
A TV conectada passou a ocupar uma posição estratégica no consumo de conteúdo digital. Para emissoras, WebTVs, empresas de streaming, produtores de conteúdo, instituições religiosas, universidades, canais regionais, marcas e projetos independentes, ter um aplicativo próprio na Smart TV significa estar presente em uma das telas mais importantes da casa.
No Brasil, essa oportunidade cresce à medida que transmissões ao vivo, vídeo sob demanda e serviços de streaming se tornam parte natural da rotina do público. Ao mesmo tempo, desenvolver um aplicativo para televisão exige conhecimentos bastante diferentes daqueles utilizados em um site ou aplicativo convencional para smartphone.
Cada fabricante possui sua própria plataforma, ferramentas de desenvolvimento, regras de publicação, critérios de homologação e particularidades técnicas. Por isso, contratar uma empresa especializada em desenvolvimento de aplicativos para Smart TV pode reduzir retrabalho, acelerar a implantação e aumentar as chances de o aplicativo ser aprovado nas lojas oficiais.
A SmartLives atua exatamente nesse segmento. A empresa brasileira trabalha com desenvolvimento, homologação e publicação de aplicativos para plataformas como Samsung Tizen, LG webOS, Roku, Google TV e Amazon Fire TV, além de soluções destinadas a WebTV, streaming e projetos de conteúdo audiovisual. Em seu site institucional, a SmartLives informa ter mais de 15 anos de experiência nesse mercado e apresenta diversos aplicativos já desenvolvidos e publicados.
Conheça a SmartLives e seus projetos para Smart TV
O que faz uma empresa de desenvolvimento de aplicativos para Smart TV?
Uma empresa especializada em Smart TV não entrega simplesmente uma tela com um player de vídeo.
O trabalho pode envolver arquitetura do software, identidade visual, integração com sistemas externos, navegação por controle remoto, reprodução de streaming, catálogo de conteúdos, compatibilidade com diferentes gerações de televisores, testes, empacotamento, homologação e publicação.
No desenvolvimento de sites e aplicativos móveis existem tecnologias que podem ser reaproveitadas em diferentes ambientes. Em Smart TVs, embora também exista possibilidade de compartilhamento de conceitos e serviços de backend, Samsung, LG e Roku possuem ecossistemas distintos.
Um aplicativo que funciona corretamente em uma televisão Samsung não pode simplesmente ser enviado para a loja da LG ou da Roku sem adaptações.
Cada plataforma possui sua própria maneira de interpretar interfaces, eventos do controle remoto, execução de mídia, APIs disponíveis e processo de distribuição.
Por isso, um projeto profissional deve ser pensado desde o início com uma arquitetura que permita aproveitar o conteúdo e as integrações comuns, mantendo uma implementação adequada para cada fabricante.
É exatamente nessa especialização que existe uma diferença entre contratar uma software house generalista e contratar uma empresa focada em aplicativos para Smart TV.
A experiência de uso em uma Smart TV é diferente
Um erro comum é imaginar que basta ampliar a interface de um aplicativo mobile para que ela funcione adequadamente na televisão.
Não funciona dessa forma.
O usuário de Smart TV normalmente está sentado a vários metros da tela. Em vez de tocar diretamente nos elementos, ele utiliza setas direcionais, botão OK, voltar, play, pause e outras teclas disponíveis no controle remoto.
Isso exige uma experiência de navegação específica.
O foco precisa estar sempre visível. Os elementos devem ser grandes. O caminho entre uma opção e outra precisa ser previsível. O usuário não deve ficar preso em determinada área da interface porque o foco deixou de responder.
Também é importante reduzir o número de etapas necessárias para chegar ao conteúdo.
Se uma pessoa instala o aplicativo de uma WebTV porque deseja assistir ao canal ao vivo, por exemplo, obrigá-la a atravessar cinco menus antes de chegar ao player provavelmente prejudica a experiência.
