
Sua empresa provavelmente já possui um site.
Talvez tenha Instagram, YouTube, Facebook, aplicativo para celular e até uma plataforma própria de conteúdo.
Mas existe uma tela que muitas empresas ainda estão deixando de lado:
a televisão.
A Smart TV hoje funciona como uma plataforma digital completa, baseada em aplicativos, streaming, conteúdo sob demanda, publicidade e serviços conectados.
Netflix, YouTube e grandes empresas de mídia ajudaram a popularizar esse comportamento, mas a presença na televisão conectada não está mais restrita às grandes corporações.
Emissoras regionais, Web TVs, igrejas, universidades, clubes, produtoras, empresas de educação, rádios, organizações, plataformas de streaming e marcas podem ter seu próprio aplicativo instalado diretamente na Smart TV do consumidor.
Imagine seu cliente ligando uma televisão Samsung, LG ou Roku e encontrando:
o aplicativo da sua própria empresa.
Com sua identidade visual.
Seu conteúdo.
Sua programação.
Seu streaming.
Seus vídeos.
Sua marca.
Essa possibilidade transformou a televisão conectada em mais um canal de relacionamento entre empresas e consumidores.
Mas existe uma pergunta inevitável:
Como colocar uma empresa nas Smart TVs?
A resposta é mais interessante do que simplesmente “criar um aplicativo”.
Samsung, LG e Roku possuem ecossistemas diferentes, tecnologias diferentes, lojas diferentes e processos próprios de publicação.
Por isso, neste artigo vamos entender como funciona todo esse processo do ponto de vista empresarial, sem entrar em códigos ou tutoriais técnicos.
Por que sua empresa deveria pensar em Smart TV?
Durante muitos anos, as estratégias digitais seguiram uma lógica bastante previsível:
site → redes sociais → aplicativo mobile.
Mas o comportamento do consumidor mudou.
Hoje, conteúdo digital voltou para a tela grande.
Só que agora ele não chega necessariamente por meio da televisão tradicional.
Ele chega através da internet.
Isso criou o conceito de Connected TV — CTV, que envolve Smart TVs e outros dispositivos conectados usados para consumir conteúdo audiovisual.
Esse movimento está criando oportunidades para empresas que até alguns anos atrás dificilmente imaginariam possuir presença própria na televisão.
Uma emissora regional pode distribuir sua programação pela internet.
Uma universidade pode disponibilizar aulas.
Uma igreja pode transmitir cultos.
Uma produtora pode disponibilizar seu catálogo.
Um clube pode criar sua própria plataforma de conteúdo.
Uma Web TV pode deixar de depender exclusivamente do YouTube.
Uma empresa pode disponibilizar treinamentos e conteúdo institucional.
Ou seja:
a Smart TV está se transformando em mais um canal digital de distribuição.
Que tipo de empresa pode ter aplicativo para Smart TV?
Não existe apenas um perfil.
Uma aplicação pode fazer sentido para organizações como:
📺 emissoras de televisão;
📡 Web TVs;
🎬 produtoras;
🎥 plataformas de streaming;
⛪ igrejas;
🎓 universidades e escolas;
⚽ clubes esportivos;
🎤 produtores de eventos;
📻 rádios;
🏢 empresas de comunicação;
🎞️ distribuidoras;
🎓 plataformas de cursos;
📰 veículos jornalísticos;
🏛️ instituições públicas;
🤝 associações;
🌐 plataformas OTT;
📣 empresas que produzem muito conteúdo audiovisual.
O fator mais importante é existir conteúdo ou serviço que faça sentido ser consumido na televisão.
Se sua empresa já produz vídeos constantemente, talvez exista uma oportunidade que ainda não esteja sendo explorada.
Aplicativo próprio ou YouTube?
Essa é uma das primeiras dúvidas.
E não é necessário escolher um ou outro.
YouTube continua sendo uma ferramenta fantástica de alcance.
O aplicativo próprio resolve outro problema.
No YouTube, sua empresa está dentro do ambiente do YouTube.
