testar em uma Smart TV real?

Sim­u­ladores são fer­ra­men­tas impor­tantes para desen­volvi­men­to.

Mas uma tele­visão real pos­sui lim­i­tações e com­por­ta­men­to difer­entes de um com­puta­dor.

Memória disponív­el, proces­sa­men­to, con­t­role remo­to, play­er, sis­tema opera­cional e ger­ação do apar­el­ho podem rev­e­lar prob­le­mas que não apare­ce­r­am durante o desen­volvi­men­to no desk­top.

Por isso, testes em dis­pos­i­tivos reais reduzem o risco de sur­pre­sas durante a homolo­gação.

Uma empre­sa espe­cial­iza­da em Smart TV nor­mal­mente con­sid­era essa fase como parte impor­tante do proces­so.

Quanto custa manter o aplicativo depois de publicado?

Essa é out­ra questão que merece atenção.

Pub­licar não sig­nifi­ca que o aplica­ti­vo nun­ca pre­cis­ará ser atu­al­iza­do.

Pode haver alter­ações em:

API, servi­dor, stream­ing, lay­out, sis­tema opera­cional, regras das lojas ou fun­cional­i­dades.

Uma empre­sa pode optar por con­tratar manutenção men­sal ou solic­i­tar atu­al­iza­ções quan­do necessário.

O mod­e­lo ide­al depende da importân­cia do aplica­ti­vo para o negó­cio.

Uma WebTV peque­na talvez pre­fi­ra manutenção sob deman­da.

Uma oper­ação com­er­cial com mil­hares de usuários pode con­sid­er­ar suporte recor­rente mais ade­qua­do.

Quanto custa contratar uma empresa especializada?

Aqui entram fatores que não apare­cem nas pági­nas das lojas.

O preço de um serviço profis­sion­al depende essen­cial­mente de quan­to tra­bal­ho será necessário para levar o aplica­ti­vo do esta­do atu­al até a pub­li­cação.

Podemos imag­i­nar três cenários.

🟢 Cenário 1 — FAST TV

O cliente já pos­sui stream­ing.

Pre­cisa de:

tela de aber­tu­ra + iden­ti­dade visu­al + play­er.

Esse é o pro­je­to de entra­da mais sim­ples.

Na SmartLives, soluções desse tipo podem par­tir de R$ 350 por platafor­ma, depen­den­do do escopo e das condições do pro­je­to.

🟡 Cenário 2 — Aplicativo personalizado

Além do canal ao vivo, existe:

pro­gra­mação, menu, vídeos, cat­e­go­rias, inte­gração com API e out­ros recur­sos.

O orça­men­to pas­sa a ser per­son­al­iza­do.

🔴 Cenário 3 — OTT completo

Existe:

login, assi­nat­uras, VOD, múlti­p­los per­fis, históri­co, paga­men­tos, DRM, back­end, CMS e grande catál­o­go.

Aqui já esta­mos falan­do de uma platafor­ma de soft­ware com­ple­ta.

O inves­ti­men­to nat­u­ral­mente será supe­ri­or.

Desconfie de um preço sem analisar o projeto

Uma empre­sa que infor­ma um preço defin­i­ti­vo antes de per­gun­tar sequer se o cliente pos­sui stream­ing provavel­mente ain­da não com­preen­deu o pro­je­to.

Para cri­ar uma esti­ma­ti­va ade­qua­da, nor­mal­mente é necessário saber:

qual é o obje­ti­vo, qual con­teú­do será ofer­e­ci­do, quais platafor­mas serão aten­di­das, qual infraestru­tu­ra já existe e quais fun­cional­i­dades são dese­jadas.

Dois aplica­tivos podem ter exata­mente o mes­mo ícone na loja e cus­tar val­ores com­ple­ta­mente difer­entes para serem con­struí­dos.

O orça­men­to pre­cisa refle­tir o tra­bal­ho real.

Aplicativo barato pode sair caro?

Pode.

Espe­cial­mente quan­do o fornece­dor entre­ga ape­nas o códi­go e deixa o cliente soz­in­ho durante a homolo­gação.

Imag­ine gas­tar no desen­volvi­men­to e desco­brir pos­te­ri­or­mente que:

o aplica­ti­vo não pas­sa nos testes, o desen­volve­dor não con­hece as exigên­cias da loja ou não pres­ta suporte após a entre­ga.

Nesse caso, talvez seja necessário con­tratar out­ra empre­sa para cor­ri­gir um pro­je­to recém-desen­volvi­do.

Por isso, antes de escol­her ape­nas pelo menor preço, per­gunte se o fornece­dor tam­bém pos­sui exper­iên­cia em:

desen­volvi­men­to, homolo­gação e pub­li­cação.

São com­petên­cias rela­cionadas, mas difer­entes.

SmartLives: desenvolvimento e publicação de aplicativos para Smart TV no Brasil

A SmartLives é uma empre­sa brasileira espe­cial­iza­da em desen­volvi­men­to de aplica­tivos para Smart TVs e dis­pos­i­tivos de stream­ing.

