Novo Google Pay combina Android Pay e Google Wallet

Pagar com os nossos smartphones pode estar mais fácil do que nunca, mas entender qual serviço usar, e quando, não. Há o Android Pay (lançado recentemente no Brasil) para filas com caixas, o Google Wallet para enviar dinheiro aos amigos, e o recurso de auto-preenchimento do Chrome para compras on-line. Agora, o Google quer facilitar a sua vida ao reunir todos os apps e métodos de pagamento em um único serviço chamado Google Pay.

Ainda não está totalmente claro como isso tudo vai funcionar. Em um post no blog da empresa, o VP de produtos de pagamentos Pali Bhat afirma que o Google Pay deixará os pagamentos digitais “mais simples, seguros e consistentes” ao reunir todos os seus serviços de pagamentos em uma única marca. Não parece que os métodos vão se diferenciar, mas a experiência do usuário deve ser levemente simplificada.

“Com o Google Pay, será mais fácil usar as informações de pagamento salvas na sua Conta Google, para que você possa acelerar a finalização de uma compra com tranquilidade. Nas próximas semanas, você verá o Google Pay on-line, nas lojas, e nos produtos Google, assim como quando for enviar dinheiro para amigos.”

Mas é aqui que as coisas ficam um pouco confusas. O Google afirma que o Google Pay está disponível agora para “Airbnb, Dice, Fandango, HungryHouse, Instacart, e outros apps e sites que você ama”. Isso significa que o serviço está sendo liberado para mais sites? As empresas precisam fazer algo para poderem suportar o novo serviço? E há um novo serviço para oferecer suporte, aliás? Leia Mais

Ford finalmente decidiu construir carros elétricos na China

A Ford anunciou nesta semana uma parceria de 765 milhões de dólares com a fabricante chinesa de automóveis Zotye para construir veículos elétricos no país asiático. As informações são da CNET.

De acordo com a reportagem, cada empresa terá uma fatia de 50% da nova joint venture, que ainda precisa ser aprovada pelo governo da China.

Caso tudo seja aprovado, as duas gigantes irão construir carros elétricos na província chinesa Zhejiang.

Esse é o segundo grande anúncio sobre carros elétricos da Ford nesta semana. Antes disso, a montadora tinha revelado uma joint venture com as fabricantes BMW, Daimler e Volkswagen para instalar cerca de 400 estações de recarga para carros elétricos pela Europa.

GM compra startup que desenvolve sensores para carros autônomos

GM adquire startup que desenvolve sensores para carros sem motorista

A General Motors vem buscando garantir um espaço cativo no cada vez mais concorrido universo de carros autônomos. Depois de adquirir no ano passado a startup Cruise Automation para endossar sua nova divisão Autonomous Vehicle Development, a gigante que fabrica as marcas Chevrolet, Buick e Cadillacs anunciou nesta semana seus planos de adquirir outra startup da indústria, a Strobe.

A Strobe se especializou na fabricação de sensores LiDAR (sigla em inglês para Light Detection And Ranging) que, em resumo, atuam como os “olhos” desses veículos.

Segundo o próprio CEO da Cruise, Kyle Vogt, a Strobe conseguiu, com sucesso, reduzir o aparato de sensores LiDAR em único chip. Algo que ajudará a reduzir os custos de produção em quase 100%.

Em post publicado no Medium, Vogt diz que a tecnologia da Strobe ajudará a montadora a acelerar a produção e a implementação de carros sem motorista. Ele explica que os sensores da startup fornecem dados de distância e de velocidade que podem ser checados com outros sensores, como radares para fins de redundância. Leia Mais

Dell vai investir em pesquisa e desenvolvimento de IoT

A Dell Technologies anunciou nesta terça-feira, 10, a criação da Divisão de Soluções para Internet das Coisas (IoT), que será comandada por Ray O’Farrell, CTO da VMware. A área será responsável por combinar tecnologias do amplo portfólio de serviços e soluções da Dell Tecnologies para oferecer soluções ao mercado. Além disso, a companhia investirá US$ 1 bilhão nos próximos três anos em novos produtos, laboratórios e programs de parcerias para auxiliar na implementação de projetos de IoT pelas empresas.