Em muitos projetos, simplicidade é uma vantagem competitiva.
Desenvolvimento de aplicativos para Samsung Smart TV
Samsung é uma das principais plataformas quando se pensa em desenvolvimento de aplicativos para televisão.
As Smart TVs Samsung utilizam o ecossistema Tizen, e a própria fabricante mantém ferramentas específicas para o desenvolvimento de aplicações de TV.
A Samsung disponibiliza o Tizen Studio e extensões voltadas à Smart TV. Aplicativos web para Tizen podem utilizar tecnologias web, mas precisam respeitar a arquitetura, APIs, certificados, empacotamento e características específicas da plataforma. A documentação oficial também descreve o processo de criação, testes e distribuição dos aplicativos.
Documentação oficial Samsung Smart TV Developers
Um aplicativo Samsung para uma WebTV pode ser bastante simples. Pode apresentar a marca, carregar o canal e abrir o player.
Por outro lado, projetos mais sofisticados podem incluir transmissão ao vivo, catálogo de vídeos, programação, categorias, busca, login de usuários, favoritos, conteúdos especiais, integração com APIs, publicidade e outros recursos.
A complexidade deve acompanhar o modelo de negócio.
Não existe razão para desenvolver uma plataforma enorme quando o cliente necessita apenas de um canal ao vivo. Da mesma forma, uma operação de streaming com milhares de conteúdos provavelmente exigirá uma arquitetura muito mais completa.
Publicação e homologação na Samsung
Desenvolver o aplicativo é apenas uma parte do processo.
Para disponibilizá-lo aos consumidores, é necessário passar pelo ambiente de distribuição da Samsung.
O aplicativo precisa ser registrado, receber os materiais necessários para a apresentação na loja, ter seu pacote enviado e passar pelo processo de análise da fabricante.
A documentação da Samsung explica que os aplicativos são disponibilizados depois do processo de revisão e testes. Também há requisitos relativos a pacote, imagens, informações da aplicação e países de distribuição.
Processo oficial de publicação de aplicativos Samsung TV
É nessa fase que experiência prévia pode economizar bastante tempo.
Um aplicativo pode funcionar perfeitamente no computador do desenvolvedor e ainda assim apresentar problemas durante testes de homologação.
Navegação incorreta, comportamento inesperado do player, utilização de determinadas APIs, gerenciamento de foco, incompatibilidades, telas de erro e configurações do pacote são alguns dos pontos que precisam ser observados.
Acompanhamento da publicação, portanto, é um serviço importante para empresas que não possuem uma equipe dedicada a esse ecossistema.
Desenvolvimento de aplicativos para LG webOS
Outra plataforma fundamental no mercado brasileiro de Smart TVs é a LG webOS.
Aplicações webOS TV podem utilizar tecnologias como HTML, CSS e JavaScript, porém isso não significa que sejam equivalentes a um site executado dentro da televisão.
A plataforma possui especificações próprias, APIs, ferramentas de desenvolvimento, regras de desempenho e um modelo específico de interação.
A própria LG recomenda um fluxo que envolve desenho da aplicação, implementação, testes, depuração, análise de recursos e preparação antes da submissão ao ambiente de distribuição.
Documentação oficial LG webOS TV Developer
Uma aplicação LG pode consumir a mesma infraestrutura de conteúdo utilizada em outras plataformas.
Imagine que uma WebTV possua um backend que retorna nome do programa, capa, descrição, programação e endereço de streaming.
Esse backend pode continuar sendo único.
O aplicativo LG consulta esses dados e os apresenta de acordo com a experiência criada para webOS. O aplicativo Samsung pode consultar a mesma API, mas possuir sua própria implementação.
Essa separação é importante para projetos multiplataforma.
Como funciona a aprovação de um aplicativo LG?
Depois do desenvolvimento, o aplicativo precisa ser submetido ao LG Seller Lounge para passar pelo processo de aprovação.
