Google libera o Android Pie

Google libera o Android Pie

O Google liber­ou a ver­são final do Android P, que ago­ra tam­bém tem um nome ofi­cial. A sobreme­sa que dará o nome à nova ver­são do sis­tema será “Pie” (“Tor­ta” em inglês), ape­sar de uma série de rumores apon­tan­do para out­ras alter­na­ti­vas que cir­cu­laram nos últi­mos meses. O Olhar Dig­i­tal já testou o sis­tema e mostra para você o que há de novi­dade.

A maior novi­dade é uma ren­o­vação da bar­ra de nave­g­ação. O sis­tema traz a opção de exibir ape­nas uma bar­ra hor­i­zon­tal em vez dos tradi­cionais botões “Home”, “Voltar” e “Apps Recentes”. Quan­do pres­sion­a­da, a bar­ra min­i­miza todos os aplica­tivos e vol­ta para a tela ini­cial do sis­tema; quan­do desliza­da para cima, ela exibe a lista de apps recentes. Já o botão “Voltar” pas­sa a ser con­tex­tu­al e só é exibido quan­do você está usan­do um aplica­ti­vo. O recur­so é opcional, então se você sen­tir fal­ta dos três botões, pode alternar facil­mente nas con­fig­u­rações do sis­tema.

Uma parte impor­tante do Android Pie visa aumen­tar o uso do celu­lar com ape­nas recar­ga. O sis­tema con­ta com um recur­so chama­do Bate­ria Adap­táv­el, equipa­do com inteligên­cia arti­fi­cial para enten­der como você usa o smart­phone e lim­i­tar o gas­to da CPU pelos aplica­tivos que você menos uti­liza. Assim, o celu­lar des­perdiça menos recur­sos e econ­o­miza bate­ria para quan­do você real­mente pre­cisa dele. O Google prom­ete uma econo­mia da ordem de 30% do proces­sador do celu­lar.

Uma mudança evi­dente em relação ao Android Oreo é estéti­ca. O Google se pre­ocupou em tornar o sis­tema mais col­ori­do, espe­cial­mente no painel de con­fig­u­rações, e abraçou os ícones redon­dos, que podem ser con­feri­dos na área de ajustes rápi­dos. O sis­tema tam­bém ado­tou uma série de ani­mações disc­re­tas do Android, mas que fazem toda a difer­ença na exper­iên­cia de uso e tor­nam o sis­tema mais vivo.

O Android Pie tam­bém pas­sou a sug­erir ações inteligentes envol­ven­do os aplica­tivos mais usa­dos. O sis­tema entende o seu com­por­ta­men­to e pode sug­erir, por exem­p­lo, um con­ta­to no What­sApp com quem você cos­tu­ma con­ver­sar, ou um canal do YouTube que você tem o hábito de assi­s­tir. Ess­es atal­hos podem ser apre­sen­ta­dos tan­to na gave­ta de aplica­tivos quan­to den­tro do Google Assis­tente.

Por fim, o sis­tema tam­bém trouxe uma série de peque­nas mel­ho­rias. O Android ago­ra tem uma lupa vir­tu­al que facili­ta a seleção e edição de tex­to e gan­hou tam­bém um edi­tor nati­vo de cap­turas de tela. A bar­ra de ajuste de vol­umes aparece no can­to da tela, e não mais no cen­tro, e ao ten­tar ajus­tar o áudio, por padrão, o sis­tema mexe no vol­ume de repro­dução de mídia, e não no som das noti­fi­cações. Além dis­so, o recur­so “Não per­turbe” evoluiu e ficou mais per­son­al­izáv­el, com a pos­si­bil­i­dade de lim­i­tar tam­bém inter­rupções visuais; des­ta for­ma, se você rece­ber uma noti­fi­cação, a tela não irá acen­der e o LED não vai pis­car.

Fonte: OlharDig­i­tal

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