9 ilhas artificiais: o plano da Dinamarca para o Vale do Silício europeu

Projeto de ilhas artificiais em Copenhagen, Dinamarca (Foto: Reprodução/Urban Power)

Copen­hagen tem um plano pouco tradi­cional para se tornar o Vale do Silí­cio europeu. A cap­i­tal da Dina­mar­ca pre­tende con­stru­ir nove ilhas arti­fi­ci­ais em sua cos­ta para hospedar um hub de ino­vação. O plano, aprova­do pelo gov­er­no local, é de faz­er isso na região de Hvi­dovre, local­iza­da no sul da área met­ro­pol­i­tana de Copen­hagen. O pro­je­to é da fir­ma de arquite­tu­ra Urban Pow­er.

O pro­je­to resul­taria na cri­ação de 33 mil­hões de met­ros quadra­dos. A pre­visão é que sejam cri­a­dos 12 mil vagas de emprego em áreas de pon­ta, como biotec­nolo­gia. “Esta­mos miran­do com­pan­hias de alta tec­nolo­gia, mas há a neces­si­dade de cri­ação de pro­du­tos para a vida cotid­i­ana tam­bém”, afir­mou à agên­cia de notí­cias dina­mar­que­sa Ritzau o min­istro da indús­tria e negó­cios Ras­mus Jarlov.

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O pro­je­to é de lon­go pra­zo dev­i­do à alta com­plex­i­dade. A con­strução está pre­vista para começar em 2022. As ven­das dos primeiros lotes de ter­ra devem ficar para 2028—a con­clusão das obras está pre­vista para acon­te­cer somente em 2040. A expec­ta­ti­va é que 380 empre­sas fiquem nas ilhas. “Acred­i­to que pode virar uma espé­cie de Vale do Silí­cio europeu”, afir­mou em entre­vista à dina­mar­que­sa TV2 Bri­an Mekkelsen, líder da câmara de comér­cio local.

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