Bill Gates indica os 5 melhores livros que leu em 2018

As dicas de leitu­ra de Bill Gates nun­ca ficam vel­has, não é? Ou, se ficam, a parte boa é que não demo­ra para sur­girem out­ras novas. E, se você gos­ta de boas histórias ou assun­tos históri­cos e da atu­al­i­dade abor­da­dos de maneira “fora da caixa”, ficar de olho no que o cofun­dador da Microsoft recomen­da será sem­pre inter­es­sante. Aliás, já pas­sou pela lista com­ple­ta de indi­cações dele, por tipo de livro?

Seja como for, o bil­ionário divul­gou, ago­ra, as mel­hores obras que leu em 2018, com dicas para diver­sos gos­tos. Em um tex­to pub­li­ca­do em seu site, o Gates Notes, o hoje filantropo clas­si­fi­cou a peque­na lista como “muito ecléti­ca”.

“De um guia sobre med­i­tação a um mer­gul­ho pro­fun­do em armas autôno­mas e um thriller sobre uma empre­sa que um dia foi promis­so­ra, há algu­ma coisa para todo mun­do. Se você está procu­ran­do um pre­sente infalív­el para ami­gos ou famil­iares, não há como errar em qual­quer um dess­es.”

Ani­mou? Então con­fi­ra os cin­co mel­hores livros que Bill Gates leu em 2018. As obras com o títu­lo em inglês ain­da não têm edição brasileira, receben­do ape­nas uma tradução livre. Clique nos links para ver a resen­ha com­ple­ta de Gates sobre as obras

A Meni­na da Mon­tan­ha – Tara West­over.
“Tara nun­ca foi à esco­la nem vis­i­tou um médi­co até que saísse de casa com 17 anos. Eu nun­ca pen­sei que fos­se me envolver com uma história sobre crescer em um lar mór­mon pron­to para o apoc­alipse, mas ela é uma escrito­ra tão boa que me fez refle­tir sobre min­ha própria vida ao ler sobre sua infân­cia em uma situ­ação extrema. Melin­da e eu amamos esse memo­r­i­al de uma jovem mul­her cuja sede de apren­der era tão forte que ela acabou con­qui­s­tan­do um PhD na Uni­ver­si­dade de Cam­bridge.”

Army of None – Autonomous Weapons and the Future of War (Exérci­to de Ninguém – Armas Autôno­mas e o Futuro da Guer­ra) – Paul Scharre
“Armas autôno­mas não são exata­mente o top of mind para a maio­r­ia em época de fes­tas de fim de ano, mas esse olhar provo­cador sobre a inteligên­cia arti­fi­cial nas guer­ras é difí­cil de deixar de lado. É um assun­to extrema­mente com­pli­ca­do, mas Scharre ofer­ece expli­cações claras e apre­sen­ta os prós e con­tras do mil­i­taris­mo guia­do por máquinas. A fluên­cia dele com o tema não dev­e­ria nem sur­preen­der: ele é um vet­er­a­no de guer­ra que aju­dou a desen­har a políti­ca do gov­er­no dos Esta­dos Unidos sobre armas autôno­mas.”

Bad Blood: a Fraude Bil­ionária no Vale do Silí­cio – John Car­rey­rou
“Um monte de ami­gos meus recomen­daram este aqui para mim. Car­rey­rou dá o olhar defin­i­ti­vo de alguém próx­i­mo à ascen­são e à que­da da Ther­a­nos. A história é ain­da mais lou­ca do que eu esper­a­va, e me encon­trei sem con­seguir deixar o livro de lado depois que ini­ciei a leitu­ra. Essa obra tem de tudo: esque­mas elab­o­ra­dos, intri­gas cor­po­ra­ti­vas, histórias de capa de revista, rela­ciona­men­tos famil­iares arru­ina­dos, e o fra­cas­so de uma com­pan­hia que um dia valeu quase US$ 10 bil­hões.”

21 lições para o sécu­lo 21 – Yuval Noah Harari
Sou um grande fã de tudo que Harari já escreveu, e este últi­mo livro não é exceção. Enquan­to “Sapi­ens (Uma Breve História da Humanidade)” e “Homo Deus” cobri­ram o pas­sa­do e o futuro, respec­ti­va­mente, este é total­mente sobre o pre­sente. Se 2018 atro­pelou você com o esta­do em que o mun­do está, “21 lições” ofer­ece um quadro bas­tante útil para proces­sar as notí­cias e refle­tir sobre os desafios que enfrenta­mos.

The Head­space Guide to Med­i­ta­tion and Mind­ful­ness (O Guia Men­tal para Med­i­tação e Mind­full­ness) – Andy Pud­di­combe
“Estou cer­to de que o Bill Gates com 25 anos de idade zom­baria deste aqui, mas Melin­da e eu entramos na onda da med­i­tação recen­te­mente. Esse livro começa com a jor­na­da pes­soal de Pud­di­combe, que foi de estu­dante uni­ver­sitário a mon­ge bud­ista, e então se tor­na um guia diver­tido de como med­i­tar. Se você está pen­san­do sobre mind­full­ness, essa é a intro­dução per­fei­ta.”

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