“A IoT está mudando a forma como vivemos, como as organizações operam e como o mundo funciona”, explica Michael Dell, chairman e CEO da Dell Technologies. “A Dell está liderando o caminho para nossos clientes com a distribuição de uma nova arquitetura de computação que reúne IoT e inteligência artificial em um ecossistema interdependente, que vai da borda ao núcleo, passando pela nuvem”, completa. Você com o poder da IBM: Inteligência artificial projetada para negócios Patrocinado

De acordo com O’Farrell, a Dell identificou grandes oportunidades para expansão da IoT no mundo, dado o seu histórico no mercado de tecnologia de ponta. “A divisão de IoT aproveitará a força em toda a família de negócios da Dell para garantir que oferecemos a solução certa, em combinação com o nosso vasto ecossistema de parceiros – para atender às necessidades dos clientes e ajudá-los a implantar sistemas IoT integrados com maior facilidade.” Leia Mais

Bem vindo ao Mundo 3.0

Falando especificamente de negócios, as coisa não funcionam mais como antes.

Soluções que vem desde o século passado, não solucionam mais nada. Operações que eram simples, agora tornaram-se sistemas complexos. Padrões de comportamento e relacionamento instituídos à décadas são desconstruídos em meses. As formas de relacionamentos com os stakeholders, transformam-se do dia para a noite. As propostas de valor estabelecidas lá atras, não tem mais valor.

É todo um novo mundo, uma quantidade enorme de oportunidades. Mas, para quem está olhando somente para si mesmo e para o seu “problema”… tudo parece uma ameaça.

Em 2011 foi previsto que até 2021, 40% das empresas listadas no Fortune 500, desapareceriam por dificuldade de se adaptar. E essa porcentagem, vem aumentando ano a ano.

É possível entender esse cenário de transformação e mudança no qual estamos inseridos hoje?

É possível acompanhar todas a mudanças? Leia Mais

Entenda por que as montadoras estão investindo em serviço de compartilhamento de bicicletas

A montadora Ford anunciou recentemente seu serviço de compartilhamento de bicicletas, algo até então bem estranho para uma montadora de automóveis, onde seu foco seria naturalmente carros, não acham?

Talvez sim a uma década atrás, mas hoje é necessário que as grandes, médias ou pequenas empresas se reinventem,  cada vez mais estamos imersos em um mundo onde a tecnologia dá saltos exponenciais. O projeto da Ford indica que a empresa já percebeu para onde estamos sendo guiados, e que a bola da vez poderá não ser óbvio -“carros”, mas sim, nossa mobilidade.

Serviços com bicicletas inteligentes tem objetivos claros: fornecer informações importantes sobre seus usuários, como seu tempo de uso, sua geografia, seus horários e fluxos entre outras necessidades ainda invisíveis aos nossos olhos, oriundas de um mundo em  mudanças aceleradas e irreversíveis. Leia Mais

A Amazon vai engolir o varejo tradicional?

O título acima nos faz refletir o quanto a inovação é poderosa, ao mesmo tempo nos faz questionar sobre onde nós pessoas e empresas estamos preparados ou o quanto estamos investindo nesta “preparação” para um futuro repleto desafios e rupturas.

A pouco tempo atrás fui surpreendido com uma manchete nada humilde, mais ou menos assim: “Amazon vai reinventar o supermercado”.

A manchete acompanhava um breve vídeo que mostrava uma solução simples para o fim das filas nos supermercados.

A  ideia de um supermercado sem checkout é simples, porém revolucionária. Nele, o consumidor posiciona o celular em um leitor na entrada do supermercado, pega os produtos desejados e sai da loja sem precisar pegar filas e passar por um caixa.

