Como anunciar produtos e serviços dentro de aplicativos de Smart TV

Aprenda como anunciar produtos e serviços dentro de aplicativos de Smart TV.

A pub­li­ci­dade den­tro de aplica­tivos de Smart TV está deixan­do de ser uma estraté­gia exclu­si­va de grandes mar­cas. À medi­da que o con­sumo de vídeos migra da tele­visão tradi­cional para aplica­tivos de stream­ing, canais próprios, platafor­mas sob deman­da e serviços gra­tu­itos com anún­cios, surge uma opor­tu­nidade para empre­sas de difer­entes taman­hos alcançarem con­sum­i­dores na maior tela da casa.

Anun­ciar em uma Smart TV, porém, não sig­nifi­ca sim­ples­mente pegar um vídeo cri­a­do para Insta­gram, colocá-lo na tele­visão e esper­ar resul­ta­dos. O com­por­ta­men­to do usuário é difer­ente, a nave­g­ação acon­tece prin­ci­pal­mente pelo con­t­role remo­to, o con­sumo cos­tu­ma ser com­par­til­ha­do com out­ras pes­soas e a con­ver­são geral­mente é con­cluí­da em out­ro dis­pos­i­ti­vo, espe­cial­mente no smart­phone.

Para obter resul­ta­dos, é necessário com­bi­nar tec­nolo­gia, exper­iên­cia do usuário, seg­men­tação, cria­tivi­dade, men­su­ração e inte­gração entre telas.

Neste arti­go, você enten­derá como anun­ciar pro­du­tos e serviços den­tro de aplica­tivos de Smart TV, quais for­matos podem ser uti­liza­dos, como mon­e­ti­zar um aplica­ti­vo próprio, como com­prar mídia em platafor­mas de Con­nect­ed TV e como trans­for­mar visu­al­iza­ções na tele­visão em vis­i­tas, cadas­tros e ven­das.

📺 O que significa anunciar dentro de um aplicativo de Smart TV?

A pub­li­ci­dade em aplica­tivos de Smart TV pode ocor­rer de duas maneiras prin­ci­pais.

A primeira acon­tece quan­do uma empre­sa com­pra espaço pub­lic­itário den­tro de aplica­tivos de ter­ceiros. Nesse caso, a mar­ca pode exibir seus anún­cios em serviços de stream­ing, canais gra­tu­itos, aplica­tivos de notí­cias, esportes, entreten­i­men­to, edu­cação ou con­teú­do region­al.

A segun­da ocorre quan­do o pro­pri­etário do próprio aplica­ti­vo de Smart TV com­er­cial­iza os espaços disponíveis den­tro dele. Um canal de tele­visão, uma pro­du­to­ra, uma igre­ja, uma esco­la, uma empre­sa de comu­ni­cação ou um cri­ador de con­teú­do pode, por exem­p­lo, desen­volver seu aplica­ti­vo e vender pub­li­ci­dade dire­ta­mente para anun­ciantes.

Essa dis­tinção é impor­tante porque as estraté­gias são difer­entes.

Quan­do você é o anun­ciante, seu obje­ti­vo é encon­trar aplica­tivos, platafor­mas ou redes que pos­suam o públi­co dese­ja­do.

Quan­do você é o pro­pri­etário do aplica­ti­vo, pre­cisa estru­tu­rar inven­tário pub­lic­itário, tec­nolo­gia de exibição, for­matos, políti­cas com­er­ci­ais, métri­c­as e rela­ciona­men­to com os anun­ciantes.

A pub­li­ci­dade em Con­nect­ed TV pode apare­cer durante a repro­dução de vídeos, em menus, telas ini­ci­ais, pausas, recomen­dações, áreas patroci­nadas e exper­iên­cias inter­a­ti­vas. A Roku, por exem­p­lo, define a pub­li­ci­dade em CTV como um con­jun­to de opor­tu­nidades que pode incluir vídeo, dis­play, inter­a­tivi­dade e con­teú­do patroci­na­do ao lon­go da jor­na­da do espec­ta­dor.

🌐 Smart TV, OTT e Connected TV são a mesma coisa?

Os ter­mos são rela­ciona­dos, mas não são idên­ti­cos.

Smart TV é uma tele­visão com sis­tema opera­cional, conexão com a inter­net e capaci­dade para exe­cu­tar aplica­tivos.

Con­nect­ed TV, tam­bém con­heci­da pela sigla CTV, é qual­quer tele­visão uti­liza­da para con­sumir con­teú­do trans­mi­ti­do pela inter­net. Isso pode acon­te­cer dire­ta­mente em uma Smart TV ou por meio de apar­el­hos exter­nos, como dis­pos­i­tivos de stream­ing, con­soles e recep­tores conec­ta­dos.

OTT sig­nifi­ca “over the top” e descreve a dis­tribuição de con­teú­do pela inter­net sem depen­der da infraestru­tu­ra tradi­cional de tele­visão por assi­natu­ra.

Na práti­ca, quan­do falam­os em pub­li­ci­dade den­tro de aplica­tivos de Smart TV, esta­mos tratan­do prin­ci­pal­mente do ecos­sis­tema de Con­nect­ed TV e OTT.

Esse ambi­ente reúne platafor­mas como Sam­sung Tizen, LG webOS, Roku, Android TV, Google TV, Fire TV, Apple TV e difer­entes soluções pro­pri­etárias uti­lizadas por fab­ri­cantes e oper­ado­ras.