No aplicativo próprio, o usuário entra em um ambiente da sua marca.
Isso permite construir uma experiência personalizada com:
seu logotipo;
suas categorias;
seus banners;
sua programação;
seus conteúdos;
seus usuários;
sua estrutura de navegação;
seus serviços.
Imagine uma emissora.
No YouTube, o usuário encontra o canal junto de milhares de outros.
No aplicativo próprio, ele abre:
TV Exemplo
e encontra imediatamente:
Ao Vivo | Programas | Jornalismo | Esportes | Entrevistas | Documentários
A percepção muda completamente.
Samsung, LG e Roku não são a mesma plataforma
Esse é um ponto fundamental.
É comum alguém perguntar:
“Vocês fazem um aplicativo e colocam nas três TVs?”
Do ponto de vista comercial, sim: é possível oferecer o mesmo serviço nas três plataformas.
Do ponto de vista tecnológico, porém, existem diferenças importantes.
As principais plataformas abordadas neste artigo são:
Samsung → Tizen
LG → webOS
Roku → Roku OS
Cada fabricante possui tecnologias, requisitos, ferramentas e processos de publicação próprios.
Se quiser entender melhor essas diferenças antes de escolher onde lançar seu projeto, recomendo também o comparativo:
Roku, LG webOS ou Samsung Tizen: Onde Vale Mais Criar Apps em 2026?
Como colocar sua empresa nas Smart TVs Samsung
A Samsung utiliza o sistema operacional Tizen em seus televisores.
Para uma empresa aparecer nos televisores Samsung através de um aplicativo próprio, normalmente existe um processo composto por:
planejamento → desenvolvimento → testes → preparação para publicação → homologação → disponibilização.
Não basta enviar um endereço de site.
O aplicativo precisa funcionar adequadamente no ambiente da televisão.
Também precisa utilizar certificados apropriados. A Samsung informa que os aplicativos precisam ser assinados com certificados válidos antes de poderem ser instalados ou executados.
Depois de concluído o desenvolvimento, a publicação é administrada pelo Samsung Apps TV Seller Office. É nesse ambiente que o aplicativo é registrado e preparado para distribuição.
Conheça o ecossistema oficial Samsung Smart TV Developer
A Samsung precisa aprovar o aplicativo?
Sim.
Esse detalhe é importante para empresas que estão entrando nesse mercado.
Desenvolver um aplicativo e publicá-lo não são exatamente a mesma coisa.
Existe um processo de preparação e avaliação.
Inclusive, a Samsung estabelece requisitos para materiais que acompanham a aplicação, como ícones, screenshots e informações necessárias ao processo de publicação.
Por isso, uma empresa especializada em Smart TV não deveria atuar apenas na programação.
Ela deveria conhecer também:
homologação, documentação, testes e publicação.
Esse conhecimento pode evitar retrabalho.
Como colocar sua empresa nas Smart TVs LG
No universo LG, a plataforma principal é o webOS TV.
Assim como acontece na Samsung, existe um processo próprio de desenvolvimento e distribuição.
O projeto precisa ser criado considerando a experiência de televisão:
controle remoto;
foco;
menus;
player;
desempenho;
compatibilidade;
streaming;
navegação;
tratamento de erros.
Depois de concluído, o aplicativo passa para a etapa de publicação.
A documentação oficial da LG divide seu processo de aprovação em três grandes fases:
Submission → Testing → Approval.
Primeiro o aplicativo é submetido através do LG Seller Lounge.
Depois a LG realiza testes de QA.
Se problemas forem identificados, a aplicação pode ser rejeitada e devolvida com itens que precisam de correção. Somente depois da aprovação ela é disponibilizada aos consumidores.
Conheça o portal oficial LG webOS TV Developer
Isso mostra por que simplesmente contratar alguém para “fazer uma tela” não representa necessariamente todo o projeto.
O objetivo final precisa ser:
ter um aplicativo funcional, aprovado e disponível ao público.
E como funciona na Roku?
A Roku possui um ecossistema bastante particular e fortemente associado ao consumo de streaming.
