Pornografia no Instagram?

Pornografia no Instagram

O Insta­gram foi toma­do por uma onda de ima­gens pornográ­fi­cas na bus­ca pela hash­tag #sex­tou nos últi­mos dias. A tag gan­hou um novo sig­nifi­ca­do para os usuários estrangeiros: “Sex to U” (sexo para você, em por­tuguês). O ter­mo é posta­do na rede social acom­pan­hado por con­teú­do pornográ­fi­co em foto ou vídeo.

A hash­tag suposta­mente começou a ser usa­da com esse novo sen­ti­do por inter­nau­tas árabes no Insta­gram. A hash­tag, bas­tante pop­u­lar no Brasil, surgiu aqui para comem­o­rar a chega­da da sex­ta-feira com ima­gens de bares e fes­tas, por exem­p­lo. Ago­ra, ao aces­sar a seção de bus­ca do aplica­ti­vo para pesquis­ar pela polêmi­ca hash­tag, apare­cem mais de 3 mil pub­li­cações de fotos e vídeos pornográ­fi­cos. Para ten­tar con­tornar a situ­ação, os brasileiros pas­saram a postar #sex­tou🍻 (com um emo­ji de cerve­ja ao final da tag).

Atu­al­iza­ção 1: Às 16h des­ta quar­ta-feira (5), o Insta­gram já havia blo­quea­do a hash­tag #sex­tou, impos­si­bil­i­tan­do encon­trar con­teú­do rela­ciona­do à mar­cação. Ao clicar na tag, é exibi­da a seguinte men­sagem: “As pub­li­cações com #sex­tou foram lim­i­tadas porque a comu­nidade denun­ciou con­teú­do que pode não cumprir as dire­trizes do Insta­gram para as comu­nidades”.

Atu­al­iza­ção 2: O Insta­gram envi­ou ao Tech­Tu­do seu posi­ciona­men­to ofi­cial à respeito do ocor­ri­do. A rede social, além de agrade­cer a par­tic­i­pação dos usuários, pede que con­teú­dos como esse, que vão con­tra suas dire­trizes sejam sem­pre denun­ci­a­dos. “Agrade­ce­mos nos­sa comu­nidade por traz­er o prob­le­ma com a hash­tag #sex­tou à nos­sa atenção. Pub­li­cações com essa hash­tag foram lim­i­tadas enquan­to tomamos a ação apro­pri­a­da. Postar ou com­par­til­har con­teú­do pornográ­fi­co é con­tra as políti­cas do Insta­gram. Ped­i­mos a todos que usem as fer­ra­men­tas den­tro do aplica­ti­vo para repor­tar e blo­quear con­teú­do que acred­item vio­lar nos­sas Dire­trizes da Comu­nidades para que pos­samos inves­ti­gar e agir rap­i­da­mente.”

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