Erros e acertos para trabalhar com realidade virtual

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A realidade virtual (VR) deve ser reservada para usos especiais, aponta o diretor-fundador do Laboratório de Interação Virtual Humana da Universidade de Stanford, Jeremy Bailenson, que trabalha há cerca de 20 anos na área.

Para Bailenson, que esteve em São Paulo nesta semana para o evento HSM Expo, a realidade virtual deve ser direcionada para que as pessoas realizem coisas “impossíveis, perigosas, caras ou contraprodutivas”. Caso contrário, as mídias tradicionais ainda cumprem bem o seu papel.

Segundo o especialista, os conteúdos para realidade virtual devem sempre ser curtos, com uma duração média de 2 a 3 minutos. Mais do que isso, entre 05 e 10 minutos, apenas se o material for realmente sensacional, aponta.

Problemas

Além de se atentar à duração, é preciso ficar de olho nas principais dificuldades na hora de criar algo para realidade virtual. Bailenson destaca que é muito difícil e trabalhoso criar um conteúdo bom para a plataforma. Além disso, explica, o fato do headset isolar a pessoa do mundo ainda causa muitos acidentes.

Games e compras

Quando questionado sobre possíveis usos da realidade virtual nos segmentos de games e compras, o especialista apontou que ambos ainda estão longe de proporcionar uma experiência realmente boa aos usuários.

Fonte: IDGNow!

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