Conheça a primeira enfermeira digital do Brasil

enfermeira digital

Um assistente de saúde digital, totalmente gratuito e que  acompanha o tratamento do paciente em tempo integral, lembrando-o da hora certa de tomar seus medicamentos, fornecendo conteúdos sobre saúde de acordo com suas doenças e tratamentos, bem como informando familiares e amigos quando o paciente esqueceu de tomar o remédio na hora certa.

Chamado de “Enfermeira Digital”, por conta do papel da área de enfermagem de cuidar da vida, o aplicativo, lançado esta semana, utiliza o conceito de games e permite que o paciente acompanhe seu histórico de saúde e seja estimulado a seguir o tratamento corretamente até o final, evitando que o mesmo desista no meio do caminho.

“Lembrar o paciente na hora certa de tomar seu medicamento aumenta consideravelmente os níveis de adesão ao tratamento, o que pode ser comprovado pelos números de adesão dos mais de 6 mil usuários diários do Cuco em sua primeira versão”, aponta Gustavo Comitre, diretor de produto da empresa.

O aplicativo possui diversas funcionalidades como lembrar o paciente de tomar seus medicamentos com o Cuco (despertador de remédios); oferece a lista de medicamentos da Anvisa; possibilita que o paciente tenha sempre em mãos o histórico do seu tratamento; traz mensagens e dicas sobre tratamentos e doenças; permite criar um grupo de saúde no aplicativo para que receba alertas quando alguém esquecer de tomar o remédio. »Continue lendo – Conheça a primeira enfermeira digital do Brasil…

No futuro, as pessoas não morrerão por envelhecimento

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Aubrey de Grey, 53, quer curar o envelhecimento. Sim, para esse pesquisador inglês, formado em ciências da computação na Universidade de Cambridge, envelhecer é uma doença tal como a malária –ou ainda pior, por vitimar muito mais pessoas– que pode ser perfeitamente evitável.

A seu ver, para pensar em uma solução é preciso entender o envelhecimento e a morte como resultado de um processo de acúmulo de danos e imperfeições no organismo.

A chave, então, seria reparar esses danos celulares antes de efeitos graves que fariam o corpo pifar –com soluções hipotéticas, ainda pouco testadas mesmo em animais. A razão disso, afirma ele, é a falta de financiamento suficiente para sua Fundação Sens, ONG californiana dedicada a minimizar a senescência com engenharia.

Acabar com o envelhecimento, portanto, seria dar fim também aos problemas associados a ele –câncer, demências, problemas cardiovasculares, degeneração macular.

Nenhuma de suas ideias, porém, causa tanto espanto como a de que, com as ditas terapias, chegaremos aos mil anos, estimativa até conservadora, afirma. Ele vem ao Brasil pela primeira vez nesta semana para divulgar suas ideias em palestra na Campus Party no dia 1º. »Continue lendo – No futuro, as pessoas não morrerão por envelhecimento…

Cientistas fazem rato cego recuperar visão com edição de DNA

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A corrida de aplicações da técnica Crispr-Cas9, que permite recortar e editar o DNA, está em velocidade tão surpreendente quanto foi sua chegada revolucionária no mundo da ciência. Um estudo nos EUA conseguiu recuperar parcialmente a visão de ratos cegos com a troca de genes defeituosos por genes saudáveis. É inédito o feito sobre células adultas.

Na China, células editadas foram injetadas pela primeira vez em humanos para o tratamento de um paciente com câncer de pulmão. De maneira simplificada, a técnica permite eliminar partes indesejadas do genoma – que causam doenças, por exemplo. E caso necessário, é possível inserir novas sequências no local. Os cientistas fazem com o código genético o mesmo que fazemos com palavras em um editor de textos no computador.

O uso da Crispr-Cas9 é visto como grande esperança para o tratamento de uma série de doenças genéticas, como distrofia muscular, hemofilia e fibrose cística. »Continue lendo – Cientistas fazem rato cego recuperar visão com edição de DNA…

Hacker implanta 50 chips e ímãs no próprio corpo

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Uma hacker escocesa identificada como Lepht Anonym está implantando microchips e imãs no próprio corpo numa tentativa de ampliar seus sentidos e conhecimentos.

Em entrevista à BBC, ela contou não se importar com os riscos e efeitos ruins e dolorosos dos procedimentos amadores a que se submete – mas não aconselha ninguém a seguir seu exemplo.

“Prefiro sofrer com muita dor e adquirir conhecimentos do que evitar a dor e ficar sem esses conhecimentos.” Lepht se define como uma “transumanista”, alguém que quer melhorar a qualidade da vida humana por meio da tecnologia.

“O transumanismo é, basicamente, a filosofia que afirma que podemos e deveríamos melhorar a qualidade da vida humana usando a tecnologia”, afirmou a escocesa. “Estamos tentando usar a tecnologia de um jeito mais pessoal para que nossos corpos sejam melhores.”

Um dos principais teóricos do movimento transumanista – que tem simpatizantes e críticos no mundo todo – é o filósofo britânico Max More. »Continue lendo – Hacker implanta 50 chips e ímãs no próprio corpo…

A tecnologia pode ajudar pessoas com diabetes?

