Heineken enfrenta dificuldades no Brasil

Heineken enfrenta dificuldades no Brasil

A frabri­cante de bebidas Heineken NV está estu­dan­do a pos­si­bil­i­dade de fechar duas fábri­c­as no Nordeste do Brasil, disse uma exec­u­ti­va sênior da empre­sa em entre­vista ao jor­nal Val­or Econômi­co.

A vice-pres­i­dente da empre­sa, Nel­ci­na Tropar­di, disse ao jor­nal que eles estavam con­sideran­do o fechamen­to de duas fábri­c­as no esta­do de Per­nam­bu­co porque “a oper­ação acu­mu­lou uma per­da de R$ 90 mil­hões no últi­mo ano”.

O Val­or infor­mou que a Heineken atribui as per­das a decisões judi­ci­ais obri­g­an­do que a empre­sa holan­desa ven­da cerve­ja a um dis­tribuidor local abaixo dos preços de mer­ca­do.

Enquan­to a cerve­jaria tem difi­cul­dades finan­ceiras em ter­ritório nacional, ela anun­ciou no iní­cio de agos­to a com­pra de uma aprtic­i­pação de US$ 3,1 bil­hões da Chi­na Resources Beer, a maior cerve­jaria da Chi­na, em uma ten­ta­ti­va de desafi­ar a posição da Anheuser-Busch InBev como a maior fab­ri­cante de cerve­ja estrangeira do mun­do no mer­ca­do.

Após a com­pra, a cerve­jaria holan­desa terá uma par­tic­i­pação de 40% da Chi­na Resources Beer Hold­ings, fab­ri­cante da Snow, a mar­ca mais ven­di­da do país. A mudança dá à Heineken uma forte par­ceira local em um mer­ca­do que englo­ba cerve­jas impor­tadas.

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