Aplicativos públicos precisam passar por certificação antes de serem distribuídos pela Roku Streaming Store.
A Roku analisa requisitos ligados a:
design;
performance;
funcionalidade;
deep linking;
contas;
pagamentos;
publicidade;
experiência do usuário;
integrações específicas.
A empresa também disponibiliza ferramentas próprias para análise estática, comportamento do aplicativo e testes pré-certificação.
Outro detalhe extremamente importante para uma empresa contratante:
A conta Roku deveria pertencer à própria empresa
A documentação da Roku recomenda explicitamente que o aplicativo seja publicado através da conta pertencente à organização proprietária do conteúdo.
Caso uma empresa terceirizada tenha desenvolvido o aplicativo, ela pode receber permissões administrativas, mas a conta raiz deve permanecer com o proprietário do serviço.
Esse é um ótimo procedimento de governança.
Documentação oficial Roku Developer
Preciso lançar em Samsung, LG e Roku ao mesmo tempo?
Não obrigatoriamente.
Existem pelo menos três estratégias possíveis.
Estratégia 1 — Uma plataforma primeiro
A empresa começa por uma plataforma, valida o produto e posteriormente expande.
Essa abordagem reduz investimento inicial.
Estratégia 2 — Samsung + LG
Pode fazer sentido para empresas concentradas no mercado brasileiro e que desejam presença nas duas grandes marcas de televisores.
Estratégia 3 — Multiplataforma
O projeto já nasce preparado para:
Samsung + LG + Roku + Android/Google TV + Fire TV.
Essa alternativa exige maior planejamento, mas cria uma presença muito mais ampla.
O importante é não tomar a decisão simplesmente perguntando:
“Qual é a melhor TV?”
A pergunta deveria ser:
“Onde está minha audiência e qual objetivo quero alcançar?”
Para uma análise mais aprofundada das plataformas, consulte também:
Roku vs LG webOS vs Samsung Tizen — Qual Plataforma Escolher?
Tenho apenas um streaming ao vivo. Posso ter um aplicativo?
Sim.
Aliás, esse é um dos projetos mais comuns para emissoras e Web TVs.
O aplicativo pode abrir uma interface contendo:
logo da emissora
programação atual
streaming ao vivo
grade de programação
informações da empresa
e, posteriormente, receber outras funcionalidades.
Uma estratégia inteligente pode ser começar simples.
Primeiro:
Ao Vivo.
Depois:
Ao Vivo + Programas.
Depois:
Ao Vivo + Programas + VOD.
Depois:
catálogo completo + login + monetização.
Isso permite que o projeto evolua conforme a audiência cresce.
E se minha empresa possuir vídeos sob demanda?
Então as possibilidades aumentam.
Imagine uma produtora com centenas de conteúdos.
O aplicativo pode organizar esses materiais em:
Filmes
Séries
Documentários
Entrevistas
Cursos
Shows
Eventos
Programas
Um backend ou CMS pode controlar o catálogo.
Assim, não é necessário publicar novamente o aplicativo toda vez que um novo conteúdo for adicionado.
A televisão consulta o servidor e recebe as informações atualizadas.
É exatamente essa arquitetura que está por trás de muitas plataformas modernas de streaming.
O aplicativo precisa conversar com meu sistema atual?
Em muitos projetos, sim.
A aplicação para Smart TV pode funcionar como uma nova interface para uma infraestrutura que a empresa já possui.
Por exemplo:
CMS → API → Smart TV
ou:
plataforma de streaming → API → Samsung/LG/Roku
ou ainda:
backend → usuário → catálogo → favoritos → televisão
As APIs tornam possível manter diferentes dispositivos conectados ao mesmo ecossistema.
Esse assunto é aprofundado em:
Como APIs de IA conectam aplicativos móveis e aplicativos para Smart TVs
Por que um aplicativo de televisão precisa de UX específica?
Porque televisão não é celular.
Parece óbvio, mas esse é um dos erros mais comuns em projetos mal planejados.
No smartphone você toca na tela.