A documentação oficial da LG divide esse processo em submissão, testes e aprovação. Durante a fase de QA, se forem encontradas falhas, o aplicativo pode ser rejeitado e devolvido com os pontos que precisam ser corrigidos. Depois das correções, uma nova submissão pode ser necessária.
Entenda o processo oficial de aprovação de aplicativos LG webOS
Esse processo reforça uma característica importante do desenvolvimento de Smart TVs: publicação não deve ser tratada como um detalhe administrativo.
Ela é parte do projeto.
Quando uma empresa contrata desenvolvimento sem considerar homologação, pode terminar com um aplicativo tecnicamente pronto que ainda não chegou ao consumidor.
Por isso, a SmartLives inclui em sua atuação justamente as etapas de desenvolvimento, homologação e publicação.
Desenvolvimento de aplicativos para Roku
Roku possui características bastante próprias e representa outra plataforma relevante para empresas de conteúdo.
Diferentemente de Samsung e LG, o desenvolvimento Roku trabalha com tecnologias específicas da plataforma. A Roku utiliza SceneGraph para a estrutura e apresentação da interface e BrightScript como linguagem utilizada no comportamento das aplicações.
Portal oficial Roku Developer
Essa particularidade significa que um aplicativo Roku exige conhecimento específico.
Um desenvolvedor experiente em Android ou JavaScript ainda precisa entender como a plataforma Roku organiza cenas, componentes, eventos, execução de código, foco, comunicação entre elementos e reprodução de mídia.
A Roku mantém documentação, exemplos e cursos voltados a desenvolvedores. O SceneGraph é apresentado pela própria empresa como o framework utilizado na construção das interfaces dos aplicativos Roku.
Como funciona a publicação no Roku?
A Roku diferencia aplicativos utilizados em testes e aplicativos públicos destinados à Streaming Store.
Um aplicativo público precisa passar pelo processo de certificação e revisão antes de ser publicado.
Existe ainda uma recomendação particularmente importante para empresas que terceirizam desenvolvimento: a documentação da Roku orienta que a publicação seja realizada a partir da conta pertencente à organização proprietária do conteúdo, concedendo ao desenvolvedor as permissões necessárias para administrar o aplicativo. Dessa maneira, a titularidade continua vinculada ao cliente.
Guia oficial de publicação de aplicativos Roku
Esse é um ponto relevante ao contratar qualquer fornecedor de desenvolvimento de Smart TV.
O cliente deve saber quem será o proprietário da conta, do aplicativo e dos ativos utilizados durante a publicação.
Samsung, LG e Roku: por que existem versões diferentes?
Para o telespectador, Samsung, LG e Roku parecem fazer praticamente a mesma coisa.
O usuário abre um aplicativo, escolhe algo e assiste.
Nos bastidores, entretanto, existem diferenças importantes.
É possível reaproveitar identidade visual, serviços de backend, APIs, metadados, imagens, feeds e regras de negócio. Mas cada versão do aplicativo precisa respeitar o funcionamento da plataforma na qual será executada.
A estratégia mais eficiente é construir uma arquitetura centralizada para o conteúdo e especializada para os dispositivos.
Imagine uma WebTV que tenha:
programação ao vivo, notícias, vídeos, categorias e destaques.
Essas informações podem existir em uma única API.
O aplicativo Samsung consulta essa API. O LG também. O Roku igualmente.
A diferença está na camada que apresenta o conteúdo ao usuário.
Essa arquitetura facilita futuras alterações. Se o endereço de um vídeo ou descrição de um programa mudar, não deveria ser necessário publicar novamente três aplicativos apenas para alterar esse conteúdo.
Aplicativo para WebTV: leve seu canal da internet para a televisão
Uma das maiores oportunidades para aplicativos Smart TV está nas WebTVs.
Durante muitos anos, projetos de televisão pela internet concentraram sua distribuição em sites e redes sociais.
Hoje, um canal pode continuar utilizando essas plataformas e, simultaneamente, criar sua própria presença dentro da televisão.
