As 7 melhores TED Talks sobre inteligência artificial e robótica

As 7 melhores TED Talks sobre inteligência artificial e robótica

A inteligên­cia arti­fi­cialé um tópi­co alta­mente dis­cu­ti­do que lev­an­ta o debate sobre éti­ca, inteligên­cia emo­cional e coop­er­ação humano-com­puta­dor.

O TED Talks ofer­ece uma var­iedade de palestras inter­es­santes e envol­ventes sobre uma ampla gama de tópi­cos, des­de segu­rança cibernéti­ca até desen­volvi­men­to de negó­cios. E uso da AI não é difer­ente.

Nós com­pil­am­os uma lista das mel­hores TED Talks sobre o tema. Aqui estão sete das mel­hores TED Talks para qual­quer pes­soa inter­es­sa­da na tec­nolo­gia.

1. Como a IA está facilitando o diagnóstico de doenças

Enquan­to esta palestra dura ape­nas cin­co min­u­tos, o Dr. Pratik Shah, inves­ti­gador Prin­ci­pal do MIT Media Lab, cobre de maneira efi­caz o poten­cial da IA em diag­nós­ti­cos e como o proces­so de treina­men­to de algo­rit­mos da tec­nolo­gia para detec­tar doenças pode ser sig­ni­fica­ti­va­mente reduzi­do.

O proces­so de treina­men­to de um algo­rit­mo é opor­tuno e pesa­do em recur­sos, no entan­to, Shah propõe uma nova maneira de faz­er as coisas. Ele propõe seu próprio méto­do para treinar algo­rit­mos de inteligên­cia arti­fi­cial, que leva ape­nas 50 ima­gens para desen­volver um algo­rit­mo de tra­bal­ho, um número quase ina­cred­i­tavel­mente baixo, dado as cen­te­nas de mil­hares que são nor­mal­mente necessárias.

Assista: Como a inteligên­cia arti­fi­cial está facil­i­tan­do o diag­nós­ti­co de doenças.

2. Minhas sete espécies de robôs — e como as criamos

Nes­ta breve palestra (16 min), Den­nis Hong, pro­fes­sor da Uni­ver­si­dade da Cal­ifór­nia e fun­dador do lab­o­ratório de robóti­ca RoMeLa, abor­da sete robôs, ofer­e­cen­do uma visão sobre cada um deles e seu design especí­fi­co.

Apre­sen­tan­do robôs inspi­ra­dos pela natureza, ao volante e um capaz de jog­ar fute­bol, Hong desta­ca robôs que podem ser con­struí­dos para enfrentar qual­quer ter­reno e mudar seus méto­dos de for­ma inteligente, depen­den­do do ambi­ente em que estão inseri­dos.

A palestra ter­mi­na com Hong ofer­e­cen­do uma visão sobre o RoMeLa, como ele fun­ciona e como sua equipe tra­bal­ha para colo­car em fun­ciona­men­to, de uma ideia em pro­dução.

Assista: Min­has sete espé­cies de robôs — e como as cri­amos

3. Um robô poderia passar no vestibular?

O matemáti­co japonês e espe­cial­ista em AI Noriko Arai super­vi­sio­nou o Todai Robot Project, que tin­ha por obje­ti­vo desco­brir se um com­puta­dor pode­ria entrar na Uni­ver­si­dade de Tóquio.

O pro­je­to viu seu sis­tema de IA pas­sar em mais de 70% dos vestibu­lares no Japão. Em ‘Pode­ria um robô pas­sar em um vestibu­lar?’ Arai pon­dera se subes­ti­mamos o número de empre­gos em que os sis­temas de inteligên­cia arti­fi­cial podem sub­sti­tuir seres humanos. Olhan­do para além de empre­gos vagos, para empre­gos que exigem um diplo­ma uni­ver­sitário.

No entan­to, Arai tam­bém apon­ta suas fal­has, sendo a mais óbvia a fal­ta de com­preen­são. Não sabe o sig­nifi­ca­do das respostas que escol­he.