Nesse modelo de supermercado, a tecnologia monitora os produtos adquiridos pelo consumidor. Se eles forem adicionados à compra do cliente, são computados em uma espécie de carrinho virtual em tempo real e cobrados automaticamente pela Amazon . Sim, a cobrança é feita usando apenas um celular e um leitor. O recibo é enviado para o cliente após a compra. Leia Mais

Elon Musk define data para apresentar caminhão elétrico semiautônomo

Tesla

A Tesla apresentará o seu caminhão semiautônomo elétrico no próximo dia 26 de outubro em Hawthorne, Califórnia, informou o CEO Elon Musk por meio de sua conta no Twitter. E o empresário criou grande expectativa para o lançamento: “Vale a pena ver esse monstro em pessoa. É irreal”, escreveu na rede social.

O chamado Tesla Semi foi anunciado, pela primeira vez, no ano passado e em abril, Musk disse, em comunicado, que o veículo seria revelado em setembro. Em reunião com investidores, realizada em agosto, o empresário havia dito que o desenvolvimento do veículo estava no prazo, apesar do relativo atraso de um mês.

Um caminhão elétrico e com capacidades para dirigir sozinho tem potencial para transformar toda uma indústria de transporte rodoviário comercial. Entretanto, alguns analistas continuam céticos quanto à tecnologia da bateria, que acrescenta muito mais volume ao veículo e, assim, consumiria mais de sua energia total – algo que poderia comprometer a capacidade de carga útil máxima do caminhão. Por dentro do assunto: Você sabia que big data pode ser o combustível que vai acelerar a indústria automobilística? A Hekima revela o motivo Patrocinado Leia Mais

Sua empresa está preparada para o futuro do trabalho?

futuro do trabalho

Em entrevista exclusiva, Silvio Meira, especialista em Tecnologia da informação e inovação, projeta a profunda mudança pela qual a organização do trabalho, os profissionais, as empresas e as cidades devem passar nos próximos anos.

 

Quanto tempo o leitor leva no transporte entre sua casa e o trabalho? Se for de 10 a 15 minutos, é saudável. Se chegar a algo entre 40 e 90 minutos, trata-se de um quadro doentio. E se sua resposta for “não sei, varia muito”, como já ocorre em São Paulo e começa a ocorrer em cidades como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife e Brasília, o caso é terminal. Pior que isso, só se você já estiver conformado com a situação, achando-a “natural”.

Vivemos, cada vez mais, em uma sociedade de serviços, em que a moeda é o tempo das pessoas. Se, em um dia de 16 horas “líquidas”, três se comprometem no trânsito, isso precisa ser encarado, microeconomicamente, como um custo de transação intolerável. Também não é pagável do ponto de vista da macroeconomia, uma vez que os danos ao meio ambiente decorrentes
comprometem a produção e o consumo no longo prazo. E, se a vida humana dura cerca de 100 anos, tal desperdício é inaceitável. Isso já está sendo percebido, tanto que 57% dos moradores de São Paulo querem deixar a cidade, segundo pesquisa recente, e não é por considerá-la “horrível”.

O cenário decorre de um descompasso. Temos um modo de trabalho organizado nos moldes industriais, mas nossa economia deixou de se basear na indústria. E ele se repete no mundo todo, ainda que seja mais agudo em países como o Brasil, que têm um modelo de mobilidade urbana pré-moderno (porque as âncoras do sistema de transporte não são todas conectadas, como seriam, por exemplo, se um metrô ligasse o aeroporto ao centro da cidade) e cuja taxa de crescimento demográfico ainda é elevada –em 2025, estima-se que o número de habitantes da Grande São Paulo salte de 16 milhões para 25 milhões, acompanhando um PIB de quase US$ 1 trilhão. Leia Mais