🚀 Por que anunciar em aplicativos de Smart TV?

A tele­visão pos­sui car­ac­terís­ti­cas que difi­cil­mente são repro­duzi­das em out­ras telas.

Ela cos­tu­ma ocu­par uma posição de destaque na sala, apre­sen­tar ima­gens em taman­ho grande e ofer­e­cer uma exper­iên­cia mais imer­si­va. Em muitos casos, mais de uma pes­soa assiste ao con­teú­do ao mes­mo tem­po, o que amplia o poten­cial de exposição da men­sagem.

Ao mes­mo tem­po, a pub­li­ci­dade em Smart TV incor­po­ra recur­sos típi­cos do mar­ket­ing dig­i­tal, como seg­men­tação, con­t­role de fre­quên­cia, relatórios de impressões, visu­al­iza­ções com­ple­tas e, depen­den­do da solução uti­liza­da, men­su­ração de con­ver­sões.

A LG Ad Solu­tions, por exem­p­lo, apre­sen­ta suas soluções de CTV como cam­pan­has baseadas em dados que podem acom­pan­har métri­c­as como impressões, visu­al­iza­ções con­cluí­das e con­ver­sões.

A Smart TV tam­bém pode fun­cionar como o iní­cio de uma jor­na­da de com­pra.

O usuário vê um pro­du­to na tele­visão, escaneia um QR Code com o smart­phone, aces­sa a pági­na de ven­das, con­ver­sa pelo What­sApp ou con­clui a com­pra em uma loja vir­tu­al.

Assim, a tele­visão não pre­cisa exe­cu­tar todo o proces­so de con­ver­são. Ela pode des­per­tar inter­esse, apre­sen­tar a solução e trans­ferir o usuário para um dis­pos­i­ti­vo mais ade­qua­do ao preenchi­men­to de for­mulários e paga­men­tos.

🎯 Quais produtos e serviços podem ser anunciados?

Prati­ca­mente qual­quer empre­sa que pos­sua um públi­co bem definido pode uti­lizar aplica­tivos de Smart TV como canal de divul­gação.

Entre as pos­si­bil­i­dades estão:

  • Cur­sos on-line e pres­en­ci­ais;
  • Aplica­tivos e platafor­mas dig­i­tais;
  • Serviços médi­cos e vet­er­inários;
  • Restau­rantes e serviços de entre­ga;
  • Imo­bil­iárias e con­stru­toras;
  • Acad­e­mias e serviços de bem-estar;
  • Esco­las, uni­ver­si­dades e cur­sos profis­sion­al­izantes;
  • Serviços finan­ceiros autor­iza­dos;
  • Soft­wares empre­sari­ais;
  • Even­tos, feiras e con­gres­sos;
  • Pro­du­tos para casa;
  • E‑books e pro­du­tos dig­i­tais;
  • Serviços auto­mo­tivos;
  • Tur­is­mo e hote­lar­ia;
  • Comér­cio eletrôni­co;
  • Prove­dores de inter­net;
  • Planos de assi­natu­ra;
  • Serviços locais.

O pon­to prin­ci­pal não é ape­nas saber se o pro­du­to pode ser anun­ci­a­do, mas iden­ti­ficar se o aplica­ti­vo pos­sui uma audiên­cia com­patív­el com a ofer­ta.

Uma clíni­ca vet­er­inária, por exem­p­lo, pode­ria patroci­nar um aplica­ti­vo com vídeos sobre ani­mais. Uma esco­la de idiomas pode­ria anun­ciar em canais de edu­cação, tur­is­mo e entreten­i­men­to inter­na­cional. Uma empre­sa de tec­nolo­gia pode­ria divul­gar seus serviços em aplica­tivos de notí­cias, negó­cios e ino­vação.

Quan­to maior for a afinidade entre con­teú­do, públi­co e anun­ciante, mais nat­ur­al será a pre­sença da pub­li­ci­dade.

🎬 Principais formatos de publicidade em aplicativos de Smart TV

1. Anúncios em vídeo antes do conteúdo

O pre-roll é exibido antes do iní­cio do vídeo escol­hi­do pelo usuário.

É um dos for­matos mais con­heci­dos porque se aprox­i­ma do inter­va­lo com­er­cial tradi­cional, mas ofer­ece maior capaci­dade de seg­men­tação e men­su­ração.

O anún­cio deve apre­sen­tar rap­i­da­mente:

  • O prob­le­ma do públi­co;
  • A solução ofer­e­ci­da;
  • A prin­ci­pal van­tagem;
  • A iden­ti­dade da mar­ca;
  • Uma chama­da para ação.

Os primeiros segun­dos são fun­da­men­tais. Um anún­cio que demo­ra muito para explicar sua pro­pos­ta pode perder a atenção antes de apre­sen­tar o pro­du­to.

2. Anúncios durante o conteúdo

O mid-roll aparece durante a pro­gra­mação.

Esse for­ma­to pode ser efi­ciente porque o usuário já está envolvi­do com o con­teú­do. Entre­tan­to, a inter­rupção pre­cisa ser plane­ja­da para não acon­te­cer no meio de uma frase, cena impor­tante ou expli­cação.

Em con­teú­dos lon­gos, como entre­vis­tas, filmes, pro­gra­mas, aulas e trans­mis­sões, os inter­va­l­os podem ser orga­ni­za­dos em pon­tos pre­vi­a­mente definidos.

