Positivo lança marca de computadores voltada para gamers em parceria com Nvidia e Intel

Positivo lança marca de computadores voltada para gamers em parceria com Nvidia e Intel

Pen­sa­da espe­cial­mente para os jogadores de games, a nova mar­ca 2 A.M. lança nes­ta quar­ta-feira (3) sua lin­ha de desk­tops e note­books.

A novi­dade é uma cocri­ação da Pos­i­ti­vo em parce­ria com a Nvidia, a Intel, a eSports ProGam­ing, a TecLab e o stream­er YoDa (apeli­do do empresário paulis­tano Felipe Noron­ha).

Após seis meses de pesquisa e anális­es de tendên­cia com jogadores e investi­dores, a mar­ca surge com a pro­pos­ta de sim­pli­ficar a bus­ca por máquinas respon­si­vas para jogos, queren­do descom­plicar, não somente a procu­ra dos jogadores experts pelo com­puta­dor ide­al, mas tam­bém de pes­soas que estu­dam ou tra­bal­ham e reser­vam a madru­ga­da para jog­ar.

“Quer­e­mos sim­pli­ficar sem perder a com­plex­i­dade e inteligên­cia das máquinas”, diz o vice-pres­i­dente de mar­ket­ing e ven­das da Pos­i­ti­vo Tec­nolo­gia, Rodol­fo Torel­lo. Ele ain­da expli­ca que o nome da mar­ca, 2 A.M., foi escol­hi­do em hom­e­nagem ao horário em que os play­ers mais cos­tu­mam jog­ar —2h da madru­ga­da.

​Richard Cameron, pres­i­dente da Nvidia, afir­ma que, com a explosão de novos gêneros de jogos, surge um novo públi­co que carece de infor­mações mais especí­fi­cas sobre infor­máti­ca. Segun­do ele, este é o públi­co-alvo prin­ci­pal da 2 A.M. “A nova mar­ca é basea­da em um esti­lo de vida: como e com quem ess­es jogadores jogam”, expli­ca.

Ele con­ta que as máquinas foram pen­sadas e con­struí­das de acor­do com o per­fil dos jogadores e as neces­si­dades de jogos —cada desk­top ou note­book é dire­ciona­do para um tipo difer­ente de gamer. “A escol­ha [do note­book ou desk­top] poderá ser fei­ta por jogo ou pelo per­fil do jogador”, diz Torel­lo.

Os equipa­men­tos trazem a 8ª ger­ação de proces­sa­men­tos Intel Core e pla­cas grá­fi­cas da GeForce RTX, lin­ha da Nvidia com grá­fi­cos hiper-real­is­tas e que per­mite que o gamer grave e com­par­til­he suas par­tidas. O resul­ta­do são máquinas que car­regam jogos até 98% mais rápi­do.

Os com­puta­dores tam­bém vêm com tecla­do retroi­lu­mi­na­do mecâni­co e mon­i­tores anti-glare, que evi­tam reflexo. Há ain­da pro­du­tos com edição lim­i­ta­da, em parce­ria com a empre­sa tai­wane­sa InWin. Os preços vari­am de acor­do como a final­i­dade de cada máquina, poden­do ir de R$ 2.600 a R$ 45 mil. A nova mar­ca tam­bém con­ta com uma lin­ha de acessórios que incluem mouse ambide­stro e cadeira gamer.

“Quer­e­mos sem­pre bus­car o que há de novo no mer­ca­do e inve­stir cada vez mais nos gamers”, diz Torel­lo. Car­los Buar­que, dire­tor de mar­ket­ing da Intel Brasil, reforça o lança­men­to: “Esse é um momen­to históri­co para o mer­ca­do de games. É uma mar­ca de peso chegan­do com uma pro­pos­ta ino­vado­ra.”

A indús­tria mundi­al de gamers tem sido alvo de inter­esse de mar­cas por con­ta de seu cresci­men­to con­tín­uo. No ano pas­sa­do, ela fatur­ou cer­ca de US$ 121,7 bil­hões (R$ 478,8 bi), número que deve crescer em 8% neste ano. No Brasil, onde há cer­ca de 75,7 mil­hões de jogadores, só os jogos dig­i­tais devem movi­men­tar US$ 1,5 bil­hão (R$ 5,9 bi) até o final de 2018, colo­can­do o país como o 13º mer­ca­do mundi­al no seg­men­to e o segun­do da Améri­ca Lati­na.

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