Na TV você normalmente utiliza:
⬆️
⬇️
⬅️
➡️
OK
Voltar
Cada elemento precisa ter um estado de foco claro.
Se o usuário não sabe onde está o foco, o aplicativo parece quebrado.
Também é preciso considerar que ele pode estar sentado a três metros da tela.
Por isso entram questões como:
fontes grandes;
contraste;
poucos elementos por tela;
carrosséis navegáveis;
botões facilmente identificáveis;
transições previsíveis.
Um aplicativo de televisão pode parecer simples visualmente e, ainda assim, exigir muito cuidado de UX.
A qualidade do streaming também importa
Se seu negócio trabalha com vídeo, o aplicativo é apenas uma parte da experiência.
Existe toda uma cadeia:
origem do vídeo → encoder → servidor/CDN → internet → aplicativo → televisão.
Quando existe problema em qualquer parte dessa cadeia, o usuário normalmente culpa:
“o aplicativo”.
Por isso um projeto profissional deve avaliar não apenas a interface, mas também a infraestrutura utilizada para entregar o conteúdo.
Um player bonito não corrige uma transmissão instável.
É possível monetizar um aplicativo próprio?
Sim.
Dependendo do modelo, existem várias possibilidades:
💵 publicidade;
🔒 assinatura;
🎥 conteúdo premium;
📺 canais FAST;
🤝 patrocinadores;
🛒 serviços;
🎓 cursos;
🏟️ conteúdo esportivo;
🎬 pay-per-view.
A melhor estratégia depende da audiência.
Ter mil usuários muito engajados em determinado nicho pode ser comercialmente mais interessante do que ter dezenas de milhares de usuários sem perfil definido.
Para aprofundar esse assunto:
Como Monetizar Apps de Smart TV na Prática
Também vale conhecer:
Como Monetizar Seu Conteúdo nas Smart TVs: Apps, FAST e TV Conectada
Quanto custa colocar uma empresa nas Smart TVs?
Essa pergunta não possui um único valor correto.
Um aplicativo contendo:
logotipo + transmissão ao vivo
não possui a mesma complexidade de uma plataforma contendo:
login;
perfis;
assinatura;
catálogo;
centenas de vídeos;
busca;
favoritos;
DRM;
publicidade;
analytics;
backend;
CMS;
múltiplas plataformas.
Por isso o orçamento precisa considerar principalmente:
quantidade de plataformas + funcionalidades + integrações + infraestrutura + publicação + manutenção.
Também existe uma diferença importante entre desenvolver uma plataforma e adaptar a experiência para três ou cinco ecossistemas.
Uma boa avaliação comercial deveria começar com algo muito simples:
“O que você deseja que o usuário consiga fazer quando abrir seu aplicativo?”
A resposta define grande parte do projeto.
Quanto tempo demora?
Também depende do escopo.
Um projeto básico pode ser relativamente rápido.
Já uma plataforma OTT completa envolve diversas etapas.
Além do desenvolvimento existe:
levantamento → design → programação → integração → testes → correção → homologação → publicação.
E existe uma etapa sobre a qual a empresa desenvolvedora não tem controle absoluto: a análise da fabricante.
Por isso é prudente não planejar campanhas de marketing prometendo uma data pública antes de considerar os processos das lojas.
O que pode impedir a publicação?
Existem vários fatores possíveis.
Por exemplo:
❌ aplicativo instável;
❌ controle remoto funcionando incorretamente;
❌ vídeos indisponíveis;
❌ comportamento inconsistente;
❌ problemas de login;
❌ desempenho inadequado;
❌ conteúdos sem direitos apropriados;
❌ documentação incompleta;
❌ integração inadequada de pagamentos;
❌ violação das políticas da plataforma.
A Roku, por exemplo, ressalta que quem publica é responsável por possuir direitos adequados para distribuição do conteúdo nas regiões onde o aplicativo será oferecido.
Esse aspecto jurídico é especialmente importante para filmes, esportes, músicas e conteúdos licenciados.
Quem deve ser dono das contas nas lojas?
Preferencialmente:
o cliente.
