Lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco soma R$ 6,454 bi no 3º trimestre

DNT 01-08-2015 SAO PAULO - SP / ECONOMIA OE / FACHADA BANCO ITAU - Agencia do Banco Itau na Praca Oswaldo Cruz em Sao Paulo - FOTO DANIEL TEIXEIRA/ESTADAO

Lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco soma R$ 6,454 bi no 3º trimestre

O Itaú Uni­ban­co teve lucro líqui­do recor­rente de R$ 6,454 bil­hões no ter­ceiro trimestre deste ano, cifra 3,20% supe­ri­or à vista no mes­mo inter­va­lo de 2017, de R$ 6,254 bil­hões. Em relação aos três meses ime­di­ata­mente ante­ri­ores, quan­do o mon­tante foi de R$ 6,382 bil­hões, foi iden­ti­fi­ca­do aumen­to de 1,1%.

O desem­pen­ho do ban­co no ter­ceiro trimestre foi influ­en­ci­a­do, con­forme o Itaú expli­ca em relatório que acom­pan­ha suas demon­strações finan­ceiras, por um menor cus­to do crédi­to da insti­tu­ição e cresci­men­to da margem finan­ceira com clientes. No critério atribuív­el aos acionistas con­tro­ladores (IFRS), o lucro da insti­tu­ição foi de R$ 6,126 bil­hões de jul­ho a setem­bro, com leve alta de 1,34% ante igual perío­do do ano pas­sa­do.

Em con­tra­parti­da, os efeitos pos­i­tivos que ben­e­fi­cia­ram o desem­pen­ho do ban­co no perío­do foram par­cial­mente com­pen­sa­dos por maiores despe­sas não decor­rentes de juros em meio ao reforço que a insti­tu­ição fez de suas equipes com­er­ci­ais, em espe­cial na rede de agên­cias, seguros e adquirên­cia. Hou­ve tam­bém, con­forme o ban­co, o impacto sazon­al do acor­do cole­ti­vo, além do efeito da vari­ação cam­bial nas despe­sas na Améri­ca Lati­na.

A carteira de crédi­to total ajus­ta­da do Itaú encer­rou setem­bro em R$ 636,4 bil­hões, aumen­to de 2,1% ante jun­ho, quan­do ficou em R$ 623,3 bil­hões. Em um ano, quan­do a cifra foi de R$ 575,2 bil­hões, foi vis­to aumen­to de 10,6%.

Em nota à impren­sa, o pres­i­dente do Itaú, Can­di­do Bracher, afir­ma que a insti­tu­ição segue obser­van­do uma “deman­da saudáv­el” por crédi­to tan­to de pes­soas físi­cas quan­to de micro, peque­nas e médias empre­sas. “Nesse ter­ceiro trimestre de 2018, con­cedemos 38% mais crédi­tos para pes­soas físi­cas e 22% mais crédi­tos para micro, peque­nas e médias empre­sas no Brasil em relação ao mes­mo perío­do de 2017”, diz o exec­u­ti­vo, que acres­cen­ta: “A mel­ho­ria dos indi­cadores de inadim­plên­cia dessas carteiras ao lon­go do ano tem evi­den­ci­a­do a qual­i­dade dessa orig­i­nação de crédi­to”.

Os ativos totais do Itaú alcançaram R$ 1,613 tril­hão no ter­ceiro trimestre, aumen­to de 10,0% em um ano, de R$ 1,466 tril­hão. Em relação aos três meses ante­ri­ores, de R$ 1,543 tril­hão, foi vista ele­vação de 4,6%.

O patrimônio líqui­do do ban­co somou R$ 125,035 bil­hões de jul­ho a setem­bro, incre­men­to de 1,1% em um ano, de R$ 123,631 bil­hões. No com­par­a­ti­vo trimes­tral, quan­do ficou em R$ 121,758 bil­hões, a alta foi de 2,7%. Já o retorno recor­rente sobre o patrimônio líqui­do médio anu­al­iza­do (ROE) do Itaú ficou em 21,3% ao fim de setem­bro, con­tra 21,6% ao tér­mi­no de jun­ho e 21,6% um ano antes.

Resultado líquido e recorrente

O Itaú pub­li­cou ain­da lucro líqui­do con­tá­bil de R$ 6,247 bil­hões no ter­ceiro trimestre, expan­são de 2,80% ante um ano, de R$ 6,077 bil­hões. Em relação aos três meses ante­ri­ores, de R$ 6,244 bil­hões, a cifra ficou prati­ca­mente estáv­el.

As prin­ci­pais difer­enças entre o lucro líqui­do e o resul­ta­do recor­rente no ter­ceiro trimestre, con­forme expli­ca o ban­co em relatório que acom­pan­ha suas demon­strações finan­ceiras, foram, den­tre out­ros motivos, R$ 206 mil­hões de efeito de amor­ti­za­ção de ágio.

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