Lei de proteção de dados vai aumentar o número de contratações em TI

Lei de proteção de dados vai aumentar o número de contratações em TI

Com aprovação da Lei Ger­al de Pro­teção de Dados a deman­da por profis­sion­ais de tec­nolo­gia da infor­mação dev­erá aumen­tar.

Um dos motivos é que as empre­sas terão 18 meses para se ade­quar às mudanças, um inter­va­lo que per­mite treinar os próprios fun­cionários, diz Fred­eri­co Cos­ta, da con­sul­to­ria de recru­ta­men­to Rand­stad.

“Difer­ente­mente da Europa, onde muitos ter­ce­i­rizaram de pon­ta a pon­ta e a bus­ca por profis­sion­ais cresceu de 70% a 80%, no Brasil dev­erá ter uma procu­ra 20% a 30% maior nas áreas de TI.”

Muitas com­pan­hias serão obri­gadas a tra­bal­har com os próprios colab­o­radores porque não há ofer­ta de mão de obra espe­cial­iza­da em quan­ti­dade sufi­ciente no país, afir­ma Guil­herme Filgueiras, da con­sul­to­ria Michael Page.

“Se estivésse­mos em um mer­ca­do maduro, acred­i­to que o serviço de con­tratações aumen­taria ain­da mais.”

As empre­sas ain­da não começaram a procu­rar as con­sul­to­rias para traz­er can­didatos, segun­do Rodri­go Miche­li­no, da Experis, lig­a­da ao grupo Man­pow­er.

“Pelo que temos con­ver­sa­do com os clientes, eles ain­da pre­cis­arão enten­der mel­hor a questão, dis­cu­tir suas políti­cas de segu­rança para só então anal­is­ar­mos o taman­ho das bus­cas por mão de obra.”

Mes­mo que o tem­po de imple­men­tação seja lon­go, há chances de uma alta de con­tratações semel­hante à europeia acon­te­cer no Brasil, diz Caio Arnaes, da Robert Half.

“Esta­mos alguns pas­sos atrás da Europa no momen­to em que a lei foi lança­da por lá.”

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