A um toque da inclusão: apps que ajudam pessoas com necessidades especiais

apps que ajudam pessoas com necessidades especiais

A era dos smart­phones pop­u­lar­i­zou o uso de aplica­tivos que mel­ho­ram rad­i­cal­mente a qual­i­dade de vida de pes­soas com neces­si­dades espe­ci­ais. Des­cubra como o uso de um tablet aju­dou o paulista de 13 anos Emanuel Gaya, que sofre par­al­isia cere­bral, a ser com­preen­di­do por famil­iares e ami­gos. Hoje, em ple­na era dos smart­phones e dos aplica­tivos, soluções tec­nológ­i­cas que con­tribuem deci­si­va­mente para o proces­so de inclusão social de pes­soas com neces­si­dades espe­ci­ais estão, por assim diz­er, ao alcance dos dedos.

O mer­ca­do glob­al de tec­nolo­gia para pes­soas com defi­ciên­cias físi­cas e int­elec­tu­ais movi­men­ta em torno de 14 bil­hões de dólares anual­mente.

Até 2024, segun­do esti­ma­ti­va da con­sul­to­ria amer­i­cana Coher­ent Mar­ket Insights, chegará a 26 bil­hões de dólares. O cresci­men­to se dará por dois fatores. Primeiro, dev­i­do ao baratea­men­to das ino­vações. Segun­do, pelo aumen­to da deman­da, em con­se­quên­cia do envel­hec­i­men­to da pop­u­lação. Cal­cu­la-se que, até 2050, 2 bil­hões de pes­soas, na maio­r­ia idosos, neces­si­tarão do auxílio de ao menos um dis­pos­i­ti­vo do gênero.

Ape­sar do avanço e do baratea­men­to dos aplica­tivos para pes­soas com neces­si­dades espe­ci­ais, ain­da exis­tem, atual­mente, equipa­men­tos sofisti­ca­dos que con­tin­u­am a cus­tar caro. Entre­tan­to, espera-se que já na próx­i­ma déca­da eles se tornem pop­u­lares.

 

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