4 conselhos para tirar o melhor proveito do networking

Mais do que comum, é até óbvio ouvir­mos con­sel­hos de espe­cial­is­tas ou cole­gas sobre a importân­cia de se con­stru­ir uma rede de rela­ciona­men­to profis­sion­al. No entan­to, muitos profis­sion­ais ain­da encon­tram difi­cul­dades em cri­ar vín­cu­los duradouros com as demais pes­soas do mer­ca­do. Para ten­tar resolver tal prob­le­ma de for­ma efi­caz, reuni­mos uma lista com qua­tro con­sel­hos de líderes de TI.

1. Não passe des­perce­bido

No que tange ao mun­do cor­po­ra­ti­vo, evite sim­ples­mente fre­quen­tar os even­tos soci­ais e bater papo com alguns anti­gos cole­gas. É pre­ciso faz­er-se notar, seja por meio de um dis­cur­so ou pela apre­sen­tação de bons argu­men­tos em dis­cussões infor­mais – mas que atraem a atenção de todos os pre­sentes.

2. Con­heça investi­dores

Pro­cure a rede que está investin­do nas empre­sas que fornecem as soluções para seu negó­cio e per­gunte como pode ajudá-los em algo ou man­ter con­ta­to com as empre­sas daque­le port­fólio.

Os investi­dores cer­ta­mente apre­cia­rão a ati­tude do exec­u­ti­vo e podem, até, con­vidá-lo para faz­er parte de algum tipo de con­sel­ho.

Além de prestí­gio na própria com­pan­hia – por faz­er parte de um grupo que lida com ações e mostrar habil­i­dades e inter­ess­es inter­dis­ci­pli­nares –, o gestor esta­b­ele­cerá óti­mos con­tatos.

3. Envol­va-se com toda a com­pan­hia, não só com o depar­ta­men­to

Iden­ti­fique pro­je­tos nos quais a sua aju­da pudesse ser um difer­en­cial e par­ticipe da ini­cia­ti­va.

A par­tic­i­pação em pro­je­tos inter­dis­ci­pli­nares dá ao gestor uma vis­i­bil­i­dade muito maior do que ele teria se ficas­se con­fi­na­do em seu depar­ta­men­to. Ade­mais, essa é uma óti­ma maneira de con­hecer pes­soas, demon­strar seu com­pro­me­ti­men­to com o negó­cio e suas habil­i­dades.

4. Encon­tre um exem­p­lo

Não impor­ta em que nív­el hierárquico ou quan­ta exper­iên­cia e con­hec­i­men­to teóri­co um profis­sion­al ten­ha, sem­pre haverá alguém que sai­ba mais e, por isso, os gestores devem iden­ti­ficar quem são “sábios” e apren­der com eles.

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