3. Anúncios depois do conteúdo

O post-roll é exibido após o tér­mi­no do vídeo.

Nor­mal­mente, ele recebe menos atenção do que for­matos ante­ri­ores ou inter­mediários, pois o usuário pode sair do aplica­ti­vo quan­do o con­teú­do aca­ba. Mes­mo assim, pode fun­cionar para divul­gar uma con­tin­u­ação, uma assi­natu­ra, um pro­du­to rela­ciona­do ou uma ofer­ta espe­cial.

4. Banners no menu do aplicativo

Os ban­ners podem apare­cer na tela ini­cial, em car­rosséis, menus, cat­e­go­rias ou áreas de destaque.

Esse for­ma­to é indi­ca­do para:

  • Lança­men­tos;
  • Pro­moções;
  • Even­tos;
  • Pro­du­tos patroci­na­dos;
  • Con­teú­dos de mar­ca;
  • Cam­pan­has insti­tu­cionais.

O ban­ner pre­cisa ser legív­el a dis­tân­cia. Tex­tos pequenos, exces­so de infor­mações e botões semel­hantes aos de pági­nas para com­puta­dor devem ser evi­ta­dos.

5. Patrocínio de categorias

Uma empre­sa pode patroci­nar uma área especí­fi­ca do aplica­ti­vo.

Exem­p­los:

“Con­teú­do de saúde ofer­e­ci­do por…”

“Pro­gra­mação infan­til apre­sen­ta­da por…”

“Canal de empreende­doris­mo com o apoio de…”

“Receitas da sem­ana em parce­ria com…”

O patrocínio pode ger­ar boa lem­brança de mar­ca porque não depende ape­nas de uma exibição ráp­i­da. A empre­sa pas­sa a estar asso­ci­a­da a deter­mi­na­do tipo de con­teú­do.

6. Conteúdo de marca

O brand­ed con­tent inte­gra a mar­ca ao con­teú­do edi­to­r­i­al.

Em vez de inter­romper o usuário com um com­er­cial tradi­cional, a empre­sa par­tic­i­pa da pro­dução de uma entre­vista, série, doc­u­men­tário, tuto­r­i­al ou quadro espe­cial.

Uma empre­sa de ali­men­tação para ani­mais pode patroci­nar uma série sobre cuida­dos com cães e gatos. Uma empre­sa de tec­nolo­gia pode pro­duzir um pro­gra­ma sobre ino­vação. Uma imo­bil­iária pode apoiar vídeos sobre dec­o­ração e orga­ni­za­ção res­i­den­cial.

É impor­tante deixar a natureza pub­lic­itária clara­mente iden­ti­fi­ca­da, preser­van­do a transparên­cia com o espec­ta­dor.

7. Anúncios exibidos durante a pausa

Os chama­dos pause ads apare­cem quan­do o usuário pausa o con­teú­do.

Esse for­ma­to chama atenção porque uti­liza um momen­to em que a tela ficaria para­da. O anún­cio pode ocu­par parte da imagem e apre­sen­tar uma men­sagem obje­ti­va, sem nec­es­sari­a­mente inter­romper a repro­dução.

O IAB Tech Lab man­tém ori­en­tações para for­matos emer­gentes de CTV, incluin­do anún­cios de pausa e anún­cios exibidos em menus.

8. Anúncios interativos

A pub­li­ci­dade inter­a­ti­va per­mite que o usuário uti­lize o con­t­role remo­to para abrir infor­mações, sele­cionar opções, respon­der a uma per­gun­ta ou ini­ciar algu­ma ação.

A Sam­sung já apre­sen­tou exper­iên­cias de anún­cios inter­a­tivos no Sam­sung TV Plus, demon­stran­do a inte­gração entre repro­dução de vídeo e fun­cional­i­dades do aplica­ti­vo.

Entre­tan­to, toda inter­ação pre­cisa ser sim­ples. Dig­i­tar nomes, e‑mails, endereços e números usan­do um con­t­role remo­to tende a ser cansati­vo.

A mel­hor solução cos­tu­ma ser per­mi­tir que o usuário:

  • Pres­sione um botão para saber mais;
  • Salve a ofer­ta;
  • Exi­ba um QR Code;
  • Envie o con­teú­do para o smart­phone;
  • Abra uma pági­na vin­cu­la­da à con­ta;
  • Solicite con­ta­to pos­te­ri­or­mente.

9. QR Code na tela

O QR Code é uma das fer­ra­men­tas mais práti­cas para conec­tar Smart TV e smart­phone.

O usuário apon­ta a câmera do celu­lar para a tele­visão e é dire­ciona­do para:

  • Pági­na de ven­das;
  • What­sApp;
  • For­mulário;
  • Aplica­ti­vo;
  • Cupom;
  • Loja vir­tu­al;
  • Catál­o­go;
  • Pági­na de agen­da­men­to.

O QR Code deve per­manecer na tela tem­po sufi­ciente para ser escanea­do. Tam­bém pre­cisa ter con­traste, taman­ho ade­qua­do e uma chama­da clara.

Em vez de mostrar ape­nas o códi­go, uti­lize uma ori­en­tação dire­ta:

“Escaneie para con­hecer o pro­du­to.”

“Abra a câmera do celu­lar e agende ago­ra.”

“Use o QR Code e rece­ba o descon­to.”