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Foram quase duas semanas fazendo muito xixi e sofrendo muita sede. Os pais de Diogo, com apenas quatro anos na época, estranharam e acharam melhor fazer um teste para avaliar o nível de glicemia do filho. Estava tão alta que nem mesmo aparecia no aparelho. Resultado: o menino tinha um diabetes ainda desconhecido.

Logo depois da descoberta, Diogo iniciou tratamento do diabetes com insulina. Como ele ainda era pequeno, ficava difícil ajustar a dose certa na caneta de aplicação, o que aumentava o risco de hipoglicemia. Por isso, começou a usar a bomba de insulina.

Normalmente, o aparelho é usado por pessoas que precisam de múltiplas injeções ao longo do dia. A técnica é mais precisa, já que considera o nível de glicose no sangue e a quantidade de carboidratos que a pessoa comeu. Desse modo, o dispositivo funciona mais ou menos como o pâncreas, que precisa liberar mais insulina quando a pessoa se alimenta, por exemplo.

O hormônio da insulina é responsável por pegar o açúcar que está no sangue e colocá-lo dentro das células, para gerar energia. »Continue lendo – A tecnologia pode ajudar pessoas com diabetes?…

Chineses injetam genes editados em humanos

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Pesquisadores chineses tornaram-se os primeiros a injetarem numa pessoa células que contêm genes editados usando a revolucionária técnica Crispr-Cas9, segundo matéria publicada na revista “Nature”.

Em 28 de outubro, o time liderado pelo oncologista Lu You, da Universidade de Sichuan, injetou as células modificadas num paciente com um agressivo câncer de pulmão.

Testes clínicos anteriores usando células editadas com uma técnica diferente animaram cientistas. A introdução de Crispr, que é mais simples e mais eficiente do que outras técnicas de edição de genes, permite acelerar corrida para obter células com genes modificados, aponta a “Nature”.

A edição de DNA com o Crispr é tida como um dos maiores avanços científicos recentes. Após cientistas conseguirem aprimorá-la para uso prático em 2012, em 2015 sua popularidade explodiu e seus usos são incontáveis. Já foi usado para alterar o genoma de embriões humanos, criar cães extramusculosos, porcos que não contraem viroses, amendoins antialérgicos e trigo resistente a pragas. »Continue lendo – Chineses injetam genes editados em humanos…

L’Oréal lança adesivo tecnológico que mede raios ultravioleta

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A L’Oréal, por meio da marca La Roche-Posay, traz ao Brasil o adesivo tecnológico que mede a recepção de raios ultravioleta na pele do usuário. O produto, chamado My UV Patch, tem integração com um aplicativo para smartphones, que mostra a quantidade de incidência de radiação ao longo do dia.

A marca desenvolveu a tecnologia deste produto com o objetivo de educar a população sobre os riscos da exposição à luz solar. O câncer de pele mais frequente no Brasil é o chamado de não melanoma.

A doença, ligada à incidência de raios ultravioleta, corresponde a 30% de todos os tumores malígnos registrados no país, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva). Só em 2016, foram registradas 175.760 pessoas com a doença, pela estimativa do instituto. Na maioria dos casos, esse tipo de câncer é curável se detectado precocemente.

O adesivo tecnológico da L’Oréal é tão fino quanto um fio de cabelo e é maleável para que seu uso seja praticamente imperceptível. Os donos de iPhones e celulares com sistema Android poderão tirar uma foto do adesivo ao fim do dia para que o aplicativo mensure a quantidade de radiação que a sua pele recebeu no período de uso. Quem possui um smartphone Android com NFC (tecnologia de comunicação de campo próximo) também pode simplesmente aproximar o aparelho do My UV Patch para realizar a troca de dados. »Continue lendo – L’Oréal lança adesivo tecnológico que mede raios ultravioleta…

Passar várias horas no celular pode causar dores de cabeça e tendinite

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O celular se tornou um item inseparável no cotidiano, mas muitos desconhecem os danos que o uso excessivo do aparelho pode causar na coluna, nos pulsos e, principalmente, nos polegares.

Segundo o ortopedista de São Carlos (SP) Luís Phelipe Cardinalli, há pessoas que chegam a trocar 500 mensagens de texto por dia, com uma média de 30 caracteres cada, ou seja, dão 15 mil toques diários na tela, 105 mil por semana ou 420 mil por mês. Quando não são as mensagens, os jogos ocupam o lugar.

“Esses jogos são a forma que achei para me distrair, aí acaba acalmando um pouco”, contou Lucimara Ana Gerônimo, auxiliar de serviços gerais.

Com tantos movimentos repetitivos, podem surgir problemas de saúde como os casos conhecidos por “pescoço de texto”, em que a pessoa relata dores na cabeça ligadas a tensões na nuca, pescoço, braços e ombros.

De acordo com o especialista, essas dores podem ser causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular, chegando a “deitar” o pescoço em até 60 graus. »Continue lendo – Passar várias horas no celular pode causar dores de cabeça e tendinite…