Uber recebe investimento bilionário

Terminou neste domingo a briga entre Travis Kalanick, ex-CEO do Uber, e a empresa de capital de risco Benchmark, que há vários meses vinha complicando a vida do conselho administrativo do Uber e impedindo a entrada do grupo japonês SoftBank Group Corp como investidor. Segundo diferentes sites de informação internacionais, entre eles Reuters, Bloomberg e TechCrunch, o Conselho conseguiu fechar o acordo de paz entre Kalanick e Benchmark e, com isso, pavimentou o caminho para um investimento multibilionário do SoftBank Group que pode chegar a US$ 10 bilhões nas próximas semanas.

A empresa de capital de risco Benchmark é uma das primeiras investidoras no Uber e sua participação na companhia está avaliada em US$ 9 bilhões, segundo a Reuters. Em agosto passado ela entrou com um processo contra Kalanick com o objetivo de tirá-lo de vez do Conselho e diminuir seu poder de influência nas decisões do Conselho. Com a mediação do atual CEO do Uber, Dara Khosrowshahi, os dois lados entraram em um acordo e a Benchmark concordou em encerrar o processo contra Kalanick.

O fim da briga abre as portas para a entrada da SoftBank, que lidera um consórcio com a Dragoneer para investir diretamente entre US$ 1 bilhão a US$ 1,25 bilhão no Uber, tendo como base o valor de avaliação de US$ 68 bilhões do Uber. Um investimento secundário, que pode chegar a mais US$ 9 bilhões, será feito pela SoftBank comprando a participação de outros investidores da companhia, por um valor de mercado menor que os US$ 68 bilhões, que será proposto em breve. Com a compra, a Softbank passaria a ter 17% de participação no Uber. Leia Mais

Conheça os aplicativos de transporte que atendem exclusivamente mulheres

Na última segunda-feira (28), a escritora Clara Averbuck denunciou um caso de estupro envolvendo um motorista do Uber. Em relato publicado em seu perfil no Facebook, Clara contou que o motorista se aproveitou de sua embriaguez para molestá-la.

Para ampliar o debate e chamar a atenção para esses casos, a escritora lançou uma campanha na Internet para que outras mulheres compartilhem relatos de assédio ou estupro que já sofreram em táxis ou carros de aplicativos de carona. A ideia é mostrar que essas situações são mais comuns do que se imagina.

“Você tem uma história de abuso ou assédio no uber, táxi, cabify, qualquer um desses serviços? Não tenha medo e nem vergonha. A culpa não é sua”, escreveu na publicação que fez sobre a campanha.

Como alternativa e uma forma de resposta ao crescente assédio nesses serviços, startups brasileiras lançaram aplicativos dedicados, exclusivamente, a transportar mulheres. O principal diferencial? Aqui, a mulher também assume o volante.

Na lista abaixo, separamos os aplicativos que se mostram como uma alternativa mais segura e confortável para mulheres, sejam elas motoristas ou passageiras. Leia Mais