6 lições da nova série de Marie Kondo que você pode aplicar ao trabalho

Marie Kondo speaks at a media event in New York, Wednesday, July 11, 2018. (AP Photo/Seth Wenig)
6 lições da nova série de Marie Kon­do que você pode aplicar ao tra­bal­ho

Neste mês, o fenô­meno Marie Kon­do gan­hou um novo capí­tu­lo — ou mel­hor, uma nova série. A auto­ra e espe­cial­ista em orga­ni­za­ção pes­soal estrela um real­i­ty, lança­do na Net­flixno dia 1º, no qual leva sua “ter­apia” de arru­mação para difer­entes lares.

As dicas, porém, tam­bém podem ser úteis para o tra­bal­ho e para a car­reira. Bas­ta pen­sar nas mesas bagunçadas do escritório ou na pil­ha de emails pen­dentes ou per­di­dos no fun­do da caixa de entra­da.

Abaixo, estão seis maneiras de aplicar as dicas da espe­cial­ista nes­ta área, indi­cadas por con­sul­toras cer­ti­fi­cadas no méto­do ao site Huff­Post.

1. Antes de faz­er, você deve visu­alizar
Antes de orga­ni­zar a mesa ou limpar sua caixa de email, pense em por que você quer se orga­ni­zar — seja porque um obje­to ali te inco­mo­da ou as men­sagens te fazem perder tem­po, por exem­p­lo. Focar nas intenções pode aju­dar a real­mente se com­pro­m­e­ter com as mudanças. Segun­do Jen­ny Ning, orga­ni­zado­ra e primeira fun­cionária amer­i­cana de Kon­do, a per­gun­ta a se faz­er é: “Como você quer se sen­tir quan­do entra no escritório?”.

2. Otimize suas coisas
A dica de Marie Kon­do sobre guardar itens sim­i­lares jun­tos pode ser muito útil para as papeladas — incluin­do as dig­i­tais. A con­sul­to­ra Kristyn Ivey recomen­da esta­b­ele­cer três cat­e­go­rias: os papéis que deman­dam ação; os que você pre­cis­ará por um perío­do lim­i­ta­do e os que devem ser man­ti­dos indefinida­mente. Para deter­mi­nar o que deve ser real­mente guarda­do, a ideia é se com­pro­m­e­ter a descar­tar tudo o que não tiv­er um propósi­to claro.

3. Preste atenção aos seus sen­ti­men­tos sobre o tra­bal­ho
A pre­mis­sa cen­tral do méto­do de Kon­do é ensi­nar as pes­soas a perce­ber seus sen­ti­men­tos em relação ao seu ambi­ente. No caso do tra­bal­ho, segun­do a con­sul­to­ra Tri­cia Fidler, as coisas que provo­cam e não provo­cam ale­gria podem ser pis­tas para o desen­volvi­men­to da car­reira. “Por que eu não gos­to dessa tare­fa em par­tic­u­lar?”, exem­pli­fi­ca. “Con­tin­ue per­gun­tan­do por quê. Essas per­gun­tas podem levá-lo a áreas que trazem ale­gria”.

4. Con­cen­tre-se primeiro em suas neces­si­dades
Assim como nos lares, o cos­tume de “apon­tar o dedo” para cul­pa­dos de deter­mi­nadas situ­ações tam­bém é muito pre­sente no ambi­ente de tra­bal­ho. Tri­cia recomen­da aos profis­sion­ais que se pre­ocu­pem menos com a des­or­dem dos cole­gas ou da empre­sa e mais com as ações que podem tomar para ter con­t­role da própria car­reira, fazen­do os ajustes que quis­erem no cam­in­ho.

5. Seja gra­to pelo apren­diza­do
Ao lon­go da série, Kon­do expli­ca que o obje­ti­vo da arru­mação é apren­der a “amar as coisas que você tem” — e agrade­cer até mes­mo itens dos quais estão se des­fazen­do. Segun­do Tri­cia, esse exer­cí­cio tam­bém pode ser exer­ci­do no tra­bal­ho, mes­mo em relação a exper­iên­cias que não foram essen­cial­mente boas. “Isso pode ter aju­da­do você a apren­der algo sobre você, o que nem sem­pre é fácil”.

6. Aproveite o poder das coisas
Se a lóg­i­ca é man­ter ape­nas as coisas com as quais você real­mente se impor­ta, os itens que “sobre­vivem” à arru­mação podem se tornar uma fonte de força. Tri­cia sug­ere man­ter na mesa de tra­bal­ho itens apre­ci­a­dos, como uma foto espe­cial ou um pre­sente que você gan­hou de alguém queri­do. Segun­do ela, eles podem servir como um lem­brete de que este é o seu mun­do e que “você tem o poder de faz­er o que você quis­er”.

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