“Veja todos os detal­h­es no smart­phone.”

📱 A importância da integração entre televisão e smartphone

A Smart TV é exce­lente para ger­ar impacto, mas o smart­phone geral­mente é mais efi­ciente para con­cluir a con­ver­são.

Por isso, cam­pan­has mod­er­nas de CTV devem ser pen­sadas como exper­iên­cias entre telas.

A tele­visão apre­sen­ta o pro­du­to. O smart­phone recebe o usuário. A pági­na de des­ti­no expli­ca a ofer­ta. O What­sApp responde às dúvi­das. O sis­tema de paga­men­to con­clui a ven­da.

Essa inte­gração reduz a neces­si­dade de dig­i­tar infor­mações com o con­t­role remo­to e per­mite uti­lizar recur­sos já con­heci­dos pelo con­sum­i­dor.

A pági­na aber­ta pelo QR Code deve car­regar rap­i­da­mente, fun­cionar bem no celu­lar e apre­sen­tar a mes­ma ofer­ta exibi­da no anún­cio. Caso o usuário veja uma pro­moção na tele­visão e encon­tre uma men­sagem difer­ente no smart­phone, a con­fi­ança diminui.

Tam­bém é recomendáv­el cri­ar uma URL especí­fi­ca para cada cam­pan­ha. Dessa maneira, é pos­sív­el iden­ti­ficar quan­tas vis­i­tas vier­am da Smart TV e com­parar o desem­pen­ho de difer­entes aplica­tivos, anún­cios e horários.

🧭 Como criar uma campanha para Smart TV

1. Defina um único objetivo principal

Antes de pro­duzir o anún­cio, escol­ha o resul­ta­do dese­ja­do.

A cam­pan­ha pre­tende:

  • Tornar a mar­ca con­heci­da?
  • Apre­sen­tar um novo pro­du­to?
  • Ger­ar aces­sos ao site?
  • Rece­ber men­sagens no What­sApp?
  • Insta­lar um aplica­ti­vo?
  • Con­seguir inscrições?
  • Vender?
  • Divul­gar uma loja físi­ca?
  • Aumen­tar assi­nat­uras?

Um anún­cio que ten­ta vender, explicar a empre­sa, divul­gar cin­co pro­du­tos e apre­sen­tar todas as redes soci­ais ao mes­mo tem­po tende a ficar con­fu­so.

A men­sagem pre­cisa con­duzir o espec­ta­dor para uma ação prin­ci­pal.

2. Identifique o público

Observe quem uti­liza o aplica­ti­vo no qual a cam­pan­ha será exibi­da.

Con­sidere:

  • Faixa etária;
  • Local­iza­ção;
  • Inter­ess­es;
  • Tipo de con­teú­do con­sum­i­do;
  • Horários de maior audiên­cia;
  • Dis­pos­i­tivos uti­liza­dos;
  • Per­fil famil­iar;
  • Poder de com­pra;
  • Com­por­ta­men­to de con­sumo.

A seg­men­tação pode ocor­rer pelo con­teú­do assis­ti­do, pelo con­tex­to do aplica­ti­vo ou por dados disponi­bi­liza­dos pelas platafor­mas, respei­tan­do as regras de pri­vaci­dade.

3. Escolha o ambiente adequado

Você pode anun­ciar por meio de:

  • Nego­ci­ação dire­ta com o pro­pri­etário do aplica­ti­vo;
  • Platafor­mas dos fab­ri­cantes;
  • Agên­cias espe­cial­izadas em CTV;
  • Redes de pub­li­ci­dade em vídeo;
  • Platafor­mas pro­gramáti­cas;
  • Mar­ket­places pri­va­dos;
  • Serviços geren­ci­a­dos;
  • Sis­temas de autosserviço, quan­do disponíveis.

A LG Ad Solu­tions infor­ma que ofer­ece modal­i­dades como serviço geren­ci­a­do, mar­ket­place pri­va­do e com­pra pro­gramáti­ca garan­ti­da.

A Roku tam­bém pos­sui uma platafor­ma de autosserviço para cri­ação, com­pra, men­su­ração e otimiza­ção de cam­pan­has. Con­tu­do, a disponi­bil­i­dade, os idiomas aceitos e os mer­ca­dos aten­di­dos devem ser ver­i­fi­ca­dos antes da con­tratação. Em março de 2026, a doc­u­men­tação ofi­cial indi­ca­va anún­cios não puláveis nos Esta­dos Unidos, vídeos de 6 a 92 segun­dos e suporte a cria­tivos em inglês no Roku Ads Man­ag­er.

Por­tan­to, uma fer­ra­men­ta disponív­el nos Esta­dos Unidos pode não ofer­e­cer as mes­mas condições para cam­pan­has dire­cionadas ao Brasil.

4. Produza o vídeo para a televisão

Um bom cria­ti­vo para Smart TV deve ser desen­volvi­do con­sideran­do a visu­al­iza­ção em tela grande.

Use:

  • Ima­gens em alta res­olução;
  • Áudio claro;
  • Tex­tos grandes;
  • Pou­cas palavras na tela;
  • Con­traste ade­qua­do;
  • Logotipo visív­el;
  • Demon­stração obje­ti­va do pro­du­to;
  • Uma úni­ca chama­da para ação;
  • Ele­men­tos impor­tantes den­tro de uma área segu­ra.