Assista: Pode­ria um robô pas­sar no vestibu­lar?

4. A inteligência da máquina torna a moral humana mais importante

Zeynep Tufek­ci é pro­fes­sor assis­tente na Uni­ver­si­dade da Car­oli­na do Norte (EUA) e é espe­cial­iza­do no impacto de big data e algo­rit­mos e como a tec­nolo­gia influ­en­cia os movi­men­tos soci­ais.

Nes­ta palestra, Tufek­ci explo­ra as armadil­has da inteligên­cia arti­fi­cial e os pos­síveis fra­cas­sos futur­os de uma sociedade que não está ade­quada­mente prepara­da. Tufek­ci acred­i­ta que a moral humana se

tornará sig­ni­fica­ti­va­mente impor­tante na era da inteligên­cia arti­fi­cial e das máquinas emo­cional­mente inteligentes.

Assista: A inteligên­cia da máquina tor­na a moral humana mais impor­tante

5. A era da “fé cega” no big data deve terminar

Matemáti­co amer­i­cano e autor de numerosos livros sobre ciên­cia de dados, Cathy O’Neil — incluin­do “Armas da destru­ição da matemáti­ca” — ofer­ece uma nova visão sobre a for­ma como dis­cu­ti­mos e val­orizamos big data.

Em “A era da fé cega no big data deve ter­mi­nar”, O’Neil dis­cute a natureza dos algo­rit­mos, opon­do-se à crença comum de que eles são inteira­mente matemáti­cos.

O pen­sa­men­to por trás dis­so é sim­ples. Os cien­tis­tas que cri­am ess­es algo­rit­mos definem os parâmet­ros para big data. Eles escol­hem quais com­por­ta­men­tos devem ser repli­ca­dos e o que deve ser descar­ta­do.

O que os algo­rit­mos de IA real­mente fazem é repe­tir o com­por­ta­men­to humano pas­sa­do, rara­mente rompen­do a nor­ma. Isso causa pre­con­ceitos den­tro deles e os tor­na inefi­cazes em cer­tas indús­trias, como o sis­tema legal e a polí­cia.

Assista: A era da fé cega no big data deve ter­mi­nar.

6. Como a IA pode trazer uma segunda Revolução Industrial

Kevin Kel­ly é provavel­mente mais con­heci­do por ser o edi­tor exec­u­ti­vo fun­dador da revista Wired e ex-edi­tor e edi­tor da Whole Earth Review. Kel­ly tem escrito exten­si­va­mente sobre ciên­cia, filosofia, máquinas inteligentes e o cére­bro humano.

Nes­ta palestra do TED, Kel­ly abor­da as três tendên­cias da IA que pre­cisam ser enten­di­das para for­mu­lar a base do seu desen­volvi­men­to. Kel­ly desta­ca que nos­so dese­jo de pro­duzir pro­du­tos inteligentes terá impacto na maio­r­ia, e até em todos os aspec­tos de nos­sas vidas.

Assista: Como a IA pode traz­er uma segun­da Rev­olução Indus­tri­al

7. O que acontece quando nossos computadores ficam mais inteligentes do que nós?

Nick Bostrom é pro­fes­sor da Uni­ver­si­dade de Oxford e fun­dador do Pro­gra­ma Mar­tin sobre os Impactos da Tec­nolo­gia do Futuro. A Bostrom é espe­cial­iza­da na éti­ca que envolve a IA, o futuro da humanidade e os riscos poten­ci­ais e a filosofia da mente (para citar alguns).

Esta con­ver­sa explo­ra a questão bem debati­da “o que acon­tece quan­do os com­puta­dores ficam mais inteligentes do que nós”. Há cenários finais em poten­cial, des­de máquinas inteligentes que preser­vam a humanidade até o fim da humanidade ou cri­am um con­jun­to de val­ores para a vida com máquinas pen­santes.

Assista: O que acon­tece quan­do nos­sos com­puta­dores ficam mais inteligentes do que nós?

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