Cada vez mais o consumidor irá cuidar da própria saúde, diz diretor da Medley

Cada vez mais o consumidor irá cuidar da própria saúde, diz diretor da Medley

Soluções que aux­iliem no acom­pan­hamen­to do médi­co para checar se o trata­men­to com o paciente está sendo efe­ti­vo e opções de serviços que lev­em a pre­ocu­pação com a saúde para mais per­to do con­sum­i­dor. Essas são algu­mas das pre­visões do dire­tor da Med­ley, Car­los Aguiar, para os próx­i­mos anos. “Acred­i­to que, cada vez mais, o con­sum­i­dor vai cuidar da própria saúde — acom­pan­han­do índices de per­to com qual­quer tipo de dis­pos­i­ti­vo”, afir­ma. “Quan­do olhamos para 10 ou 15 anos atrás, acred­i­to que nós nem son­há­va­mos em estar onde esta­mos hoje. Nos próx­i­mos 10 anos, ain­da vai mudar bas­tante”.

Um dos cam­in­hos de trans­for­mação, segun­do Aguiar, será por meio da pop­u­lar­iza­ção de fer­ra­men­tas que já exis­tem hoje, mas que ain­da “atingem uma parcela muito peque­na da pop­u­lação”. “Quan­do olhamos para a área de tec­nolo­gia, o que geral­mente acon­tece é que, quan­do o uso aumen­ta expo­nen­cial­mente, o cus­to cai rad­i­cal­mente. É esse tipo de proces­so que deve facil­i­tar bas­tante o acom­pan­hamen­to médi­co, prin­ci­pal­mente de doenças crôni­cas”, diz.

A uti­liza­ção de soluções sim­ples — como lem­bretes de horário para a ingestão do medica­men­to, por exem­p­lo — poderá aju­dar a resolver o prin­ci­pal desafio do setor hoje: man­ter o paciente ader­ente à ter­apia. Tais soluções irão aju­dar prin­ci­pal­mente no cuida­do com a pop­u­lação mais vel­ha. “Nós já sabe­mos que, a par­tir de 2030, a pirâmide da pop­u­lação do Brasil já estará inver­ti­da, com uma mas­sa de pes­soas aci­ma dos 50 e 60 anos bas­tante expres­si­va. Acred­i­to que tais fer­ra­men­tas irão impactar tan­to no cuidar da saúde como no mer­ca­do de tra­bal­ho — uma vez que essas pes­soas não nec­es­sari­a­mente estarão inca­pac­i­tadas para tra­bal­har.”

Entre dezem­bro de 2017 e setem­bro de 2018, a Med­ley lançou 12 novos pro­du­tos, entre genéri­cos e sim­i­lares. De acor­do com o dire­tor, a empre­sa reg­istrou, entre janeiro e jul­ho deste ano, um cresci­men­to de 14% em val­or de mer­ca­do e 25% em vol­ume — já con­sideran­do os lança­men­tos.

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