Evite copi­ar auto­mati­ca­mente o for­ma­to ver­ti­cal de redes soci­ais. Mes­mo que algu­mas platafor­mas aceit­em adap­tações, a com­posição hor­i­zon­tal con­tin­ua sendo mais nat­ur­al para a maio­r­ia das tele­visões.

A Roku infor­ma que sua rede de par­ceiros pode trans­for­mar mate­ri­ais de redes soci­ais em peças ade­quadas à Con­nect­ed TV, demon­stran­do que a adap­tação cria­ti­va entre platafor­mas já faz parte desse mer­ca­do.

5. Crie uma oferta fácil de lembrar

O espec­ta­dor pode não escanear o QR Code ime­di­ata­mente.

Por isso, a men­sagem deve ser sim­ples:

“Primeiro mês gra­tu­ito.”

“Agen­da­men­to com descon­to.”

“Frete grátis nes­ta sem­ana.”

“Con­heça o plano com­ple­to.”

“Baixe o aplica­ti­vo.”

“Vis­ite manoesoso.com.br.”

Evite códi­gos pro­mo­cionais lon­gos ou endereços difí­ceis de dig­i­tar.

6. Teste antes de publicar

O anún­cio deve ser tes­ta­do em uma tele­visão real.

Ver­i­fique:

  • Se o tex­to é legív­el a dis­tân­cia;
  • Se o áudio está equi­li­bra­do;
  • Se o QR Code fun­ciona;
  • Se o con­t­role remo­to responde cor­re­ta­mente;
  • Se o anún­cio começa e ter­mi­na sem cortes;
  • Se a pági­na de des­ti­no abre no smart­phone;
  • Se os links con­têm parâmet­ros de ras­trea­men­to;
  • Se o vídeo não fica dis­tor­ci­do;
  • Se a inter­face não cobre infor­mações impor­tantes.

Um cria­ti­vo que parece per­feito no mon­i­tor do com­puta­dor pode ficar difer­ente em uma tele­visão de 50 ou 65 pole­gadas.

🛠️ Como inserir publicidade em um aplicativo próprio de Smart TV

Para mon­e­ti­zar um aplica­ti­vo, o desen­volve­dor pre­cisa decidir como os anún­cios serão car­rega­dos, exibidos e con­tabi­liza­dos.

A estru­tu­ra nor­mal­mente con­tém:

  • Aplica­ti­vo de Smart TV;
  • Play­er de vídeo;
  • Servi­dor de anún­cios;
  • Tag pub­lic­itária;
  • Cria­ti­vo em vídeo ou imagem;
  • Sis­tema de ras­trea­men­to;
  • Relatórios;
  • Platafor­ma de ven­das;
  • Mecan­is­mos de pri­vaci­dade.

Integração por VAST

O VAST, sigla para Video Ad Serv­ing Tem­plate, é um padrão uti­liza­do para trans­mi­tir infor­mações do anún­cio entre o servi­dor pub­lic­itário e o play­er de vídeo.

Ele fun­ciona por meio de uma estru­tu­ra XML que pode infor­mar ao play­er:

  • Onde está o arqui­vo de vídeo;
  • Qual é a duração;
  • Quais even­tos devem ser con­tabi­liza­dos;
  • Quais URLs devem rece­ber noti­fi­cações;
  • Quan­do hou­ve iní­cio da repro­dução;
  • Quan­do o anún­cio chegou a 25%, 50%, 75% ou 100%;
  • Se ocor­reu algum erro;
  • Quais recur­sos adi­cionais estão disponíveis.

O IAB Tech Lab descreve o VAST como um padrão para estru­tu­rar tags pub­lic­itárias e trans­ferir os metada­dos necessários do servi­dor de anún­cios para o play­er.

Para ambi­entes de Con­nect­ed TV, o IAB tam­bém pub­li­cou ori­en­tações adi­cionais para aumen­tar a com­pat­i­bil­i­dade entre difer­entes ver­sões e platafor­mas.

Google Interactive Media Ads

O Google Inter­ac­tive Media Ads, con­heci­do como IMA SDK, per­mite inte­grar pub­li­ci­dade em vídeo, áudio e out­ros con­teú­dos mul­ti­mí­dia.

O SDK pode solic­i­tar anún­cios de servi­dores com­patíveis com VAST, con­tro­lar a repro­dução e enviar métri­c­as ao servi­dor de pub­li­ci­dade.

A doc­u­men­tação pos­sui ori­en­tações especí­fi­cas para Android TV. Entre elas estão o trata­men­to de anún­cios puláveis e a nave­g­ação ade­qua­da ao con­t­role remo­to. Em ambi­entes de tele­visão, o SDK pode dire­cionar o foco para o botão de pular quan­do ele estiv­er disponív­el.

O Google tam­bém disponi­bi­liza o Google Ad Man­ag­er para geren­ci­a­men­to e mon­e­ti­za­ção de inven­tário de Con­nect­ed TV em difer­entes telas.

Isso não sig­nifi­ca, porém, que qual­quer aplica­ti­vo será aprova­do auto­mati­ca­mente. É necessário aten­der aos req­ui­si­tos téc­ni­cos, com­er­ci­ais, de qual­i­dade e de políti­ca da platafor­ma. O Google man­tém exigên­cias especí­fi­cas para inven­tário de CTV mon­e­ti­za­do com anún­cios servi­dos por seus sis­temas.

