7 produtos que fracassaram por ‘excesso de inovação’ e falta de utilidade

7 produtos que fracassaram por 'excesso de inovação' e falta de utilidade

A ino­vação de pro­du­tos é uma das for­mas pelas quais as grandes empre­sas man­têm a com­petivi­dade em um mer­ca­do que muda rap­i­da­mente. No entan­to, isso nem sem­pre ocorre quan­do as grandes mar­cas ten­tam se mod­ern­izar.

Quan­do o exces­so de ino­vação atra­pal­ha a usabil­i­dade do pro­du­to ou sim­ples­mente não agre­ga val­or ao arti­go, o resul­ta­do é um ver­dadeiro fra­cas­so.

Con­fi­ra abaixo sete exem­p­los de inves­ti­men­tos que der­am erra­do:

1 — Google+

O Google+ é uma das maiores decepções da gigante de tec­nolo­gia. A rede social ini­cial­mente era restri­ta a con­vi­da­dos e uma sem­ana depois pas­sou a ser aber­ta para con­cor­rer dire­ta­mente com o Face­book. Com desem­pen­ho insat­is­fatório, a platafor­ma vai deixar de fun­cionar em agos­to de 2019.

2 — Crystal Pepsi

A bebi­da foi cri­a­da para reforçar o inter­esse do con­sum­i­dor pela pureza e pela saúde. A ten­ta­ti­va da Pep­si de lucrar com essa moda dos anos 90, con­tu­do, não pegou, segun­do a CBIn­sights. Os con­sum­i­dores ficaram em dúvi­da se o refrig­er­ante tin­ha sobor cítri­co (como de limão) ou de cola, como é car­ac­terís­ti­ca da mar­ca.

3 — Google Glass

O gad­get pode ter sido lança­do cedo demais. Entre um preço alto, prob­le­mas de pri­vaci­dade e reper­cussão cul­tur­al, o pro­du­to sim­ples­mente não decolou.

4 — Allo (Google)

O Google ten­tou diver­sas vezes apre­sen­tar uma alter­na­ti­va viáv­el de men­sagens ao Face­book Mes­sen­ger, ao What­sApp ou ao iMes­sage da Apple e fal­hou em todas. Depois de menos de dois anos empurran­do o Allo, o Google anun­ciou em abril de 2018 que esta­va pau­san­do o desen­volvi­men­to do aplica­ti­vo em favor de um novo app chama­do “Chat”. O fra­cas­so do Allo pode ser vis­to como out­ra der­ro­ta do Google no cam­po de aplica­tivos soci­ais. Anil Sab­har­w­al, chefe de men­sagens da empre­sa, admi­tiu que o Allo nem sequer chegou per­to de aten­der às esper­anças do Google.

5 — PS Vita

O PS Vita fra­cas­sou, de acor­do com a CBIn­sights, porque os mel­hores jogos não foram ven­di­dos em ver­sões com­patíveis e o portátil não ofer­e­ceu inte­gração sufi­ciente com out­ras platafor­mas da Sony para jus­ti­ficar seu val­or na época, por vol­ta de US$ 299 (R$ 1.148).

6 — Windows Vista

O XP era a ver­são mais atu­al­iza­da do Win­dows por cin­co anos quan­do o Vista foi lança­do em 2007. Muitos clientes não gostaram da mudança. Comen­tários de que a nova tec­nolo­gia era menos amigáv­el que o favorito XP levaram usuários a tro­car o sis­tema opera­cional pelo ante­ri­or. A Microsoft admi­tiu o erro e apres­sou o lança­men­to da ver­são 7, em 2009.

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