O site da empre­sa apre­sen­ta atu­ação em:

Sam­sung, LG, Roku, Google TV e Ama­zon Fire TV, além de pro­je­tos rela­ciona­dos a stream­ing, WebTV e platafor­mas OTT. A SmartLives tam­bém infor­ma mais de 15 anos de exper­iên­cia em desen­volvi­men­to, homolo­gação e pub­li­cação e apre­sen­ta diver­sos aplica­tivos já pub­li­ca­dos.

Acesse o site ofi­cial da SmartLives

Esse tipo de espe­cial­iza­ção é rel­e­vante porque o pro­je­to não ter­mi­na quan­do o códi­go está escrito.

Existe um cam­in­ho entre:

ideia → desen­volvi­men­to → testes → homolo­gação → pub­li­cação → aplica­ti­vo disponív­el para o públi­co.

Sua WebTV já está pronta? Talvez você precise apenas do aplicativo

Muitas empre­sas imag­i­nam que entrar nas Smart TVs exige con­stru­ir toda a oper­ação nova­mente.

Nem sem­pre.

Se você já pos­sui:

mar­ca, canal, pro­gra­mação e stream­ing fun­cio­nan­do,

boa parte da infraestru­tu­ra pode ser aproveita­da.

Nesse cenário, a SmartLives pode anal­is­ar a com­pat­i­bil­i­dade do sinal exis­tente e desen­volver a cama­da necessária para colo­car o con­teú­do nas platafor­mas dese­jadas.

Isso reduz o inves­ti­men­to ini­cial e per­mite crescer por eta­pas.

Por que estar em mais de uma plataforma?

A tele­visão conec­ta­da é um mer­ca­do frag­men­ta­do.

Uma família pos­sui Sam­sung.

Out­ra pos­sui LG.

Out­ra uti­liza Roku ou out­ro dis­pos­i­ti­vo conec­ta­do.

Quan­to mais platafor­mas uma mar­ca atende, maior tende a ser sua disponi­bil­i­dade poten­cial.

Mas isso não sig­nifi­ca que toda empre­sa pre­cisa lançar tudo simul­tane­a­mente.

Uma estraté­gia efi­ciente pode ser:

começar com as platafor­mas pri­or­itárias, acom­pan­har o uso e expandir con­forme a respos­ta do públi­co.

A tec­nolo­gia deve acom­pan­har a estraté­gia com­er­cial.

Então, quanto custa publicar um aplicativo para Samsung, LG e Roku?

A respos­ta final é:

o val­or depende muito mais da com­plex­i­dade e do esta­do atu­al do pro­je­to do que sim­ples­mente do nome da platafor­ma.

Um aplica­ti­vo bási­co pode ter um inves­ti­men­to bas­tante acessív­el.

Uma apli­cação com stream­ing, VOD e menus per­son­al­iza­dos pos­sui out­ro nív­el de tra­bal­ho.

Uma platafor­ma OTT com login, paga­men­tos e mil­hares de con­teú­dos exige uma arquite­tu­ra com­ple­ta­mente difer­ente.

Em pro­je­tos sim­ples de FAST TV, a SmartLives pode tra­bal­har com soluções a par­tir de R$ 350 por platafor­ma, enquan­to apli­cações mais com­ple­tas pre­cisam ser anal­isadas indi­vid­ual­mente.

O mais impor­tante é solic­i­tar uma avali­ação antes de com­parar preços.

Conclusão: publicar na Smart TV pode ser mais acessível do que parece

Durante muito tem­po, colo­car um canal den­tro da tele­visão pare­cia algo restri­to às grandes emis­so­ras.

A expan­são das Smart TVs mudou esse cenário.

Hoje, uma WebTV, empre­sa, igre­ja, uni­ver­si­dade, pro­du­tor inde­pen­dente ou emis­so­ra region­al pode pos­suir seu próprio aplica­ti­vo e dis­tribuir seu con­teú­do dire­ta­mente pela tele­visão conec­ta­da.

Sam­sung, LG e Roku pos­suem tec­nolo­gias e pro­ced­i­men­tos próprios.

Por isso, desen­volver cor­re­ta­mente e com­preen­der o proces­so de homolo­gação é tão impor­tante quan­to cri­ar uma boa inter­face.

O cus­to pode vari­ar de uma solução sim­ples até uma platafor­ma OTT com­ple­ta.

Para quem já pos­sui um canal fun­cio­nan­do, começar com uma apli­cação FAST TV pode ser uma maneira econômi­ca de val­i­dar a pre­sença nas Smart TVs antes de inve­stir em recur­sos mais avança­dos.

A SmartLives atua em desen­volvi­men­to, homolo­gação e pub­li­cação para as prin­ci­pais platafor­mas e pode avaliar a estru­tu­ra exis­tente antes de indicar a solução ade­qua­da.

Con­heça a SmartLives e solicite infor­mações para seu aplica­ti­vo de Smart TV

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