Inserção de anúncios no cliente e no servidor

Exis­tem duas abor­da­gens fre­quentes.

Na inserção no lado do cliente, con­heci­da como CSAI, o aplica­ti­vo solici­ta o anún­cio sep­a­rada­mente e o play­er alter­na entre con­teú­do e pub­li­ci­dade.

Na inserção no lado do servi­dor, con­heci­da como SSAI, o anún­cio é incor­po­ra­do ao fluxo de vídeo antes de chegar ao dis­pos­i­ti­vo.

A inserção no servi­dor pode ofer­e­cer uma tran­sição mais con­tínua, espe­cial­mente em trans­mis­sões ao vivo, mas exige uma estru­tu­ra mais avança­da.

A decisão deve con­sid­er­ar:

  • Tipo de con­teú­do;
  • Trans­mis­são ao vivo ou sob deman­da;
  • Quan­ti­dade de usuários;
  • Sis­temas opera­cionais aten­di­dos;
  • Cus­to da infraestru­tu­ra;
  • Com­pat­i­bil­i­dade com métri­c­as;
  • Neces­si­dade de seg­men­tação;
  • Pro­teção con­tra blo­queios;
  • Exper­iên­cia do espec­ta­dor.

💰 Como vender os espaços publicitários do aplicativo

O pro­pri­etário de um aplica­ti­vo pode com­er­cializar pub­li­ci­dade de difer­entes for­mas.

Venda direta

Na ven­da dire­ta, a equipe nego­cia com o anun­ciante.

O con­tra­to pode incluir:

  • Número de impressões;
  • Perío­do da cam­pan­ha;
  • Quan­ti­dade de inserções;
  • Patrocínio de pro­gra­ma;
  • Exclu­sivi­dade por cat­e­go­ria;
  • Pro­dução do com­er­cial;
  • Pre­sença no menu;
  • Divul­gação nas redes soci­ais;
  • Relatório final.

Essa opção é ade­qua­da para canais locais, aplica­tivos de nicho e empre­sas com anun­ciantes próx­i­mos ao con­teú­do.

Custo por mil impressões

No mod­e­lo CPM, o anun­ciante paga por mil exibições vál­i­das.

Por exem­p­lo, se o val­or con­trata­do for deter­mi­na­do por mil impressões, a cobrança cresce con­forme o anún­cio é entregue.

O preço não deve ser definido ape­nas pela quan­ti­dade de usuários. Tam­bém é necessário con­sid­er­ar:

  • Qual­i­dade da audiên­cia;
  • Seg­men­tação;
  • Local­iza­ção;
  • Tem­po de exposição;
  • For­ma­to;
  • Exclu­sivi­dade;
  • Taxa de con­clusão;
  • Posi­ciona­men­to;
  • Tipo de con­teú­do.

Patrocínio mensal

Um anun­ciante pode con­tratar uma pre­sença fixa durante deter­mi­na­do perío­do.

Esse mod­e­lo facili­ta o plane­ja­men­to finan­ceiro do aplica­ti­vo e ofer­ece maior fre­quên­cia para a mar­ca.

O pacote pode reunir:

  • Vin­heta de aber­tu­ra;
  • Ban­ner no menu;
  • Com­er­cial nos inter­va­l­os;
  • Logotipo em pro­gra­mas;
  • Pági­na patroci­na­da;
  • QR Code;
  • Divul­gação exter­na.

Compra programática

Na pub­li­ci­dade pro­gramáti­ca, sis­temas autom­a­ti­za­dos conec­tam anun­ciantes e inven­tários.

O proces­so pode envolver platafor­mas de com­pra, platafor­mas de ven­da, servi­dores de anún­cios, leilões e mar­ket­places pri­va­dos.

Para oper­ar nesse ambi­ente, o aplica­ti­vo pre­cisa ofer­e­cer inven­tário tec­ni­ca­mente con­fiáv­el, infor­mações cor­re­tas e métri­c­as con­sis­tentes.

📊 Quais métricas acompanhar?

A pub­li­ci­dade em Smart TV não deve ser avali­a­da ape­nas pelo número de repro­duções.

As prin­ci­pais métri­c­as incluem:

Impressões

Quan­ti­dade de vezes que o anún­cio foi exibido.

Alcance

Esti­ma­ti­va de pes­soas, lares ou dis­pos­i­tivos expos­tos à cam­pan­ha.

Frequência

Média de vezes que cada usuário ou residên­cia rece­beu o anún­cio.

Fre­quên­cia baixa pode não ger­ar lem­brança. Fre­quên­cia exces­si­va pode provo­car rejeição.

Taxa de conclusão

Per­centu­al de pes­soas que assi­s­ti­ram ao anún­cio até o final.

Quartis de vídeo

Indicam quan­tos espec­ta­dores chegaram a 25%, 50%, 75% e 100% do com­er­cial.

Escaneamentos do QR Code

Quan­ti­dade de aces­sos orig­i­na­dos pelo códi­go exibido na tele­visão.

Visitas à página

Número de usuários que chegaram à pági­na vin­cu­la­da à cam­pan­ha.

Conversões

Cadas­tros, men­sagens, insta­lações, agen­da­men­tos ou ven­das atribuí­dos à pub­li­ci­dade.

Custo por resultado

Val­or investi­do divi­di­do pela quan­ti­dade de resul­ta­dos obti­dos.