Esse movimento muda a percepção da marca.
Em vez de o telespectador depender do navegador do celular ou de uma rede social, ele pode abrir a loja da televisão, instalar o aplicativo do canal e acessá-lo diretamente pelo controle remoto.
Para uma WebTV que já possui sinal de streaming funcionando, o projeto pode ser mais simples do que parece.
Não necessariamente é preciso trocar o fornecedor de streaming, CDN ou servidor.
Se a infraestrutura atual fornece um formato compatível e apresenta estabilidade adequada, o aplicativo pode simplesmente integrar o sinal existente.
Esse princípio é importante: não substituir infraestrutura que funciona sem necessidade.
FAST TV: tela de abertura e player para começar
Nem todo projeto precisa nascer como uma plataforma OTT gigantesca.
Para muitos canais, uma solução extremamente objetiva pode atender perfeitamente.
A aplicação abre com a identidade visual do cliente, apresenta sua tela de abertura e segue para um player profissional que reproduz o canal.
Esse tipo de projeto pode ser uma ótima porta de entrada para WebTVs, emissoras menores e canais que desejam validar sua presença na televisão.
A vantagem está na simplicidade.
Menos telas significam menos pontos de falha, navegação rápida e menor distância entre o usuário e o conteúdo.
Posteriormente, o aplicativo pode evoluir.
É possível acrescentar programação, vídeos gravados, notícias, categorias, mais de um canal, destaques, conteúdo sob demanda e outras funções.
A SmartLives trabalha também com esse conceito de solução FAST TV, oferecendo projetos de tela de abertura e player para empresas que precisam começar de maneira objetiva.
Streaming ao vivo em aplicativos para Smart TV
Streaming é uma das funções centrais em grande parte dos aplicativos de televisão.
O app recebe uma fonte de vídeo e utiliza o player disponível ou integrado à plataforma para reproduzir o conteúdo.
O desafio não está apenas em “dar play”.
Uma aplicação profissional precisa considerar carregamento, indisponibilidade temporária, falha de rede, interrupção do sinal, troca de estado, retomada, navegação do usuário e comportamento do aplicativo durante diferentes condições.
Também é importante separar dois problemas.
O primeiro é o aplicativo.
O segundo é a infraestrutura de vídeo.
Um aplicativo perfeitamente desenvolvido não consegue compensar um servidor de streaming instável.
Da mesma maneira, uma excelente infraestrutura de transmissão não resolve uma aplicação com navegação defeituosa ou player mal integrado.
Por isso, esses dois elementos precisam conversar.
Vídeo sob demanda — VOD
Nem todo aplicativo de Smart TV é exclusivamente ao vivo.
Muitos projetos trabalham com VOD — Video on Demand.
Nesse modelo, o usuário encontra uma biblioteca de conteúdos e escolhe o que deseja assistir.
O aplicativo pode apresentar capas, títulos, categorias, duração, descrição, temporadas e episódios.
Dependendo do negócio, também pode existir login, histórico, favoritos, conteúdos gratuitos e premium.
Quanto maior o catálogo, mais importante se torna a organização da experiência.
A navegação precisa permitir que o usuário encontre algo interessante rapidamente.
Na televisão, dezenas de menus e centenas de elementos apresentados ao mesmo tempo podem gerar confusão.
Um bom projeto equilibra quantidade de conteúdo e simplicidade.
Aplicativos de Smart TV para emissoras de televisão
Emissoras regionais também podem utilizar aplicativos de Smart TV como extensão da distribuição tradicional.
Imagine uma TV local de uma determinada cidade.
Pela transmissão convencional, seu alcance pode estar limitado geograficamente.
Com streaming e aplicativo, pessoas que vivem em outras cidades, estados ou até países podem continuar acompanhando a programação.
Isso pode ser especialmente interessante para notícias regionais, eventos, esportes locais, cultura, programação religiosa e conteúdos comunitários.