A empresa que desenvolve pode administrar tecnicamente o processo, mas o proprietário do conteúdo deveria manter a propriedade das contas principais quando a plataforma permitir essa estrutura.
Isso evita dependência futura.
Se daqui a cinco anos a empresa trocar de desenvolvedor, seu aplicativo e sua presença digital continuam pertencendo a ela.
A própria Roku orienta explicitamente esse modelo.
É uma prática profissional que eu também considero importante para projetos em outras plataformas.
A inteligência artificial tornou desnecessário contratar especialistas?
A inteligência artificial está tornando o desenvolvimento mais rápido.
Ela pode ajudar a gerar:
componentes;
documentação;
testes;
código;
interfaces;
correções;
integrações.
Mas existe uma diferença enorme entre:
“a IA gerou código”
e:
“meu aplicativo está publicado e funcionando nas televisões dos meus clientes.”
Ainda existem:
arquitetura;
compatibilidade;
player;
navegação;
testes;
certificados;
contas;
homologação;
reprovações;
publicação;
manutenção.
Por isso o valor de uma empresa especializada tende a migrar cada vez mais da simples programação para a entrega completa do produto.
Se quiser entender para onde esse mercado está caminhando:
O futuro dos aplicativos para Samsung Tizen, LG webOS, Roku e Android TV
SmartLives: desenvolvimento especializado em aplicativos para Smart TVs
Para uma empresa que não deseja montar internamente uma equipe especializada em Samsung Tizen, LG webOS e Roku, existe a possibilidade de terceirizar todo o desenvolvimento.
A SmartLives atua especificamente no desenvolvimento, homologação e publicação de aplicativos para Smart TVs.
Seu portfólio público apresenta aplicações desenvolvidas para diferentes empresas e plataformas, além de experiência com Samsung, LG, Roku, Google TV e Amazon Fire TV. A empresa informa possuir mais de 15 anos de atuação nesse segmento.
Conheça a SmartLives — Desenvolvimento de Aplicativos para Smart TVs
Para empresas que já possuem:
streaming, Web TV, catálogo, vídeos, cursos, programação ou uma plataforma digital, a SmartLives pode avaliar como transformar essa infraestrutura em uma experiência para a televisão.
O objetivo não é simplesmente “criar um app”.
É colocar a empresa dentro do ecossistema de televisão conectada.
Qual plataforma deveria vir primeiro?
Não existe uma resposta universal.
Mas existe uma boa forma de tomar a decisão.
Pergunte:
Onde está meu público?
Qual é meu orçamento?
Tenho streaming ao vivo ou VOD?
Pretendo monetizar?
Meu projeto é nacional ou internacional?
Preciso de login?
Já tenho backend?
Pretendo entrar em outras plataformas depois?
Essas perguntas ajudam a evitar uma decisão baseada simplesmente em preferência pessoal por uma marca de televisão.
Pense no projeto como um ecossistema
Talvez essa seja a ideia mais importante deste artigo.
Não pense:
Samsung App
LG App
Roku App
como três produtos completamente isolados.
Pense:
Minha plataforma de conteúdo
e depois:
Samsung → uma interface
LG → outra interface
Roku → outra interface
Todas conectadas ao mesmo backend.
Essa arquitetura permite que sua empresa expanda posteriormente para:
Google TV;
Android TV;
Fire TV;
mobile;
web.
É assim que um aplicativo começa a se transformar em um verdadeiro ecossistema digital multiplataforma.
Smart TV também fortalece posicionamento de marca
Existe ainda um valor difícil de medir exclusivamente em acessos.
Presença.
Quando um cliente encontra uma pequena ou média empresa dentro da loja de aplicativos de sua televisão, a percepção muda.
A organização deixa de parecer somente:
“um canal do YouTube”
e passa a parecer:
“uma plataforma de mídia.”
Para emissoras, igrejas, clubes e produtoras, esse posicionamento pode ser extremamente valioso.
O melhor momento para começar pode ser antes do mercado amadurecer completamente
Existem milhões de sites.