Tam­bém é impor­tante uti­lizar sis­temas con­fiáveis de medição. O Open Mea­sure­ment SDK do IAB Tech Lab bus­ca padronizar a men­su­ração de anún­cios em ambi­entes dig­i­tais e Con­nect­ed TV. A doc­u­men­tação ofi­cial desta­ca suporte a difer­entes platafor­mas, incluin­do Android TV, tvOS, Sam­sung e LG, con­forme a modal­i­dade de inte­gração.

🔐 Privacidade, dados e LGPD

A seg­men­tação pub­lic­itária pre­cisa respeitar a pri­vaci­dade.

Caso o aplica­ti­vo colete ou processe dados pes­soais, é necessário definir clara­mente:

  • Quais dados são uti­liza­dos;
  • Para qual final­i­dade;
  • Qual é a base legal;
  • Por quan­to tem­po serão armazena­dos;
  • Com quem serão com­par­til­ha­dos;
  • Como o usuário pode exercer seus dire­itos;
  • Como os dados serão pro­te­gi­dos;
  • Quem atua como con­tro­lador e oper­ador.

Iden­ti­fi­cadores de pub­li­ci­dade tam­bém pre­cisam ser trata­dos com cuida­do. A Sam­sung, por exem­p­lo, doc­u­men­ta o Tizen Iden­ti­fi­er for Adver­tis­ing, cri­a­do especi­fi­ca­mente para final­i­dades pub­lic­itárias em Smart TVs Sam­sung.

No Brasil, a apli­cação do legí­ti­mo inter­esse exige análise de final­i­dade, neces­si­dade, bal­ancea­men­to e sal­va­guardas. A Agên­cia Nacional de Pro­teção de Dados disponi­bi­liza um guia especí­fi­co sobre o tema.

Não é recomendáv­el cole­tar o máx­i­mo pos­sív­el de infor­mações ape­nas porque a tec­nolo­gia per­mite. O princí­pio deve ser cole­tar somente o necessário para exe­cu­tar a final­i­dade infor­ma­da.

🛒 É possível vender diretamente dentro da Smart TV?

Sim, mas a imple­men­tação depende da platafor­ma, do país e das regras com­er­ci­ais.

A Sam­sung ofer­ece o Sam­sung Check­out para per­mi­tir com­pras den­tro de aplica­tivos com­patíveis, incluin­do mod­e­los de mon­e­ti­za­ção e cam­pan­has pro­mo­cionais.

Entre­tan­to, vender dire­ta­mente pelo tele­vi­sor nem sem­pre é a mel­hor exper­iên­cia.

Para com­pras sim­ples, assi­nat­uras ou con­teú­dos dig­i­tais, o proces­so pode fun­cionar bem. Para pro­du­tos que exigem endereço, escol­ha de vari­ações, doc­u­men­tos ou for­mulários exten­sos, trans­ferir a jor­na­da para o smart­phone cos­tu­ma ser mais con­ve­niente.

Uma estraté­gia híbri­da pode apre­sen­tar três opções:

“Com­prar ago­ra pelo QR Code.”

“Enviar para o celu­lar.”

“Adi­cionar à min­ha lista.”

O con­sum­i­dor escol­he o cam­in­ho mais con­fortáv­el.

⚠️ Erros que prejudicam campanhas em Smart TV

Um dos maiores erros é tratar a tele­visão como se fos­se um celu­lar ampli­a­do.

Out­ros prob­le­mas fre­quentes são:

  • Letras peque­nas;
  • Vídeos ver­ti­cais mal adap­ta­dos;
  • QR Code pequeno;
  • Endereço difí­cil de lem­brar;
  • Anún­cio lon­go e sem obje­ti­vo;
  • Áudio mais alto que o con­teú­do;
  • Repetição exces­si­va;
  • Seg­men­tação inad­e­qua­da;
  • Fal­ta de pági­na otimiza­da para celu­lar;
  • Ausên­cia de ras­trea­men­to;
  • For­mulário cri­a­do para con­t­role remo­to;
  • Fal­ta de transparên­cia sobre dados;
  • Inter­rupções em momen­tos inad­e­qua­dos;
  • Anún­cios sem relação com o públi­co;
  • Car­rega­men­to lento;
  • Erros no play­er;
  • Ausên­cia de testes em tele­vi­sores reais.

A pub­li­ci­dade pre­cisa finan­ciar o aplica­ti­vo sem destru­ir a exper­iên­cia que atraiu o usuário.

✅ Estratégia recomendada para começar

Uma peque­na empre­sa não pre­cisa ini­ciar com uma cam­pan­ha nacional.

É pos­sív­el começar com um pro­je­to-pilo­to:

  1. Escol­ha um aplica­ti­vo com públi­co rela­ciona­do ao pro­du­to.
  2. Pro­duza um vídeo cur­to e obje­ti­vo.
  3. Inclua um QR Code exclu­si­vo.
  4. Crie uma pági­na de des­ti­no para celu­lar.
  5. Con­fig­ure parâmet­ros de ras­trea­men­to.
  6. Defi­na um perío­do lim­i­ta­do.
  7. Con­t­role a fre­quên­cia.
  8. Com­pare aces­sos, men­sagens e ven­das.
  9. Teste uma segun­da ver­são do anún­cio.
  10. Amplie o inves­ti­men­to ape­nas após encon­trar sinais con­sis­tentes de desem­pen­ho.