A televisão tradicional e a internet não precisam competir.
Podem funcionar juntas.
Igrejas e organizações religiosas
Outro mercado relevante é o de igrejas e organizações religiosas que já realizam transmissões pela internet.
Muitas possuem estrutura de câmeras, produção audiovisual e transmissão ao vivo.
Transformar esse conteúdo em aplicativo para Smart TV pode facilitar o acesso principalmente para usuários que preferem assistir pela televisão.
Cultos, celebrações, estudos, programas, eventos e conteúdos especiais podem ser organizados dentro do aplicativo.
O projeto pode começar apenas com transmissão ao vivo e posteriormente incluir biblioteca de vídeos.
Universidades e instituições de ensino
Universidades também produzem grande quantidade de conteúdo audiovisual.
Congressos, aulas abertas, palestras, projetos de extensão, eventos acadêmicos e produções institucionais podem ser distribuídos em um aplicativo próprio.
Um canal universitário pode reunir transmissão ao vivo e conteúdo sob demanda, mantendo sua identidade institucional.
Esse modelo também serve para organizações culturais, fundações e instituições públicas.
Quando é necessário um aplicativo simples e quando é necessário OTT?
Essa é uma pergunta importante.
Aplicativo para Smart TV e plataforma OTT completa não são necessariamente a mesma coisa.
O aplicativo é aquilo que o usuário instala e utiliza na televisão.
Uma estrutura OTT completa pode incluir muito mais: usuários, login, assinatura, pagamento, CMS, catálogo, DRM, analytics, CDN, publicidade, recomendações, diferentes dispositivos e várias camadas de infraestrutura.
Uma empresa que já possui streaming, API e catálogo pode precisar apenas das aplicações Samsung, LG e Roku.
Outra empresa pode chegar apenas com a ideia e precisar construir todo o ambiente.
São projetos completamente diferentes.
Por isso, antes de elaborar orçamento, é importante descobrir o que já existe.
Quanto custa desenvolver um aplicativo para Smart TV?
Não existe um preço único para todos os aplicativos.
O valor depende do escopo.
Uma aplicação com tela de abertura e player possui complexidade muito diferente de uma plataforma com milhares de vídeos, login, assinatura, busca, categorias, perfis, histórico e integração com sistemas externos.
Também influencia o número de plataformas desejadas.
Samsung, LG e Roku exigem implementações e processos de publicação próprios.
Outros fatores incluem backend, API, sistema administrativo, streaming, armazenamento, CDN, autenticação, design personalizado, monetização e manutenção.
Por isso, a maneira mais adequada de chegar a um valor é analisar o projeto.
O cliente explica o objetivo, informa o que já possui e define quais plataformas pretende alcançar.
A partir dessas informações, a empresa especializada consegue montar uma proposta compatível.
Desenvolvimento é diferente de publicação
Outro ponto importante na contratação é entender a diferença entre desenvolver e publicar.
Desenvolvimento envolve criação do software.
Publicação envolve preparar e conduzir o aplicativo pelo processo da loja correspondente.
Samsung, LG e Roku possuem procedimentos próprios.
Em determinados projetos o cliente já possui aplicativo e precisa apenas de ajuda com correções, homologação ou publicação.
Em outros casos, a empresa desenvolvedora assume todo o ciclo.
Por isso, é recomendável deixar claramente definido no orçamento quais serviços estão incluídos.
A importância dos testes em televisores reais
Simuladores são muito úteis.
Eles aceleram desenvolvimento, ajudam na depuração e permitem verificar grande parte do comportamento da aplicação.
Mesmo assim, aplicativos profissionais devem ser testados também em aparelhos reais sempre que possível.
Um televisor possui características de memória, processamento e sistema operacional diferentes de um computador.
Problemas de desempenho, carregamento, reprodução e controle remoto podem aparecer somente em determinados dispositivos.
Também é importante verificar gerações diferentes.