Milhões de aplicativos mobile.
Mas o universo de aplicativos independentes para Smart TVs ainda é muito menos saturado.
A própria SmartLives destaca justamente o número relativamente reduzido de aplicativos disponíveis como uma das características interessantes desse mercado.
Isso significa que empresas que constroem presença agora podem acumular:
experiência
usuários
marca
dados
autoridade
antes de a competição aumentar.
E se você trabalha profissionalmente com tecnologia e pretende explorar esse mercado do outro lado — criando uma empresa especializada — existe um artigo completo sobre essa oportunidade:
Como Criar uma Agência Especializada em Aplicativos para Smart TV
Perguntas frequentes
Posso colocar minha empresa em uma Smart TV?
Sim. Empresas podem possuir aplicativos próprios nas principais plataformas de televisão conectada, desde que atendam aos requisitos tecnológicos, comerciais e de publicação estabelecidos por cada fabricante.
Preciso ter uma emissora de televisão?
Não. Web TVs, produtoras, igrejas, escolas, clubes, plataformas de streaming e outras organizações podem possuir aplicativos.
Samsung, LG e Roku utilizam o mesmo aplicativo?
Existe possibilidade de compartilhar backend, API, identidade visual, conteúdos e partes da lógica, mas as plataformas possuem tecnologias e requisitos próprios. É necessário preparar cada versão adequadamente.
Preciso possuir streaming?
Não necessariamente. O aplicativo pode trabalhar apenas com VOD, catálogo ou outros serviços. Porém, para transmissões ao vivo, será necessária uma infraestrutura de streaming compatível.
Minha empresa precisa possuir as contas das lojas?
É recomendável que a propriedade principal permaneça com a organização detentora do conteúdo e que a empresa desenvolvedora receba as permissões necessárias para administrar o projeto. A Roku recomenda expressamente esse modelo.
Existe aprovação antes do aplicativo aparecer na televisão?
Sim. Samsung, LG e Roku possuem processos próprios de submissão, análise e/ou certificação.
Posso começar apenas pela Samsung ou LG?
Sim. Muitas empresas começam com uma ou duas plataformas e posteriormente ampliam sua presença.
Posso contratar uma empresa para fazer tudo?
Sim. Empresas especializadas como a SmartLives podem trabalhar desde o desenvolvimento e integração até homologação e publicação.
Conclusão: sua empresa pode ocupar a maior tela da casa
Durante muito tempo, televisão significava comprar espaço publicitário ou possuir concessão de transmissão.
A internet mudou essa lógica.
Hoje, uma empresa pode construir sua própria presença dentro da televisão através de um aplicativo.
Samsung Tizen, LG webOS e Roku criaram ecossistemas nos quais conteúdo digital pode chegar diretamente à sala do consumidor.
O processo exige planejamento.
É necessário compreender a audiência, escolher plataformas, projetar a experiência, desenvolver, integrar streaming ou APIs, testar e passar pelos processos de publicação.
Mas o resultado é poderoso:
sua marca deixa de depender exclusivamente de redes sociais, sites e celulares e passa a ocupar também a maior tela da casa.
Para emissoras, Web TVs, produtores, igrejas, universidades, clubes e empresas que possuem conteúdo audiovisual, esse pode ser um passo natural da transformação digital.
E o projeto não precisa nascer gigantesco.
É possível começar com uma transmissão ao vivo.
Depois adicionar programas.
Depois VOD.
Depois usuários.
Depois monetização.
Depois novas plataformas.
O mais importante é pensar desde o início em uma arquitetura capaz de crescer.
Para empresas que desejam acelerar esse processo, a SmartLives atua de forma especializada em desenvolvimento para Smart TVs Samsung, LG, Roku e outras plataformas conectadas.
Fale com a SmartLives sobre seu projeto de Smart TV
A pergunta que até alguns anos atrás seria:
“Por que minha empresa precisaria de um aplicativo para televisão?”
está gradualmente mudando para:
“Se meus clientes já assistem conteúdo em Smart TVs, por que minha empresa ainda não está lá?”