Conheça os 7 alimentos que diminuem a vontade de comer doces

7 alimentos que diminuem sua vontade de comer doces

Muitas pes­soas têm um dese­jo incon­troláv­el de com­er doces. Quem nun­ca dese­jou um brigadeiro, um sorvete ou aque­la bar­ra de choco­late depois do almoço que atire a primeira pedra. Mas sabia que exis­tem cer­tos nutri­entes (ali­men­tos) que podem reduzir esse dese­jo? Con­fi­ra abaixo alguns ali­men­tos que vão aju­dar a reduzir a von­tade por doces e a não sab­o­tar a sua dieta e, prin­ci­pal­mente, a sua saúde:

Carnes magras (boi, porco, frango e peixe)

Por serem ali­men­tos de digestão mais lenta, fontes de pro­teí­nas como carnes magras, fran­go e peixe, prop­i­ci­am saciedade maior por mais tem­po e aju­dam a esta­bi­lizar os níveis de açú­car no sangue. Dê prefer­ên­cia para preparações assadas, cozi­das ou grel­hadas.

Além dis­so, as carnes são uma fonte impor­tante de cro­mo, um min­er­al que nas quan­ti­dades ade­quadas poten­cial­iza a ação da insuli­na e faz com que o indi­ví­duo neces­site de menor quan­ti­dade de car­boidratos para atin­gir a saciedade.

Leite e derivados

Aux­il­iam na pro­dução de sero­ton­i­na decor­rente do tripto­fano em sua com­posição, o que aju­da no con­t­role do humor e da von­tade de con­sumir mais doces. Eles tam­bém pos­suem óti­mas con­cen­trações de cro­mo, que tam­bém reduz a com­pul­são por doces. Podem ser con­sum­i­dos iso­lada­mente ou em preparações de baixo val­or calóri­co como smooth­ies de fru­tas (bater iogurte, leite, fru­ta e gelo).

Grãos integrais

Ali­men­tos como aveia, lin­haça e chia são fontes de nutri­entes impor­tantes como ômega 3, além de fibras solúveis, que absorvem água e viram uma sub­stân­cia pare­ci­da com uma gelati­na no estô­ma­go, liberan­do a gli­cose do ali­men­to de for­ma mais lenta. Como grande parte da bus­ca por doces é decor­rente dos picos e con­se­quentes quedas ráp­i­das de insuli­na que ocor­rem após ingerir um car­boidra­to sim­ples, o com­po­nente é impor­tante nes­sa pre­venção.

Arroz, lin­haça, quinoa tam­bém são opções. Dica: não coz­in­he os ali­men­tos inte­grais em exces­so, pois, quan­do muito cozi­dos, chegam prati­ca­mente a sua for­ma refi­na­da. O pon­to ide­al é “al dente”, nem muito duro, nem muito macio.

Grão de bico

Além do tripto­fano, ele con­tém nutri­entes como vit­a­m­i­nas do com­plexo B e mag­né­sio que pro­por­cionam relax­am­en­to, reduzem a ansiedade e o estresse, sen­ti­men­tos muito lig­a­dos ao con­sumo exager­a­do de doces.

Uma sug­estão de con­sumo é na for­ma de vina­grete com tomate, cebo­la e tem­per­os nat­u­rais (salsin­ha, cebolin­ha, man­jer­icão e limão). Out­ras legu­mi­nosas como fei­jão, ervil­ha e lentil­ha, tam­bém são boas fontes de tripto­fano.

Abacate

Imagem: iStock

A fru­ta aju­da a pro­mover uma sen­sação de bem-estar. Isso porque contém vit­a­m­i­na B3, que colab­o­ra com a manutenção de hor­mônios que reg­u­lam as sub­stân­cias quími­cas do cére­bro e, por isso, resul­ta em um efeito relax­ante. Por con­ter mui­ta gor­du­ra, deve ser con­sum­i­da sem exces­sos.

Ovos

Exce­lente fonte de tripto­fano e cro­mo. Pode ser con­sum­i­dos cozi­do, ponche (“fritos em água”) ou em preparações como bolos de fru­tas com far­in­has inte­grais, para reduzir picos de açú­car no sangue.

Banana

É uma fonte de car­boidra­to saudáv­el e rica em tripto­fano. Uma óti­ma sug­estão de con­sumo é com canela, como sobreme­sa ou nos lanch­es.

Fontes:

- José Alves Lara, nutról­o­go e dire­tor da ABRAN (Asso­ci­ação Brasileira de Nutrolo­gia);
- Paula Schmidt Azeve­do Gaiol­la, pro­fes­so­ra per­ma­nente da pós-grad­u­ação e fisiopa­tolo­gia em clíni­ca médi­ca da Fac­ul­dade de Med­i­c­i­na de Botu­catu da UNESP (Uni­ver­si­dade Estad­ual de São Paulo) e Ger­ente Médi­ca do Hos­pi­tal das Clíni­cas da mes­ma insti­tu­ição;
- Alexan­dre Gif­foni, nutról­o­go do Hos­pi­tal Ger­al de Pira­jus­sara;
- Ana Paula Gonçalves, nutri­cionista do Grupo São Cristóvão Saúde;
- Lil­ian Mio­la Ishikawa nutri­cionista edu­cado­ra em dia­betes e espe­cial­ista em doenças crôni­cas não trans­mis­síveis pelo Insti­tu­to de Ensi­no e Pesquisa Albert Ein­stein.

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