Uma aplicação rápida em uma TV recente pode apresentar comportamento diferente em modelos mais antigos ainda suportados.
Quanto mais bem testado estiver o projeto antes da submissão, menor tende a ser o número de problemas encontrados durante homologação.
Como escolher uma empresa de desenvolvimento de aplicativos para Smart TV
O primeiro critério deveria ser especialização.
Uma empresa excelente em aplicativos mobile não necessariamente possui experiência com Tizen, webOS ou Roku.
Verifique se o fornecedor possui projetos reais publicados e se trabalha com homologação.
Pergunte quais plataformas são atendidas.
Pergunte como são feitos os testes.
Verifique se há experiência com streaming.
Entenda quem ficará responsável pela publicação e pelas contas de desenvolvedor.
Também é importante avaliar se a empresa consegue trabalhar com a infraestrutura já existente.
Um fornecedor não deveria obrigar o cliente a trocar de streaming, hospedagem ou plataforma apenas para realizar o desenvolvimento, a menos que exista um motivo técnico verdadeiro.
Por que trabalhar com uma empresa brasileira?
Para empresas brasileiras, contratar uma equipe nacional pode facilitar várias etapas.
Idioma, horário, reuniões, entendimento comercial e suporte são naturalmente mais simples.
Além disso, existe grande variedade no mercado brasileiro.
Há desde grandes emissoras até WebTVs que funcionam com equipes pequenas.
Um fornecedor especializado no país tende a compreender que nem todo cliente precisa começar com uma infraestrutura milionária.
É possível construir gradualmente.
Primeiro colocar o canal na televisão.
Depois adicionar conteúdos gravados.
Depois ampliar plataformas.
Posteriormente adicionar recursos comerciais.
Essa evolução reduz o investimento inicial e permite validar o produto.
SmartLives: empresa especializada em desenvolvimento para Smart TV
A SmartLives é uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de aplicativos para Smart TVs e dispositivos de streaming.
O site oficial informa experiência superior a 15 anos nos processos de desenvolvimento, homologação e publicação e apresenta atuação em Samsung, LG, Roku, Google TV e Amazon Fire. A página institucional também apresenta diversos aplicativos publicados para diferentes canais e organizações.
Acesse o site oficial da SmartLives
A especialização permite atender tanto empresas que já possuem toda a infraestrutura quanto projetos que estão começando.
Uma WebTV que já dispõe de streaming pode contratar o desenvolvimento dos aplicativos sem necessariamente substituir sua estrutura atual.
Outra empresa pode necessitar de orientação para definir qual modelo tecnológico utilizar.
O projeto deve ser dimensionado de acordo com a necessidade real.
Smart TV como ferramenta de fortalecimento de marca
Existe ainda um benefício que vai além da audiência.
Ter um aplicativo próprio na loja de uma televisão transmite uma percepção diferente para parceiros, clientes e anunciantes.
A marca deixa de existir exclusivamente dentro de redes sociais ou plataformas de terceiros e ganha um espaço próprio.
Para uma WebTV, isso pode fortalecer apresentações comerciais.
Uma empresa pode dizer a potenciais anunciantes que seu conteúdo está disponível diretamente em televisores conectados.
Para uma organização religiosa ou educacional, o benefício está na facilidade de acesso.
Para uma emissora, representa expansão de distribuição.
Portanto, o valor do aplicativo não deve ser medido apenas pelo número imediato de instalações.
Ele também pode fazer parte do posicionamento institucional.
A televisão continua sendo uma tela estratégica
O crescimento de smartphones não eliminou a importância da televisão.
As duas telas cumprem funções diferentes.
O celular acompanha o usuário durante todo o dia e funciona bem para consumo rápido.
A TV continua sendo associada a sessões mais longas, entretenimento e consumo coletivo.
É por isso que serviços digitais continuam investindo fortemente em aplicativos para televisão.