Já o pro­pri­etário de um aplica­ti­vo pode ini­ciar com patrocínios dire­tos antes de implan­tar uma estru­tu­ra pro­gramáti­ca com­plexa.

Um canal region­al, por exem­p­lo, pode cri­ar um pacote com com­er­cial em vídeo, ban­ner no menu, QR Code e divul­gação nas redes soci­ais. Esse for­ma­to é mais fácil de explicar aos anun­ciantes locais e pode ger­ar recei­ta antes que o aplica­ti­vo ten­ha escala sufi­ciente para redes autom­a­ti­zadas.

🔮 O futuro da publicidade dentro das Smart TVs

A pub­li­ci­dade em Smart TV tende a ficar mais inter­a­ti­va, men­su­ráv­el e conec­ta­da a out­ros dis­pos­i­tivos.

Entre as evoluções mais rel­e­vantes estão:

  • Anún­cios exibidos durante pausas;
  • For­matos em menus;
  • Com­pras ini­ci­adas na tele­visão;
  • Con­tin­u­ação da exper­iên­cia no smart­phone;
  • Recomen­dações con­tex­tu­ais;
  • Cam­pan­has entre difer­entes telas;
  • Con­teú­do patroci­na­do per­son­al­iza­do;
  • Men­su­ração mais padroniza­da;
  • Inte­gração com Inteligên­cia Arti­fi­cial;
  • Otimiza­ção automáti­ca de cria­tivos;
  • Ger­ação de difer­entes ver­sões de um mes­mo anún­cio;
  • Ofer­tas ajus­tadas ao con­tex­to do con­teú­do.

A Inteligên­cia Arti­fi­cial tam­bém poderá aju­dar a sele­cionar o mel­hor anún­cio, horário, for­ma­to e men­sagem, des­de que seu uso este­ja alin­hado às regras de transparên­cia e pro­teção de dados.

💡 Conclusão

Anun­ciar pro­du­tos e serviços den­tro de aplica­tivos de Smart TV rep­re­sen­ta uma opor­tu­nidade de com­bi­nar o impacto da tele­visão com a seg­men­tação e a men­su­ração do mar­ket­ing dig­i­tal.

Para o anun­ciante, o desafio é escol­her o ambi­ente cor­re­to, pro­duzir um cria­ti­vo ade­qua­do à tela grande e cri­ar uma lig­ação sim­ples com o smart­phone.

Para o pro­pri­etário do aplica­ti­vo, o desafio é ofer­e­cer inven­tário de qual­i­dade, tec­nolo­gia con­fiáv­el, boa exper­iên­cia, métri­c­as trans­par­entes e pro­postas com­er­ci­ais que façam sen­ti­do para o mer­ca­do.

O resul­ta­do não depende ape­nas de quan­tas vezes o anún­cio aparece. Ele depende de quem recebe a men­sagem, em qual con­tex­to, com qual fre­quên­cia e qual cam­in­ho é ofer­e­ci­do para a próx­i­ma ação.

Uma cam­pan­ha bem con­struí­da trans­for­ma a Smart TV em muito mais do que uma tela de entreten­i­men­to. Ela se tor­na um pon­to de con­ta­to entre mar­cas, con­teú­do, smart­phones, lojas vir­tu­ais, aplica­tivos e con­sum­i­dores.

Perguntas frequentes

Qual é o melhor formato para anunciar em Smart TV?

O for­ma­to depende do obje­ti­vo. Vídeos in-stream fun­cionam bem para alcance e apre­sen­tação de pro­du­tos. Ban­ners e anún­cios de pausa podem ger­ar pre­sença sem inter­romper o con­teú­do. QR Codes são indi­ca­dos para trans­ferir o usuário ao smart­phone.

Pequenas empresas podem anunciar?

Sim. Elas podem nego­ciar dire­ta­mente com aplica­tivos region­ais ou de nicho, con­tratar agên­cias espe­cial­izadas ou uti­lizar platafor­mas de autosserviço quan­do disponíveis no mer­ca­do dese­ja­do.

É possível colocar anúncios em um aplicativo próprio?

Sim. O desen­volve­dor pode inte­grar um servi­dor de anún­cios, uti­lizar tags VAST, con­tratar uma solução com­patív­el ou vender patrocínios dire­ta­mente.

Posso usar o mesmo vídeo do Instagram?

O mate­r­i­al pode servir como pon­to de par­ti­da, mas deve ser adap­ta­do. A tele­visão exige com­posição hor­i­zon­tal, res­olução ade­qua­da, áudio equi­li­bra­do e tex­tos legíveis a dis­tân­cia.

Como saber se a campanha vendeu?

Uti­lize QR Code exclu­si­vo, URL própria, parâmet­ros de ras­trea­men­to, pági­na especí­fi­ca, cupom e inte­gração com sis­temas de análise e ven­das.

É melhor enviar o usuário para o site ou para o checkout?

Para pro­du­tos que exigem expli­cação, o ide­al é dire­cionar para uma pági­na de ven­das. Para ofer­tas sim­ples e usuários que já con­hecem o pro­du­to, o check­out pode reduzir eta­pas. A decisão deve ser tes­ta­da.

O usuário consegue clicar no anúncio?

Alguns ambi­entes ofer­e­cem inter­ação por con­t­role remo­to. Con­tu­do, o QR Code e a inte­gração com o smart­phone cos­tu­mam ofer­e­cer uma exper­iên­cia mais práti­ca.

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