5 desafios da educação que a tecnologia resolveu

5 desafios da educação que a tecnologia resolveu

Abaixo temos cin­co grandes desafios na edu­cação que com aju­da da tec­nolo­gia já estão sendo super­a­dos. Con­fi­ra quais são eles:

DISTÂNCIA

A inter­net por si só democ­ra­ti­zou o aces­so a infor­mação, entre­tan­to viv­er em um país imen­so como o Brasil faz necessário a uti­liza­ção de satélites para dis­tribuição de con­teú­do superan­do assim as lim­i­tações geográ­fi­cas ao conec­tar as áreas mais remo­tas. O Sis­tema Edu­ca­cional Inter­a­ti­vo (SEI), imple­men­ta­do pelo Gov­er­no Estad­ual do Pará em par­ceira com a Embra­tel, é um bom exem­p­lo dis­so. Des­de 2017, o pro­gra­ma leva edu­cação para 29 municí­pios de difí­cil aces­so, muitos deles situ­a­dos em áreas rurais, a mais de mil quilômet­ros de Belém. As aulas são trans­mi­ti­das via satélite para 145 esco­las do ensi­no médio. Os alunos recebem ain­da atenção espe­cial de tutores locais e tiram dúvi­das pelo chat.

O suces­so do SEI inspirou a Embra­tel no desen­volvi­men­to de um pro­je­to pilo­to em lin­ha com as neces­si­dades do setor. A ser lança­do ain­da neste mês de setem­bro, o “Esco­la Conec­ta­da” pro­por­ciona um pacote de soluções que reúne conec­tivi­dade, segu­rança e TI nos ambi­entes esco­lares. “Temos uma platafor­ma com­ple­ta e unifi­ca­da que ofer­ece, além da conec­tivi­dade e dis­tribuição do con­teú­do, recur­sos como Wi-Fi, segu­rança da infor­mação, fil­tro de con­teú­do, armazena­men­to em nuvem e medi­dores de pre­sença por bio­me­tria”, expli­ca Maria Tere­sa Azeve­do Lima, dire­to­ra exec­u­ti­va da Embra­tel respon­sáv­el por Gov­er­no.

APROVEITAMENTO DO TEMPO

Estu­dos indicam que os recur­sos tec­nológi­cos vão lib­er­ar até 30% do tem­po dos pro­fes­sores em sala de aula. Com menos tare­fas buro­cráti­cas, os edu­cadores poderão atu­ar mais próx­i­mos aos alunos. Entre as soluções que já estão em uso desta­cam-se os medi­dores de pre­sença por bio­me­tria – é o fim da chama­da diária. Além dis­so, salas vir­tu­ais (aber­tas pela própria esco­la) aju­dam a poten­cializar o tem­po dos alunos e dos edu­cadores. É pos­sív­el, por exem­p­lo, com­par­til­har con­teú­dos sobre os assun­tos que serão abor­da­dos no dia seguinte – dessa for­ma, todos chegam mel­hor prepara­dos – e tirar dúvi­das durante a tare­fa de casa.

INFRAESTRUTURA

A cloud com­put­ing é vel­ha con­heci­da das equipes de tec­nolo­gia. De acor­do com o estu­do IDC FutureScape 2018, mais de 90% das empre­sas usarão múlti­p­los serviços de nuvem até 2020. Nas esco­las, o armazena­men­to e o com­par­til­hamen­to de dados a par­tir de qual­quer local serve aos alunos, edu­cadores e gestores de diver­sas for­mas: armazena­men­to seguro de dados, econo­mia de papel e lib­er­ação de espaço, aces­so remo­to à mate­ri­ais mul­ti­mí­dia de estu­do, com­par­til­hamen­to de ideias simul­tane­a­mente, entre out­ros.

CONTROLE DE SEGURANÇA

Até alguns anos atrás, bas­ta­va tirar a cri­ança da frente da TV após deter­mi­na­do horário para poupá-la de con­teú­dos impróprios. Hoje, o peri­go está ao alcance das mãos a qual­quer hora do dia. Uma pesquisa real­iza­da pelo Cen­tro Nacional de Estu­dos para o Desen­volvi­men­to da Sociedade da Infor­mação (CETIC) rev­ela que 97% dos estu­dantes brasileiros aces­sam a inter­net uti­lizan­do smart­phones. Diante dessa real­i­dade, muitas esco­las já lançam mão de fil­tros de con­teú­do via Wi-Fi. É pos­sív­el, por exem­p­lo, blo­quear o aces­so a redes soci­ais, sites impróprios e platafor­mas de jogos.

PERSONALIZAÇÃO DO ENSINO

Difer­ente­mente do que ocorre em uma sala de aula tradi­cional, onde o pro­fes­sor dire­ciona as ativi­dades sem­pre con­sideran­do toda a tur­ma, a per­son­al­iza­ção propõe um olhar mais aten­to para o indi­ví­duo. Com base em evidên­cias com­por­ta­men­tais, tutores vir­tu­ais lançam mão da lóg­i­ca adap­ta­ti­va para recomen­dar ativi­dades que com­bi­nam com o per­fil de cada estu­dante. A fer­ra­men­ta tam­bém gera relatórios com infor­mações sobre a evolução do estu­dante e pon­tos a serem tra­bal­ha­dos pelos pro­fes­sores.

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