Para produtores de conteúdo, estar presente na Smart TV significa fazer parte desse ambiente.
Aplicativo próprio reduz dependência de terceiros
Redes sociais e grandes plataformas de vídeo podem ser excelentes canais de divulgação e aquisição de audiência.
Mas dependência absoluta dessas plataformas possui riscos.
Algoritmos mudam.
Políticas mudam.
Monetização muda.
Alcance muda.
Um aplicativo próprio não elimina a necessidade de utilizar YouTube, Instagram ou outras plataformas.
Ele cria mais um canal.
O usuário pode descobrir um conteúdo em uma rede social e depois assistir regularmente pelo aplicativo instalado na TV.
Essa combinação tende a ser mais saudável do que apostar toda a distribuição em um único ambiente.
O futuro dos aplicativos para Smart TV no Brasil
O ecossistema de televisão está cada vez mais integrado à internet.
Aplicativos, streaming, FAST channels, publicidade digital, VOD e OTT passam a fazer parte da estratégia de empresas que anteriormente dependiam apenas da transmissão linear.
Isso abre espaço para negócios de diferentes tamanhos.
Não é mais necessário possuir uma grande emissora para distribuir conteúdo audiovisual diretamente para uma televisão conectada.
É necessário conteúdo, infraestrutura adequada e uma aplicação capaz de transformar esse conteúdo em uma boa experiência para o público.
Nesse cenário, empresas especializadas em desenvolvimento para Smart TV ocupam uma posição importante entre produtores de conteúdo, plataformas de streaming e fabricantes de televisores.
Por que considerar a SmartLives para seu projeto?
A SmartLives concentra sua atuação justamente nesse ecossistema.
A empresa trabalha com desenvolvimento, homologação e publicação de aplicativos, além de integração com WebTV, streaming e diferentes dispositivos.
Isso possibilita atender desde um projeto simples, com tela de abertura e player, até aplicações com estrutura mais completa.
Antes de desenvolver, o ideal é responder algumas perguntas.
Qual é o conteúdo?
Já existe streaming?
Haverá transmissão ao vivo?
Existem vídeos sob demanda?
Será necessário login?
Quais televisores devem ser atendidos?
Existe uma API?
O cliente deseja Samsung, LG, Roku ou também Google TV e Fire TV?
Essas respostas permitem construir uma solução muito mais eficiente do que simplesmente escolher um template.
Conclusão
Contratar uma empresa de desenvolvimento de aplicativos para Smart TV no Brasil é uma decisão estratégica para emissoras, WebTVs, empresas de streaming, organizações e produtores de conteúdo que desejam estar diretamente na televisão de seu público.
Samsung Tizen, LG webOS e Roku possuem tecnologias, ferramentas e processos de distribuição próprios. Criar uma aplicação funcional é apenas uma etapa. É necessário pensar em interface, controle remoto, player, streaming, compatibilidade, testes, homologação e publicação.
Para projetos que estão começando, uma solução simples com tela de abertura e player pode ser suficiente.
À medida que a operação cresce, o aplicativo pode receber catálogo de vídeos, programação, autenticação, publicidade, analytics, VOD e integração com estruturas OTT mais completas.
A SmartLives é uma empresa brasileira especializada nesse segmento e trabalha com desenvolvimento, homologação e publicação para as principais plataformas de Smart TV. A empresa informa mais de 15 anos de experiência na área e apresenta em seu site projetos já publicados para diferentes clientes.
Se sua empresa possui uma WebTV, emissora, serviço de streaming ou projeto audiovisual e deseja levar o conteúdo para Samsung, LG, Roku e outras Smart TVs, vale conversar com uma equipe que já conhece o processo desde o desenvolvimento até a publicação.
Solicite informações sobre desenvolvimento de aplicativos para Smart TV na SmartLives
Para quem deseja aprofundar a parte técnica, também vale consultar as documentações oficiais da Samsung Smart TV, da LG webOS TV e da Roku Developer Platform.