Facebook vai construir data center de US$ 1 bilhão

Facebook vai construir data center de US$ 1 bilhão

O Face­book vai con­stru­ir um data cen­ter bil­ionário na Ásia, anun­ciou a com­pan­hia. Com inves­ti­men­to de US$ 1 bil­hão, o pré­dio será con­struí­do em Cin­ga­pu­ra, prin­ci­pal região asiáti­ca para negó­cios. Com isso, a com­pan­hia tam­bém espera ger­ar mil­hares de empre­gos.

Com 11 andares e 1,8 mil­hão de met­ros quadra­dos, o cen­tro de dados será ali­men­ta­do com 100% de ener­gia ren­ováv­el, assim como todos as out­ras unidades de base de dados do Face­book.

Segun­do a empre­sa, foi escol­hi­do Cin­ga­pu­ra por diver­sos motivos, que incluem a qual­i­dade da infraestru­tu­ra e da força de tra­bal­ho da cidade-Esta­do, além de seu ambi­ente favoráv­el e recep­ti­vo aos negó­cios. Além dis­so, Cin­ga­pu­ra tam­bém ado­tou uma pos­tu­ra menos rígi­da com relação ao armazena­men­to e trans­fer­ên­cia de dados, difer­ente­mente de out­ros país­es como a Chi­na e a Índia.

O Google, que mês pas­sa­do anun­ciou planos de con­strução para o seu ter­ceiro data cen­ter em Cin­ga­pu­ra, citou van­ta­gens semel­hantes para a con­strução de enormes insta­lações na cidade-Esta­do asiáti­ca. A gigante tam­bém apon­tou que Cin­ga­pu­ra está local­iza­da no coração do Sud­este Asiáti­co, um dos mer­ca­dos de inter­net que mais crescem no mun­do.

Nos últi­mos 3 anos, “mais de 3 mil­hões de pes­soas ficaram online pela primeira vez no Sud­este Asiáti­co, atingin­do a mar­ca de 330 mil­hões”, disse o Google no mês pas­sa­do. “Isso é mais do que a pop­u­lação dos Esta­dos Unidos”, reforçou a empre­sa.

O data cen­ter do Face­book estará local­iza­do ao lado oeste da ilha, próx­i­mo ao local onde o Google está amplian­do os seus data cen­ters, com um inves­ti­men­to de US$ 850 mil­hões, segun­do a Reuters. O Face­book já pos­sui data cen­ters nos Esta­dos Unidos e em alguns país­es da Europa. De acor­do com o vice-pres­i­dente de infraestru­tu­ra de data cen­ter do Face­book, Thomas Fur­long, espera-se inau­gu­rar o pré­dio no Sud­este Asiáti­co em 2022, mas isso vai depen­der do rit­mo das obras.

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